“Política para combustíveis deve considerar custos em saúde”

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“O etanol deveria ser mais barato para que as pessoas usassem predominantemente esse combustível. É preciso contar com uma política diferenciada que leve em conta na construção da planilha as economias em saúde”. Essa opinião é do chefe do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Hilário Nascimento Saldiva, que realiza, entre outras atividades, pesquisas sobre os impactos da poluição urbana na saúde dos cidadãos. O Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental do CNPq, que é coordenado por ele, já desenvolveu trabalho, demonstrando, por exemplo, que o maior uso de etanol nos grandes centros urbanos reduz o número de internações hospitalares e de mortes prematuras causadas por doenças respiratórias e cardiovasculares devido ao aumento da poluição.

A entrevista completa você acompanha na edição 234 do JornalCana.

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