Proposta de pagamento deve incluir carência por até dois anos

Todas as agências que fazem análise do mercado de açúcar e etanol projetam uma situação de maior estabilidade. Isto facilita a realização de um diálogo para renegociação, avalia Miguel Tranin, presidente da Alcopar – Associação dos Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná.

“Com a realidade atual de preços do etanol e do açúcar é bem mais fácil fazer propostas, porque o cenário para 2016 é bom e, para 2017 não vai ser diferente. Nossa expectativa é que isto facilite o diálogo e o entendimento com os agentes financeiros”, ressalta.

Uma grande renegociação deveria incluir a carência de toda a dívida por um prazo de um a dois anos para que o setor tenha condições de sair da atual situação – argumenta.

Segundo ele, após esse período de carência e com um cenário mais positivo, o setor terá melhores condições para o pagamento da dívida.

Nos dias de hoje, isto se torna complicado devido às dificuldades geradas pela situação de instabilidade enfrentada pelas unidades e grupos sucroenergéticos nos últimos anos – observa.

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