A responsabilidade na matriz energética e suas oportunidades

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Há exatos 30 anos, quando as primeiras usinas sucroenergéticas iniciaram a exportação dos excedentes de energia elétrica, um novo produto entrou para seu portfólio de produção: a Bioeletricidade.

Atualmente, a biomassa da cana é responsável pela 3a posição na ma- triz elétrica brasileira, com 11.205 MW instalados, correspondentes à 6,9% da potência outorgada pela Agência Nacional de Energia Elétri- ca (ANEEL). Isso foi acelerado pelo “apagão de energia” dos anos 2000, provocando a reestruturação do se- tor elétrico nacional.

A partir de então, as unidades sucroenergéticas intensificaram seus investimentos em caldeiras de alta pressão e temperatura que, combinadas com as turbinas a vapor de contrapressão e condensação, aumentaram consideravelmente a capacidade instalada desta fonte de energia.

Em 2016, segundo a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), das 378 unidades sucroenergéticas em operação, apenas 175 exportavam excedentes de Bioeletricidade para a rede. Assim, há um potencial de mais de 200 plantas que podem passar por um processo de reforma (retrofit), aproveitando plenamente o bagaço e a palha, tornando-se grandes geradoras de Bioeletricidade.

Contribuindo há 25 anos para esse setor, a TGM destaca-se no fornecimento de Turbinas, Redutores e Serviços e hoje está presente em mais de 75% dos empreendimentos geradores de energia por biomassa.

Com tecnologia própria, a empresa desenvolve seus equipamentos com foco na e ciência, segurança e disponibilidade operacional, que, associados aos estudos de balanço térmico dessas plantas, formam o esta- do da arte em e ciência na geração de energia. Hoje, a empresa investe no desenvolvimento e potencialização da geração de energia, com o projeto engenharia operacional: uma opção de viabilidade energética para as plantas.

O acordo de Paris de 2016 impulsionará a geração e cogeração pela fonte de biomassa

Engenharia Operacional TGM foca em maior eficiência energética para cogeração

A competitividade no mercado de geração de energia elétrica vem aumentando gradativamente nas últimas décadas no Brasil e a necessidade de instalações mais e cientes, redução de custos operacionais e a gestão da operação nas térmicas mostram-se de vital importância para isso. Muitas plantas foram aumentando seus processos sem analisar o impacto no ciclo térmico e, acabaram tendo que rebaixar vapor para atender o processo, devido a limites no projeto dos equipamentos.

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