Receitas de usinas podem aumentar 10% com mecanismos de desenvolvimento limpo

De acordo com Marcelo Schunn Diniz Junqueira, diretor da Econergy Brasil, utilizando-se dos mecanismos de desenvolvimento limpo as usinas podem aumentar a receita da comercialização de energia em aproximadamente 10%.

Junqueira vai participar hoje, dia 6 de maio, do 7º Seminário Regional sobre Cana-de-Açúcar, promovido pela STAB – Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife. Na ocasião, analisará as oportunidades para o setor sucroalcooleiro proporcionadas pelo mercado de Crédito de Carbono. “As empresas de capital nacional que têm Créditos de Carbono para disponibilizar no mercado melhoram suas condições de comercialização de energia porque, hoje, as energéticas estão interessadas em compor “pacotes” (energia mais Crédito de Carbono) no momento da compra. Para as multinacionais, que estão investindo na aquisição de usinas sucroalcooleiras, a grande vantagem que se apresenta no momento é a possibilidade de transferir os Créditos de Carbono para suas matrizes na Europa e utilizá-los no abatimento dos percentuais estabelecidos como meta de não emissão de gases de efeito estufa”, explica Marcelo Junqueira.

A Econergy é uma empresa que gerencia projetos de energia limpa em 15 unidades sucroalcooleiras, tais como Açúcar Guarani S/A, Açucareira Corona, , Central de Álcool Lucélia Ltda, Usina Cerradinho, Cia Açucareira Vale do Rosário, Cia Energética Santa Elisa, Cocal Termelétrica, Equipav S/A Açúcar e Álcool, Usina Alta Mogiana, Usina Colombo, Usina Moema, Usina Nova América e Usina Cresciumal, no Estado de São Paulo, Usina Jalles Machado, em Goiás, e Barralcool, em Mato Grosso.

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