Unicamp projeta colhedora semi-mecanizada

O impasse do plantio e colheita mecanizada da cana em áreas com declive superior a 12% pode estar chegando ao fim, pelo menos se depender da Faculdade de Agronomia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O Departamento de Máquinas Agrícolas concluiu o projeto para viabilização de uma colhedora semi-mecaniza para o setor. Segundo o professor Oscar Braunbeck, a nova máquina aguarda apenas recursos de financiamentos a pesquisas para ter seu primeiro protótipo.

O projeto estima para a máquina um preço de R$ 100 mil por unidade e a possibilidade de colheita da cana em áreas onde não se pode trabalhar com as colhedoras convencionais, ou seja, nos 20% das áreas dos canaviais brasileiras que apresentam declive acima de 12%. O projeto prevê ainda que a nova máquina vai utilizar 11 trabalhadores e terá capacidade de colher 200 toneladas de cana por dia, enquanto as máquinas existentes precisam de apenas um trabalhador e colhe 600 toneladas/dia.

O primeiro interessado em financiar o projeto é o Conselho de Ciência e Tecnologia de Piracicaba (SP), uma região onde mais de 70% dos canaviais estão em áreas com declive acima de 12%.

Unicamp projeta colhedora semi-mecanizada

O impasse do plantio e colheita mecanizada da cana em áreas com declive superior a 12% pode estar chegando ao fim, pelo menos se depender da Faculdade de Agronomia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O Departamento de Máquinas Agrícolas concluiu o projeto para viabilização de uma colhedora semi-mecaniza para o setor. Segundo o professor Oscar Braunbeck, a nova máquina aguarda apenas recursos de financiamentos a pesquisas para ter seu primeiro protótipo.

O projeto estima para a máquina um preço de R$ 100 mil por unidade e a possibilidade de colheita da cana em áreas onde não se pode trabalhar com as colhedoras convencionais, ou seja, nos 20% das áreas dos canaviais brasileiras que apresentam declive acima de 12%. O projeto prevê ainda que a nova máquina vai utilizar 11 trabalhadores e terá capacidade de colher 200 toneladas de cana por dia, enquanto as máquinas existentes precisam de apenas um trabalhador e colhe 600 toneladas/dia.

O primeiro interessado em financiar o projeto é o Conselho de Ciência e Tecnologia de Piracicaba (SP), uma região onde mais de 70% dos canaviais estão em áreas com declive acima de 12%.

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