Produtores comemoram painel na OMC

O setor privado está comemorando a abertura de um comitê de arbitragem (painel) na OMC – Organização Mundial do Comércio contra os subsídios europeus ao açúcar no próximo dia 21. “Está tudo preparado”, disse Eduardo Carvalho, presidente da União da Agroindústria Canavieira (Unica).

“Poderíamos aumentar em US$ 2 bilhões as vendas externas se não houvesse subsídio”, avalia Gilman Viana Rodrigues, presidente da Comissão de Comércio Exterior da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária . Para ele, a abertura do painel significa que o direito de venda do Brasil seja preservado. Dados da Unica indicam que o maior concorrente do açúcar branco brasileiro no mercado livre mundial é o produto da União Européia. Entre os 10 maiores mercados para o açúcar branco europeu nos últimos anos, três eram também os principais compradores do produto nacional: Argélia, Emirados Árabes e Nigéria, com uma diferença em volume superior a 50% nas vendas em favor à União Européia, segundo levantamento da Unica.

Brasil, Tailândia e Austrália questionam as exportações da União Européia de 1,6 milhão de toneladas de açúcar provenientes dos países da Ásia, Caribe e Pacífico (ACP) e as vendas externas do produto da Cota C (produção excedente sem apoio), que recebem benefícios indiretos.

Produtores comemoram painel na OMC

O setor privado está comemorando a abertura de um comitê de arbitragem (painel) na OMC – Organização Mundial do Comércio contra os subsídios europeus ao açúcar no próximo dia 21. “Está tudo preparado”, disse Eduardo Carvalho, presidente da União da Agroindústria Canavieira (Unica).

“Poderíamos aumentar em US$ 2 bilhões as vendas externas se não houvesse subsídio”, avalia Gilman Viana Rodrigues, presidente da Comissão de Comércio Exterior da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária . Para ele, a abertura do painel significa que o direito de venda do Brasil seja preservado. Dados da Unica indicam que o maior concorrente do açúcar branco brasileiro no mercado livre mundial é o produto da União Européia. Entre os 10 maiores mercados para o açúcar branco europeu nos últimos anos, três eram também os principais compradores do produto nacional: Argélia, Emirados Árabes e Nigéria, com uma diferença em volume superior a 50% nas vendas em favor à União Européia, segundo levantamento da Unica.

Brasil, Tailândia e Austrália questionam as exportações da União Européia de 1,6 milhão de toneladas de açúcar provenientes dos países da Ásia, Caribe e Pacífico (ACP) e as vendas externas do produto da Cota C (produção excedente sem apoio), que recebem benefícios indiretos.

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