Usina Santa Tereza usa ozônio para clarificar açúcar refinado

A usina Santa Tereza, de grupo João Santos, em Goiana, PE, investiu R$ 600 mil na implantação de um sistema que utiliza o ozônio no processo de branqueamento do açúcar refinado. Com isso, a unidade vai reduzir gastos em 50% em descolorantes, além de aumentar a produtividade da destilaria de álcool em 5%, por conta da redução do uso de ácido Sulfúrico.

De acordo com o gerente industrial da usina, Lourivaldo Leal, o ozônio vai garantir maior poder de clarificação. “Haverá redução de cor no licor flotado resultando em um açúcar bruto com cor em torno de 150 Incusa”, afirma. O ozônio é produzido na própria usina por meio de um gerador instalado pelo fabricante, em regime de comodato.

Nesta safra, que começou este mês, a Usina Santa Tereza estima a moagem de aproximadamente um milhão de toneladas de cana para produção de 1,9 milhão de sacos de açúcar refinado e 23 milhões de litros de etanol. O açúcar será 100% exportado, principalmente para a Europa, Ásia e América do Sul.

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