Setor quer mudanças na legislação da Lei da Balança

Grande parte das usinas do setor sucroalcooleiro se pergunta: Qual o

melhor sistema de transporte de cana-de-açúcar nas suas condições de trabalho? O que sinaliza o mercado de implementos rodoviários dentro da legislação? A legislação que rege as Combinações de Veículos de Carga (CVC) pode ate ser contestada, mas não deveria ser desobedecida.

“A maioria do setor faz transporte irregular porque a legislação precisa ser mudada”, adverte Marcelo Bassi, gerente de motomecanização da Usina São José da Estiva, de Novo Horizonte (SP). O problema são as enormes dificuldades em se obter autorização especial de trânsito, tanto nos DERs, quanto nas concessões. As regionais dos DERs adotam critérios diferenciados de interpretação da legislação, além de não reconhecerem trabalhos elaborados de viabilidade de várias CVCs.

Um dos pontos da legislação determina que área com aclive superior a 3%, os veículos de transporte de carga não podem desenvolver velocidade inferior à metade da máxima da rodovia. “Isso é praticamente impossível, independente de ser rodotrem, treminhão ou Julieta”, explica Marcelo Rossi. A alternativa, segundo ele, tem sido buscar rotas alternativas (principalmente estradas rurais) que aumentam o custo do transporte na planilha geral da usina.

O mercado de implementos rodoviários canavieiros sinaliza maiores vendas para o sistema rodotrem. Estabilidade, melhor distribuição de carga e possibilidade de desengate para trabalho individual, são algumas vantagens encontradas neste equipamento. Já a fiscalização com balanças móveis, ela está exigindo dos fabricantes taras menores. Segundo Paulo Burjaili, gerente comercial da Rodoribe, empresa de Ribeirão Preto (SP) especializada em sistema de transporte, “a única opção para enfrentar esse problema é o rodotrem por ter maior capacidade de tara e no caso do desempenho do caminhão nas estradas, ou seja, nas áreas de elevado declive, vai depender também da potência do motor”.

Setor quer mudanças na legislação da Lei da Balança

Grande parte das usinas do setor sucroalcooleiro se pergunta: Qual o

melhor sistema de transporte de cana-de-açúcar nas suas condições de trabalho? O que sinaliza o mercado de implementos rodoviários dentro da legislação? A legislação que rege as Combinações de Veículos de Carga (CVC) pode ate ser contestada, mas não deveria ser desobedecida.

“A maioria do setor faz transporte irregular porque a legislação precisa ser mudada”, adverte Marcelo Bassi, gerente de motomecanização da Usina São José da Estiva, de Novo Horizonte (SP). O problema são as enormes dificuldades em se obter autorização especial de trânsito, tanto nos DERs, quanto nas concessões. As regionais dos DERs adotam critérios diferenciados de interpretação da legislação, além de não reconhecerem trabalhos elaborados de viabilidade de várias CVCs.

Um dos pontos da legislação determina que área com aclive superior a 3%, os veículos de transporte de carga não podem desenvolver velocidade inferior à metade da máxima da rodovia. “Isso é praticamente impossível, independente de ser rodotrem, treminhão ou Julieta”, explica Marcelo Rossi. A alternativa, segundo ele, tem sido buscar rotas alternativas (principalmente estradas rurais) que aumentam o custo do transporte na planilha geral da usina.

O mercado de implementos rodoviários canavieiros sinaliza maiores vendas para o sistema rodotrem. Estabilidade, melhor distribuição de carga e possibilidade de desengate para trabalho individual, são algumas vantagens encontradas neste equipamento. Já a fiscalização com balanças móveis, ela está exigindo dos fabricantes taras menores. Segundo Paulo Burjaili, gerente comercial da Rodoribe, empresa de Ribeirão Preto (SP) especializada em sistema de transporte, “a única opção para enfrentar esse problema é o rodotrem por ter maior capacidade de tara e no caso do desempenho do caminhão nas estradas, ou seja, nas áreas de elevado declive, vai depender também da potência do motor”.

X