Transporte de cana enfrenta desafios na safra 2017/18

A atividade de transporte de cana, integrante da operação de carga, transbordo e transporte (CTT), tem novas regulamentações na safra 2017/18. Elas desafiam os responsáveis pela logística das unidades sucroenergéticas a buscar novas soluções para que o tempo e o custo da viagem da cana até a usina não prejudiquem o desempenho industrial e financeiro das empresas.

A regulamentação sobre uso de lonas para o transporte de colmos em rodovias entrará em vigor no início de junho deste ano e gera dúvidas entre gestores de usinas e de fornecedores de cana.

Uma das dúvidas diz respeito sobre como dever ser aplicada e otimizada a operação de cobertura de cargas sem elevar os custos ou o seu tempo da operação.

“Existe uma série de mecanismos para realizar essa operação e cada empresa deve buscar a adequação mais próxima à sua realidade”, afirmou o gerente de economia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), Luciano Rodrigues, durante o 14a Seminário Internacional de Logística Agroindustrial, realizado pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (Esalq-Log) em Piracicaba (SP), no dia 10 de abril.

A exigência de instalação de lonas nas carretas transportadoras de cana em rodovias estaduais e federais consta de determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

O objetivo da medida é impedir o derramamento de carga nas estradas, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a quem o Contran é subordinado.

Conforme o Denatran, a exigência foi adiada por duas vezes desde 2013, a pedido do próprio setor sucroenergético. A partir de 01/06, quem não cumprir estará sujeito a multas.

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