Prefeitura de Curitiba testa papel feito com bagaço de cana

A Prefeitura de Curitiba está testando o uso de papel feito com bagaço de cana-de-açúcar. Segundo a administração municipal, além de ecologicamente vantajoso, o papel é mais barato que o convencional.

O papel ecológico começou a ser usado na Secretaria Municipal do Meio Ambiente há cerca de dois anos. A troca do material convencional, feito de celulose, está sendo feita gradativamente. Primeiro foram os blocos de anotações, seguidos de cartões de visita e formulários de processos administrativos. “À medida que o material velho acaba, os novos pedidos de compra são feitos para papel ecológico”, afirmou o superintende de Controle Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente, Mário Sérgio Rasera.

O papel ecológico é comprado via pregão eletrônico. O preço é, em média, 25% menos que o convencional. “Para o setor público, a economia é importante, assim como valorizar alternativas tecnológicas que deixem de pressionar os recursos naturais. Se aparecer outros tipos de materiais como esse, eles serão avaliados também”, disse Rasera.

A prefeitura afirma que a qualidade do papel ecológico é parecida com a do convencional. A nova tecnologia reaproveita o bagaço da cana que seria descartado como lixo agrícola, depois de ser moído.

Prefeitura de Curitiba testa papel feito com bagaço de cana

A Prefeitura de Curitiba está testando o uso de papel feito com bagaço de cana-de-açúcar. Segundo a administração municipal, além de ecologicamente vantajoso, o papel é mais barato que o convencional.

O papel ecológico começou a ser usado na Secretaria Municipal do Meio Ambiente há cerca de dois anos. A troca do material convencional, feito de celulose, está sendo feita gradativamente. Primeiro foram os blocos de anotações, seguidos de cartões de visita e formulários de processos administrativos. “À medida que o material velho acaba, os novos pedidos de compra são feitos para papel ecológico”, afirmou o superintende de Controle Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente, Mário Sérgio Rasera.

O papel ecológico é comprado via pregão eletrônico. O preço é, em média, 25% menos que o convencional. “Para o setor público, a economia é importante, assim como valorizar alternativas tecnológicas que deixem! de pressionar os recursos naturais. Se aparecer outros tipos de materiais como esse, eles serão avaliados também”, disse Rasera.

A prefeitura afirma que a qualidade do papel ecológico é parecida com a do convencional. A nova tecnologia reaproveita o bagaço da cana que seria descartado como lixo agrícola, depois de ser moído.

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