Presença da palha nos canaviais gera benefícios e novos desafios

Renato Anselmi, De Campinas, SP

Não há dúvidas: a palha gera diversos benefícios para a cana-de-açúcar. Mas, cria também novos desafios para a cultura, que motivaram inclusive a realização de estudos, debates e diversas recomendações. O manejo adequado da palha, o plantio direto – quando for possível – e a rotação de culturas podem formar uma combinação interessante para o aumento da produtividade e para a sustentabilidade econômica e ambiental dos canaviais.

“A palha é um resto cultural. Todo resto cultural é benéfico para a cultura subsequente, no caso a própria cana. Mas, também traz problemas quando são muito volumosos. Nenhuma outra cultura possui a quantidade de biomassa que a cana tem. O recolhimento de parte da palha é sempre muito interessante”, comenta Edgar Gomes Ferreira de Beauclair, professor da Esalq/USP – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, campus de Piracicaba, SP.

Aliás, o volume de biomassa que deve ser retirado das áreas de cana é uma das questões que tem gerado intensos debates sobre o manejo da palha. Segundo o professor da Esalq – que é vinculado ao Departamento de Produção Vegetal –, não há uma receita pronta. É preciso fazer a avaliação de cada área, levando em consideração inclusive as características do ambiente de produção e da própria variedade de cana, entre outros fatores.

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