Preço do etanol é desafio nos EUA

O preço do etanol é o principal desafio da política de segurança energética dos Estados Unidos (EUA), segundo análise do representante-chefe da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) na América do Norte, Joel Velasco.

De acordo com ele, para o mercado americano reduzir a dependência do petróleo e criar um mercado maduro de etanol é necessário investir em três pilares: combustível, infra-estrutura (distribuição de etanol e fabricação de carros adequados ao uso do produto puro ou em mistura com gasolina, como nos flex) e preço.

Nem sempre o etanol consegue ter preço competitivo com a gasolina no mercado americano, porque o país impõe uma tarifa de US$ 0,54 por galão (um galão equivale a 3,78 litros) sobre o etanol brasileiro importado, afirmou Velasco, durante o painel Challenges to Opening Global Markets for Ethanol, evento anual promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Texas, em Houston.

Segundo o executivo da Unica, os Estados Unidos estão ampliando a produção de etanol ano a ano e devem ultrapassar os 9 bilhões de galões até o final de 2008. Além disso, o país conta com uma frota de carros adequada, que ainda não atingiu o limite do uso do E10 (gasolina com 10% de etanol) e nem do E85 (85% de etanol), que pode ser consumido pelos mais de 7 milhões de veículos flex que rodam nos EUA.

A tarifa de importação distorce o preço do etanol produzido nos EUA, porque infla o preço do biocombustível brasileiro em 30%. Ou seja, os EUA precisam diversificar para derrubar a dependência do petróleo, alertou Velasco, defendendo a abertura do mercado americano ao etanol de cana-de-açúcar.

Preço do etanol é desafio nos EUA

O preço do etanol é o principal desafio da política de segurança energética dos Estados Unidos (EUA), segundo análise do representante-chefe da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) na América do Norte, Joel Velasco.

De acordo com ele, para o mercado americano reduzir a dependência do petróleo e criar um mercado maduro de etanol é necessário investir em três pilares: combustível, infra-estrutura (distribuição de etanol e fabricação de carros adequados ao uso do produto puro ou em mistura com gasolina, como nos flex) e preço.

Nem sempre o etanol consegue ter preço competitivo com a gasolina no mercado americano, porque o país impõe uma tarifa de US$ 0,54 por galão (um galão equivale a 3,78 litros) sobre o etanol brasileiro importado, afirmou Velasco, durante o painel Challenges to Opening Global Markets for Ethanol, evento anual promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Texas, em Houston.

Segundo o executivo da Unica, os Estados Unidos estão ampliando a produção de etanol ano a ano e devem ultrapassar os 9 bilhões de galões até o final de 2008. Além disso, o país conta com uma frota de carros adequada, que ainda não atingiu o limite do uso do E10 (gasolina com 10% de etanol) e nem do E85 (85% de etanol), que pode ser consumido pelos mais de 7 milhões de veículos flex que rodam nos EUA.

A tarifa de importação distorce o preço do etanol produzido nos EUA, porque infla o preço do biocombustível brasileiro em 30%. Ou seja, os EUA precisam diversificar para derrubar a dependência do petróleo, alertou Velasco, defendendo a abertura do mercado americano ao etanol de cana-de-açúcar.

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