// Mercados
Setor deverá moer cerca de 1,2 bilhão de toneladas de cana até 2021
Um dos grandes desafios da atualidade para o setor sucroenergético brasileiro é manter sua competitividade no país e no exterior. Por isso até 2020/2021 o País precisará processar cerca de 1,2 bilhão de toneladas de cana para suprir o Market Share internacional do açúcar em torno de 50% e para suprir o mercado interno de etanol com o crescimento da demanda de veículos flex (carros e motos).
Renovação compensa perdas em produtividade
Etanol sofre preconceito no exterior
// Mercados
Projetos greenfield ainda devem demorar a ser construídos no Brasil
Embora o Brasil necessite de novas usinas mais do que nunca, ainda vai demorar um pouco para que o setor sucroenergético possa contar com a construção de projetos greenfields no país. Isso porque as condições atuais não são favoráveis a tais investimentos.
Bancos estão mais criteriosos para liberar crédito
Etanol brasileiro voltará a ser competitivo?
// Política Setorial
Produtores nordestinos podem ter subvenção sem apresentar o Cadin
Mesmo sem apresentar o Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), os produtores nordestinos conquistaram na Justiça em primeira instância o direito de receber ajuda do Programa de Subvenção aos Produtores de Cana.
Mais um ano de incentivos
Ênfase na inovação, diz Guido Mantega
// Política
Maior parte da energia virá da cogeração até 2020
Até o final da década, boa parte das usinas estará usando apenas 30% de energia da rede elétrica e os outros 70% virão da cogeração, da queima do bagaço de cana. Esta previsão é do professor Isaías de Macedo, do Nipe – Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Estratégico, da Unicamp (veja entrevista com ele nas páginas 44 a 46) está baseada em sua percepção de que, mais que uma tendência, é praticamente uma obrigatoriedade, sob o ponto de vista econômico.
Novos produtos vão requerer 3,5 bilhões de litros
Política energética deve estar acoplada a política de governo