´Programa do álcool pode unir países´

A comitiva brasileira que esteve semana passada na Colômbia para troca de tecnologias, teve o suporte do embaixador da Colômbia e da embaixadora do Brasil, Maria Celina Azevedo Rodrigues, e do

adido comercial, Carlos Henrique Moscardo, que acredita que álcool pode levar os dois países a criarem os primeiros projetos bi-nacionais. Para ele, esse contato oferece uma grande oportunidade comercial para ambos os países.

Maurílio Biagi, participante da comitiva, afirma que um bom projeto pode atrair empresários brasileiros.

O empresário acha que o Brasil pode fornecer álcool se a Colômbia necessitar do produto para garantir o início do programa.

Para Biagi, com o início da operação da primeira destilaria em Hoyas del Rio Suarez, pode haver diminuição da produção de “panela” e a demanda pelo produto será atendida com o açúcar do mercado interno.

A assessoria de imprensa da Santa Elisa explica que a Colômbia produz quase 40 milhões de toneladas de cana, 2,5 milhões de toneladas de açúcar e 1,2 milhões de toneladas de “panelas”.

“Panela” é uma rapadura semelhante à brasileira mas bem mais evoluída, em cerca de 800 pequenas fábricas que produzem 1,2 milhões de tonelada/ano.

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