Rosinha Garotinho faz parte da história da Usina Santa Cruz

“A Usina Santa Cruz faz parte do meu coração. Ali, estudei as primeiras letras, ali trabalhou a minha mãe, disse a governadora Rosinha Garotinho durante uma reunião no Palácio Laranjeiras.

José Pessoa, presidente do Grupo J. Pessoa e da Usina Santa Cruz, disse na última sexta-feira (4/7) durante visita de Rosinha Garotinho na unidade, que a governadora faz parte da história da Usina.

A governadora lembrou ainda fatos marcantes, como o papel desempenhado pela professora Rosângela Matheus, que por frutíferos 17 anos dirigiu a creche da usina e, também, de um peça de teatro, encenada pela governadora no papel de uma cortadora de cana, há duas décadas sob o título o auto do lavrador na volta do êxodo.

“Foi enfática ao falar do indispensável respeito aos direitos e valorização dos trabalhadores e das expectativas quanto ao lugar que a industria sucroalcooleira desempenhará no futuro de Campos, aliás um futuro que já começou”, lembrou José Pessoa.

Pessoa explicou que pretende reafirmar compromissos com a expansão das atividades do Grupo J. Pessoa na região, sempre orientado pelas responsabilidades sociais, o progresso coletivo e individual da sociedade campista. “O trabalhador é o ponto de chegada e de partida das nossas atenções. Nosso grupo, sempre teve na valorização do trabalho um traço marcante e distintivo. Estamos aqui, portanto, para somar, para construir e caminhar no rumo de realizações duradouras”, enfatizou.

Rosinha Garotinho faz parte da história da Usina Santa Cruz

“A Usina Santa Cruz faz parte do meu coração. Ali, estudei as primeiras letras, ali trabalhou a minha mãe, disse a governadora Rosinha Garotinho durante uma reunião no Palácio Laranjeiras.

José Pessoa, presidente do Grupo J. Pessoa e da Usina Santa Cruz, disse na última sexta-feira (4/7) durante visita de Rosinha Garotinho na unidade, que a governadora faz parte da história da Usina.

A governadora lembrou ainda fatos marcantes, como o papel desempenhado pela professora Rosângela Matheus, que por frutíferos 17 anos dirigiu a creche da usina e, também, de um peça de teatro, encenada pela governadora no papel de uma cortadora de cana, há duas décadas sob o título o auto do lavrador na volta do êxodo.

“Foi enfática ao falar do indispensável respeito aos direitos e valorização dos trabalhadores e das expectativas quanto ao lugar que a industria sucroalcooleira desempenhará no futuro de Campos, aliás um futuro que já começou”, lembrou José Pessoa.

Pessoa explicou que pretende reafirmar compromissos com a expansão das atividades do Grupo J. Pessoa na região, sempre orientado pelas responsabilidades sociais, o progresso coletivo e individual da sociedade campista. “O trabalhador é o ponto de chegada e de partida das nossas atenções. Nosso grupo, sempre teve na valorização do trabalho um traço marcante e distintivo. Estamos aqui, portanto, para somar, para construir e caminhar no rumo de realizações duradouras”, enfatizou.

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