Qualificação não é luxo, é investimento

A crise enfrentada pelo Brasil somada aos anos difíceis vividos pelo setor, que resultou no fechamento de mais de 80 usinas, fez com que existisse hoje uma grande oferta de mão de obra para todas as áreas e especialidades.

No início de 2016, existiam vagas em aberto para mais de vinte cargos diferentes, desde estágios até gerências de planejamento e direção de operações em unidades de todo Brasil.

Cada empresa que atua no setor tem sua característica, cultura e carência de profissionais em áreas específicas. Parte disso pode ser explicada pela crise, mas outra parte é responsabilidade do próprio setor.

Poucos grupos tiveram capacidade de investimento em projetos greenfields (projetos inovadores onde não existe uma estrutura física prévia), por conta das dificuldades vividas pelo setor. Isso fez com que um número restrito de profissionais fosse qualificado dentro deste novo paradigma da indústria sucroenergética.

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