Setor entende que não há mais o que temer

Fosse reduzido na comparação a um transatlântico, o país chamado Brasil estaria hoje como que acabado de passar pelo aquilão mas, em vez de retomar a navegação por águas calmas, correndo ainda risco de adernar.

Já não mais por causas externas, como os estilhaços que ainda chegam da crise econômica mundial de 2008, mas por causa do motim.

O vice-comandante que sucedeu à capitã e sua nova tripulação sabem que têm pouco tempo para colocar o navio arrebentado em ordem sob pena de naufrágio.

Michel Temer, já com o time montado, chega com status de gerenciar crises com sucesso. Para o agronegócio como um todo trouxe o magnata da soja e senador Blairo Maggi (PP-MT).

Para as Minas e Energia — que envolve a agroindústria canavieira, hoje integrante importante da matriz energética brasileira por fornecer etanol e bioeletricidade — trouxe o deputado federal Fernando Coelho, do PSB, de Pernambuco.

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