Volatilidade política

Se no campo falta produtividade, fora dele faltam políticas públicas. É o que aponta o presidente da Abag – Associação Brasileira de Agronegócio, Luiz Carlos Corrêa Carvalho. Para o representante, o governo tem mostrado constantemente o seu desinteresse com o setor. “Ontem mesmo foi lançado o Plano Agrícola e Pecuário e eu não vi nada relacionado a cana-de-açúcar”.

Tal volatilidade política tem gerado, por exemplo, maior demanda do que oferta em relação ao mercado de etanol. Para ele, além dos limites físicos de moagem, a falta de incentivo governamental tem interferido no mercado em geral. “Investimentos são necessários, mas eles só viram se tivermos políticas públicas bem definidas. A tendência é que passaremos, mais uma vez, por um longo período de estagnação”, aponta.

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