“Setor tem que solucionar problemas estruturais para ser mais competitivo no exterior”

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O setor sucroenergético precisa solucionar problemas internos estruturais para ser mais competitivo com o etanol e voltar a conquistar a Europa. Essa é a conclusão de Tarcilo Rodrigues, diretor da Bioagência, que enfatiza uma série de fatores complexos que impedem o crescimento e a retomada.

“Há uma série de processos complexos que envolve esse mercado como custos elevados, questão de câmbio, logística, além da necessidade de se ter um marco regulatório para produção e a questão da competitividade frente a gasolina”, revela.

Segundo Rodrigues, para evoluir o setor tem que deixar de pensar que é o melhor produtor da atualidade e fazer sua lição de casa com eficiência. “O ponto fraco não está no campo e se trabalharmos forte nisso seremos imbatíveis. Por exemplo, os processos para qualquer tipo de ampliação portuária é muito burocrático e temos que destravar isso para não perdermos competitividade. Mas se a Europa reduzir os impostos como fez os Estados Unidos, aumentará a competitividade brasileira porém dizer que somos os melhores é muita pretensão”, diz.

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