SP vai expandir co-geração de energia com bagaço de cana

O Estado de São Paulo vai expandir a produção de energia em seu território. Quem defendeu a iniciativa foi o governador José Serra durante a reinauguração da Termoelétrica-Cogeração de Energia Usina Gasa, na sexta-feira, dia 3, em Andradina. “O potencial de produção de energia do Estado é de 6000 megawatts, e precisa ser expandido. Essa questão de se aproveitar o bagaço e palha da cana para fazer energia é algo muito bom”, enfatizou Serra.

O governador disse que o uso da cana-de-açúcar como matéria-prima para a produção de energia é bem-vinda sob dois aspectos. Primeiro porque é uma alternativa econômica e segundo porque beneficia a indústria estadual uma vez que todo o equipamento para seu beneficiamento é produzido em São Paulo.

A co-geração é uma alternativa mais rápida e viável para aumentar a oferta de energia elétrica não só em São Paulo, mas em todo o mundo. Ela usa resíduos agrícolas, madeira e outros materiais como matéria-prima para a produção de energia.

São Paulo conta com um programa específico para a questão, com o objetivo de promover o desenvolvimento da indústria de co-geração de energia a partir da biomassa. Uma das ações já desenvolvidas nesse sentido foi a criação, em abril de 2007, da Comissão de Bioenergia, com a finalidade de buscar a melhora da sustentabilidade social e ambiental na produção e uso da bioenergia. A comissão é comandada pelo professor José Goldenberg, da USP.

Em setembro de 2007 o governador José Serra firmou convênio com a FIESP para incentivar a co-geração, incluindo o mapeamento das instalações das usinas paulistas; diferimento do ICMS sobre o bagaço, eletricidade e vapor entre co-geradora e usina, autorizado pelo Decreto 53.158/08, e a redução da taxa e licenciamento ambiental para co-geradoras, determinada pelo Decreto 53.205/08.

Em julho deste ano o Governo do Estado assinou protocolo de intenções para viabilizar a conexão das centrais de co-geração de bio-eletricidade ao sistema de transmissão paulista, documento que faz parte de parceria das Secretarias de Desenvolvimento e de Saneamento e Energia com a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica (CTEEP), União das Indústrias de Cana-de-açúcar (Única) e Associação Paulista de Co-geração de Energia (Cogen-SP).

“Estamos viabilizando a transferência da energia elétrica que vai ser produzida através do bagaço de cana, que na verdade é o resto da cana, a todo o sistema”, enfatizou o secretário do Desenvolvimento Alberto Goldman à época da assinatura do protocolo. Segundo ele, entre os próximos quatro e seis anos poderão ser adicionados ao sistema energético paulista quase cinco mil megawatts.

“Para se ter uma idéia do que isso significa: é mais do que todas as usinas do Rio Madeira que agora estão sendo licitadas”, ilustrou. Na avaliação dos integrantes da Comissão de Bioenergia, o estado de São Paulo tem em seu solo uma verdadeira Usina de Itaipu em potencial em se tratando de energia, basta partir para a co-geração a partir do bagaço da cana

SP vai expandir co-geração de energia com bagaço de cana

O Estado de São Paulo vai expandir a produção de energia em seu território. Quem defendeu a iniciativa foi o governador José Serra durante a reinauguração da Termoelétrica-Cogeração de Energia Usina Gasa, na sexta-feira, dia 3, em Andradina. “O potencial de produção de energia do Estado é de 6000 megawatts, e precisa ser expandido. Essa questão de se aproveitar o bagaço e palha da cana para fazer energia é algo muito bom”, enfatizou Serra.

O governador disse que o uso da cana-de-açúcar como matéria-prima para a produção de energia é bem-vinda sob dois aspectos. Primeiro porque é uma alternativa econômica e segundo porque beneficia a indústria estadual uma vez que todo o equipamento para seu beneficiamento é produzido em São Paulo.

A co-geração é uma alternativa mais rápida e viável para aumentar a oferta de energia elétrica não só em São Paulo, mas em todo o mundo. Ela usa resíduos agrícolas, madeira e outros materiais como matéria-prima para a produção de energia.

São Paulo conta com um programa específico para a questão, com o objetivo de promover o desenvolvimento da indústria de co-geração de energia a partir da biomassa. Uma das ações já desenvolvidas nesse sentido foi a criação, em abril de 2007, da Comissão de Bioenergia, com a finalidade de buscar a melhora da sustentabilidade social e ambiental na produção e uso da bioenergia. A comissão é comandada pelo professor José Goldenberg, da USP.

Em setembro de 2007 o governador José Serra firmou convênio com a FIESP para incentivar a co-geração, incluindo o mapeamento das instalações das usinas paulistas; diferimento do ICMS sobre o bagaço, eletricidade e vapor entre co-geradora e usina, autorizado pelo Decreto 53.158/08, e a redução da taxa e licenciamento ambiental para co-geradoras, determinada pelo Decreto 53.205/08.

Em julho deste ano o Governo do Estado assinou protocolo de intenções para viabilizar a conexão das centrais de co-geração de bio-eletricidade ao sistema de transmissão paulista, documento que faz parte de parceria das Secretarias de Desenvolvimento e de Saneamento e Energia com a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica (CTEEP), União das Indústrias de Cana-de-açúcar (Única) e Associação Paulista de Co-geração de Energia (Cogen-SP).

“Estamos viabilizando a transferência da energia elétrica que vai ser produzida através do bagaço de cana, que na verdade é o resto da cana, a todo o sistema”, enfatizou o secretário do Desenvolvimento Alberto Goldman à época da assinatura do protocolo. Segundo ele, entre os próximos quatro e seis anos poderão ser adicionados ao sistema energético paulista quase cinco mil megawatts.

“Para se ter uma idéia do que isso significa: é mais do que todas as usinas do Rio Madeira que agora estão sendo licitadas”, ilustrou. Na avaliação dos integrantes da Comissão de Bioenergia, o estado de São Paulo tem em seu solo uma verdadeira Usina de Itaipu em potencial em se tratando de energia, basta partir para a co-geração a partir do bagaço da cana.

SP vai expandir co-geração de energia com bagaço de cana

O Estado de São Paulo vai expandir a produção de energia em seu território. Quem defendeu a iniciativa foi o governador José Serra durante a reinauguração da Termoelétrica-Cogeração de Energia Usina Gasa, na sexta-feira, dia 3, em Andradina. “O potencial de produção de energia do Estado é de 6000 megawatts, e precisa ser expandido. Essa questão de se aproveitar o bagaço e palha da cana para fazer energia é algo muito bom”, enfatizou Serra.

O governador disse que o uso da cana-de-açúcar como matéria-prima para a produção de energia é bem-vinda sob dois aspectos. Primeiro porque é uma alternativa econômica e segundo porque beneficia a indústria estadual uma vez que todo o equipamento para seu beneficiamento é produzido em São Paulo.

A co-geração é uma alternativa mais rápida e viável para aumentar a oferta de energia elétrica não só em São Paulo, mas em todo o mundo. Ela usa resíduos agrícolas, madeira e outros materiais como matéria-prima para a produção de energia.

São Paulo conta com um programa específico para a questão, com o objetivo de promover o desenvolvimento da indústria de co-geração de energia a partir da biomassa. Uma das ações já desenvolvidas nesse sentido foi a criação, em abril de 2007, da Comissão de Bioenergia, com a finalidade de buscar a melhora da sustentabilidade social e ambiental na produção e uso da bioenergia. A comissão é comandada pelo professor José Goldenberg, da USP.

Em setembro de 2007 o governador José Serra firmou convênio com a FIESP para incentivar a co-geração, incluindo o mapeamento das instalações das usinas paulistas; diferimento do ICMS sobre o bagaço, eletricidade e vapor entre co-geradora e usina, autorizado pelo Decreto 53.158/08, e a redução da taxa e licenciamento ambiental para co-geradoras, determinada pelo Decreto 53.205/08.

Em julho deste ano o Governo do Estado assinou protocolo de intenções para viabilizar a conexão das centrais de co-geração de bio-eletricidade ao sistema de transmissão paulista, documento que faz parte de parceria das Secretarias de Desenvolvimento e de Saneamento e Energia com a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica (CTEEP), União das Indústrias de Cana-de-açúcar (Única) e Associação Paulista de Co-geração de Energia (Cogen-SP).

“Estamos viabilizando a transferência da energia elétrica que vai ser produzida através do bagaço de cana, que na verdade é o resto da cana, a todo o sistema”, enfatizou o secretário do Desenvolvimento Alberto Goldman à época da assinatura do protocolo. Segundo ele, entre os próximos quatro e seis anos poderão ser adicionados ao sistema energético paulista quase cinco mil megawatts.

“Para se ter uma idéia do que isso significa: é mais do que todas as usinas do Rio Madeira que agora estão sendo licitadas”, ilustrou. Na avaliação dos integrantes da Comissão de Bioenergia, o estado de São Paulo tem em seu solo uma verdadeira Usina de Itaipu em potencial em se tratando de energia, basta partir para a co-geração a partir do bagaço da cana.

X