Usina Sustentável ganha Prêmio Eco 2009

A Usina Sustentável da Dedini está entre os ganhadores, na categoria Sustentabilidade em Produtos. “Ficamos muito contentes com a premiação. Esse é um projeto que a empresa acredita muito e o prêmio vem confirmar a nossa certeza de que a economia do futuro é baseada na sustentabilidade”, afirma Sérgio Leme, Presidente Executivo da Dedini.

Leme reforça que a conquista é um mérito de toda a empresa. “A Dedini acredita em sua equipe e tem a certeza que temos aqui um time formado por profissionais competentes e com visão de futuro. A Usina Sustentável Dedini é um dos nossos produtos que comprova isso”.

Sobre a Usina Sustentável

Maior empresa fornecedora de equipamentos ! para usinas sucroalcooleiras do país, a Dedini Indústrias Indústrias de Base, com sede em Piracicaba (SP), confia em um novo modelo de projeto sustentável para manter a dianteira no segmento no país e crescer no exterior nos próximos anos.

Segundo José Luiz Olivério, vice-presidente de tecnologia e desenvolvimento da empresa, a novidade atende pela sigla USD (“Usina Sustentável Dedini”) e já vem sendo apresentada a novos e antigos clientes. “Quando o conceito de sustentabilidade ganhou força, começamos a olhar os projetos sob esse aspecto. Buscamos soluções que atendam à viabilidade econômica e a sustentabilidade social e ambiental”, disse o executivo.

Os novos projetos que estão sendo desenhados procuram destacar o que a empresa classifica de “seis bios” (bioaçúcar, bioetanol, bioeletricidade, biodiesel, biofertilizantes e bioágua), em um projeto integrado que procura reduzir a emissão de gases de efeito estufa. ! Os avanços, de acordo com Olivério, são introduzidos em partes e ainda não há nenhuma unidade emoperação que os reúna — ainda que pelo menos uma já tenha as quatro primeiras características.

Para chegar à autossuficiência de água — as usinas normalmente têm de recorrer aos mananciais —, os projetos da Dedini usam catalisadores para evitar a perda de vapor e promovem o uso da própria água da cana — daí o estranho termo “bioágua”. Esta bioágua permite uma concentração maior de resíduos do processo produtivo, resultando em um tipo de biofertilizante organo-mineral que pode ser aplicados nos canaviais.

“Calculamos em quatro anos o retorno de um investimento em uma usina como essa. Temos alguns orçamentos nesse sentido, principalmente de projetos novos”, afirma o vice-presidente.

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