Produção garante acordo

As Usinas da região Centro-Sul anteciparam a safra e já no primeiro mês (abril) atingiram 607 milhões de litros de álcool, como pediu ao setor o governo e o setor aceitou a proposta. O diretor do Departamento de Álcool e Açúcar do Ministério da Agricultura, Ângelo Bressan, confirmou que a usinas da região Centro-Sul produziram 570 milhões de litros de álcool, e que outros 37 milhões de litros foram trazidos do Nordeste para garantir os 600 milhões de litros previstos no acordo com o governo. “Estamos monitorando a produção das usinas a cada 15 dias, e tudo dá a entender que não haverá problemas para se atingir a produção a mais de 1,5 bilhão de litros este ano”, disse ele.

Com isso,à partir de junho volta para 25% o percentual de adição do

álcool na gasolina. Na reunião dos produtores de álcool do Brasil com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, em janeiro, os empresários do setor se comprometeram a antecipar de maio para abril o começo da safra na região Centro-Sul.

A decisão de reduzir o porcentual da mistura de 25% para 20% foi tomada em janeiro, mas o setor, antecipando a safra, anunciou que haveria uma oferta adicional de 600 milhões de litros de álcool até o final de abril, volume para cobrir cobre com folga a falta estimada em 400 milhões de litros.

Com a retomada da adição de 25%, o ministro Roberto Rodrigues disse que ainda não pode confirmar se haverá ou uma redução do preço do gasolina, a partir de junho, por causa do aumento do álcool na mistura. Ele lembra, porém, que quando houve a redução do álcool na mistura para 20% em janeiro, os preços da gasolina aumentaram em aproximadamente 2%. Agora, ele espera que haja coerência por parte dos revendedores de combustíveis.

“Não é uma questão de o governo cobrar, é uma questão de ética”, advertiu. A Única (União da Indústria Canavieira do Estado de São Paulo) confirma que em abril 119 das 220 usinas da região Centro-Sul já haviam entrado em safra. As restante previam iniciar a produção durante o mês de maio, e o ministro Roberto Rodrigues adiantou que o governo vai continuar acompanhando a safra, tal qual adotando medidas para incentivar o setor.

Para o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, o setor é estratégico internamente no abastecimento e também contribui com superávit da balança comercial através das exportações, como açúcar e equipamentos das indústrias fornecedoras do setor. Além disso, está confirmada a nova linha de crédito de R$ 500 milhões que financiará, a juros de 11,5% ao ano, a estocagem de álcool nas usinas e poderá ser paga em quatro parcelas a partir de janeiro/2004 (Centro-Sul) e maio/2004 (Nordeste). A medida faz parte da estratégia do governo de fomentar a produção de álcool para normalizar o abastecimento interno e gerar estoques excedentes para a exportação.

Havendo a aprovação, o montante de R$ 500 milhões poderá chegar aos bancos – Banco do Brasil e privados – ainda em junho e, às mãos dos produtores, em julho – com a safra de cana ainda no começo. No ano passado, também foram destinados R$ 500 milhões para essa operação, mas o recurso não foi utilizado em razão da demora na sua liberação: saiu quando a fase de produção já estava no fim.

Produção garante acordo

As Usinas da região Centro-Sul anteciparam a safra e já no primeiro mês (abril) atingiram 607 milhões de litros de álcool, como pediu ao setor o governo e o setor aceitou a proposta. O diretor do Departamento de Álcool e Açúcar do Ministério da Agricultura, Ângelo Bressan, confirmou que a usinas da região Centro-Sul produziram 570 milhões de litros de álcool, e que outros 37 milhões de litros foram trazidos do Nordeste para garantir os 600 milhões de litros previstos no acordo com o governo. “Estamos monitorando a produção das usinas a cada 15 dias, e tudo dá a entender que não haverá problemas para se atingir a produção a mais de 1,5 bilhão de litros este ano”, disse ele.

Com isso,à partir de junho volta para 25% o percentual de adição do

álcool na gasolina. Na reunião dos produtores de álcool do Brasil com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, em janeiro, os empresários do setor se comprometeram a antecipar de maio para abril o começo da safra na região Centro-Sul.

A decisão de reduzir o porcentual da mistura de 25% para 20% foi tomada em janeiro, mas o setor, antecipando a safra, anunciou que haveria uma oferta adicional de 600 milhões de litros de álcool até o final de abril, volume para cobrir cobre com folga a falta estimada em 400 milhões de litros.

Com a retomada da adição de 25%, o ministro Roberto Rodrigues disse que ainda não pode confirmar se haverá ou uma redução do preço do gasolina, a partir de junho, por causa do aumento do álcool na mistura. Ele lembra, porém, que quando houve a redução do álcool na mistura para 20% em janeiro, os preços da gasolina aumentaram em aproximadamente 2%. Agora, ele espera que haja coerência por parte dos revendedores de combustíveis.

“Não é uma questão de o governo cobrar, é uma questão de ética”, advertiu. A Única (União da Indústria Canavieira do Estado de São Paulo) confirma que em abril 119 das 220 usinas da região Centro-Sul já haviam entrado em safra. As restante previam iniciar a produção durante o mês de maio, e o ministro Roberto Rodrigues adiantou que o governo vai continuar acompanhando a safra, tal qual adotando medidas para incentivar o setor.

Para o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, o setor é estratégico internamente no abastecimento e também contribui com superávit da balança comercial através das exportações, como açúcar e equipamentos das indústrias fornecedoras do setor. Além disso, está confirmada a nova linha de crédito de R$ 500 milhões que financiará, a juros de 11,5% ao ano, a estocagem de álcool nas usinas e poderá ser paga em quatro parcelas a partir de janeiro/2004 (Centro-Sul) e maio/2004 (Nordeste). A medida faz parte da estratégia do governo de fomentar a produção de álcool para normalizar o abastecimento interno e gerar estoques excedentes para a exportação.

Havendo a aprovação, o montante de R$ 500 milhões poderá chegar aos bancos – Banco do Brasil e privados – ainda em junho e, às mãos dos produtores, em julho – com a safra de cana ainda no começo. No ano passado, também foram destinados R$ 500 milhões para essa operação, mas o recurso não foi utilizado em razão da demora na sua liberação: saiu quando a fase de produção já estava no fim.

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