Produtores de Cana da Paraíba homenageiam deputado

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Garantia de seguro-desemprego para os trabalhadores rurais, acesso a crédito a juros mais baixos e anistia para as dívidas dos pequenos produtores rurais. Essas são algumas das promessas de governo do candidato a presidência da República, José Serra (PSDB), aos produtores rurais do Brasil.

Pelo menos foram essas as bandeiras defendidas pelo seu vice, o deputado federal Índio da Costa e pelo deputado federal Efraim Filho, que recebeu uma homenagem dos produtores de cana da Paraíba no último sábado (21), na capital paraibana.

Realizado no auditório da Associação dos Plantadores de cana da Paraíba (Asplan), na presença de mais de quinhentas pessoas e diversas lideranças do estado, a exemplo de Rômulo Gouveia, candidato a vice-governador da Paraíba, do senador Cícero Lucena e do deputado federal Major Fábio, o evento foi marcado tanto pelo agradecimento da classe produtora pelo que já foi conquistado, principalmente pela atuação do deputado Efraim Filho na defesa da categoria, quanto pelos problemas ainda existentes e pronunciamentos de compromisso para solucioná-los.

Para dar início aos trabalhos, o anfitrião do evento, o presidente da Asplan, Raimundo Nonato Siqueira, agradeceu a presença de todos e explicou o motivo para tal celebração.

“Queremos parabenizar o deputado Efraim Filho por ter nos dado apoio na Câmara Federal na aprovação da manutenção da Lei 4.870, que regulamenta o setor canavieiro e estava ameaçada de extinção, bem como a aprovação de nossa subvenção, que será de fundamental importância para minimizar os prejuízos causados pelo período de estiagem, cujas perdas já são percebidas por todos os produtores paraibanos que tiveram uma baixa de quase 20% da produção”, disse Nonato, lembrando que Efraim Filho não foi o único deputado paraibano a defender a causa dos produtores, mas foi o principal deles.

O deputado Efraim Filho, agradecendo as palavras do presidente da Asplan, fez questão de renovar seus votos e de sua bancada em favor da classe produtora. “Nós temos acompanhado todas as ações ligadas aos trabalhadores rurais e somos sensíveis às suas causas.

Conquistamos o estatuto da lavoura canavieira, a subvenção, mas com grande luta. Tudo porque reconhecemos que o campo é a vocação econômica de nosso Nordeste e precisa ser preservado. Por isso, estamos sempre atentos às questões, seja no que se refere ao seguro desemprego, seguro safra e todas as demandas do campo”, destacou Efraim.

Ainda durante seu pronunciamento, Efraim também disse defender o perdão das dívidas dos pequenos agricultores. “Esse governo que aí está perdoou as dívidas da Bolívia, Venezuela, Peru e porque não perdoar as dívidas de nosso pequeno produtor? Precisamos avançar no agronegócio e só assim vamos deixar o produtor tranqüilo para produzir. Ele não tem culpa do solo ruim e nem da seca”, defendeu o parlamentar.

Corroborando com as palavras do parlamentar paraibano, Índio da Costa afirmou que o Brasil tem uma dívida com a Paraíba e que o governo de José Serra não deixará mais que o Estado seja esquecido. “Vamos trazer projetos estruturantes para a Paraíba.

Falta aqui uma maneira eficaz para o escoamento da produção dos produtores canavieiros e nós vamos investir nisso”, disse o deputado, anunciando ainda que o governo Serra vai garantir vários outros benefícios para a categoria.

“Vamos ampliar o seguro-safra e vamos rever os empréstimos para agricultores para que eles tenham tranqüilidade para produzir e facilidade de pagar suas parcelas”, destacou o candidato a vice-presidente de Serra.

Quando questionado pelo público presente e pelo anfitrião do evento, Raimundo Nonato, qual seria o comportamento do governo Serra frente ao MST, Índio foi enfático. “Daremos o tratamento que eles merecem: um tratamento duro”, disse o parlamentar prometendo respeito aos trabalhadores rurais e aos donos de terra.

“Nós vamos respeitar o produtor rural, que é sério, que sua a camisa para educar seus filhos e alimentar sua família e ainda tem que lidar com invasões em suas terras”, destacou ele, lembrando que o governo Serra não reconhecerá o MST como movimento social.

“Não reconhecemos o MST como movimento social e sim político e é assim que ele vai ser tratado”, anunciou Índio da Costa, sendo bastante aplaudido pelos presentes, cuja platéia era formada na sua quase totalidade por produtores canavieiros.

O presidente da Asplan encerrou o evento dizendo que ele não teve cunho político partidário. “Por coincidência, a homenagem que prestamos ao deputado federal Efraim Filho aconteceu na mesma data em que o vice-candidato de José Serra estava em João Pessoa, o que justificou a presença de alguns candidatos no evento, mas quero frisar que a Asplan é uma entidade apartidária que defende, exclusivamente, os interesses da classe produtora canavieira”, encerrou Nonato.

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