“República do etanol” pode gerar benefícios ao país

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Pelo ar, terra, asfalto, em corredores exclusivos, sobre duas, quatro ou mais rodas, o etanol pode invadir o campo e a cidade por meio de carros, motos, ônibus, caminhões, tratores, colhedoras e aviões. A “revolução” do biocombustível de cana tem amplas possibilidades de ser bem-sucedida, ampliando a demarcação de território e desbancando combustíveis fósseis – conhecidos também como diesel e gasolina – de posições e lugares que poderiam ser considerados verdadeiros “bunkers”.

A “república do etanol” pode ser criada no Brasil, mais cedo ou mais tarde, a partir da adoção de determinadas medidas estratégicas por parte do governo federal e da cadeia produtiva da cana-de-açúcar. Não se trata, no entanto, da instalação de um “regime totalitário”, com predomínio absoluto do biocombustível de cana. Haverá espaço para a convivência pacífica e democrática com outros produtos, renováveis ou não. O que se espera é que a “nova república” crie condições para a expansão, de maneira justa, do etanol no mercado e o aproveitamento de todo o seu potencial.

A matéria completa você acompanha na edição 234 do JornalCana.

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