SP estuda incentivos fiscais na compra de geradores a etanol

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A Secretaria de Energia do Estado de São Paulo encaminhou pedido para a Pasta da Fazenda realizar estudos para viabilizar incentivos fiscais para empreendimentos, como shopping centers e indústrias na compra de geradores de energia movidos a etanol combustível, gerado a partir do bagaço da cana-de-açúcar

DCI – Diário do Comércio & Indústria

Em relação aos geradores “limpos”, Aníbal disse que conversou com uma empresa que produz um equipamento a etanol e que esta pediu incentivos para fazer um preço competitivo no mercado. “Olha, no caso dos geradores a etanol, eles [os fabricantes] nos pediram incentivo fiscal porque têm um preço um pouco acima dos geradores a diesel”, comparou o secretário de Energia.

A medida tem por objetivo compartilhar a geração de energia no estado e evitar que apagões, como o ocorrido no último dia 8 de fevereiro, que afetou dez regiões da capital paulista, não se repitam. Naquela ocasião, pelo menos 2,5 milhões de usuários foram prejudicados pela falta de luz. O transtorno, que durou 23 minutos, foi causado por uma falha que atingiu transformador da Eletropaulo.

A ideia do governo é permitir que entre 17h e 20h, grandes consumidores possam, ao utilizar os geradores, minimizar o impacto do consumo do sistema elétrico estadual. Outro objetivo é incentivar, paulatinamente, a conversão e a troca de geradores movidos a diesel, que são mais poluentes, por equipamentos mais modernos, movidos a gás natural e etanol, esse último gerado a partir do bagaço da cana de açúcar. Hoje o estado possui 20 mil geradores em atividade, a grande maioria deles a óleo diesel.

“Nós estamos conversando sobre isso [substituição de geradores a diesel] na secretaria e com a empresa que produz o gerador movido a etanol. E não é tão difícil esse processo de reconversão, de mudança. Esse é um programa a médio prazo. Agora vamos estimular a entrada de novos geradores a etanol e gás e posteriormente fazer a reconversão”, acenou Aníbal.

Sobre o diesel, Aníbal completou que a Petrobras vai reduzir as partículas poluentes do diesel produzido no estado. A meta é reduzir a 50 partículas enquanto o padrão praticado na Europa é de 10.

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A Secretaria de Energia do Estado de São Paulo encaminhou pedido para a Pasta da Fazenda realizar estudos para viabilizar incentivos fiscais para empreendimentos, como shopping centers e indústrias na compra de geradores de energia movidos a etanol combustível, gerado a partir do bagaço da cana-de-açúcar.

Em relação aos geradores “limpos”, Aníbal disse que conversou com uma empresa que produz um equipamento a etanol e que esta pediu incentivos para fazer um preço competitivo no mercado. “Olha, no caso dos geradores a etanol, eles [os fabricantes] nos pediram incentivo fiscal porque têm um preço um pouco acima dos geradores a diesel”, comparou o secretário de Energia.

A medida tem por objetivo compartilhar a geração de energia no estado e evitar que apagões, como o ocorrido no último dia 8 de fevereiro, que afetou dez regiões da capital paulista, não se repitam. Naquela ocasião, pelo menos 2,5 milhões de usuários foram prejudicados pela falta de luz. O transtorno, que durou 23 minutos, foi causado por uma falha que atingiu transformador da Eletropaulo.

A ideia do governo é permitir que entre 17h e 20h, grandes consumidores possam, ao utilizar os geradores, minimizar o impacto do consumo do sistema elétrico estadual. Outro objetivo é incentivar, paulatinamente, a conversão e a troca de geradores movidos a diesel, que são mais poluentes, por equipamentos mais modernos, movidos a gás natural e etanol, esse último gerado a partir do bagaço da cana de açúcar. Hoje o estado possui 20 mil geradores em atividade, a grande maioria deles a óleo diesel.

“Nós estamos conversando sobre isso [substituição de geradores a diesel] na secretaria e com a empresa que produz o gerador movido a etanol. E não é tão difícil esse processo de reconversão, de mudança. Esse é um programa a médio prazo. Agora vamos estimular a entrada de novos geradores a etanol e gás e posteriormente fazer a reconversão”, acenou Aníbal. ]

Sobre o diesel, Aníbal completou que a Petrobras vai reduzir as partículas poluentes do diesel produzido no estado. A meta é reduzir a 50 partículas enquanto o padrão praticado na Europa é de 10.

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