O setor vai sair da crise, mas não no curto prazo

“A manutenção da competitividade setorial é uma condição necessária para a retomada dos investimentos em ampliação da capacidade produtiva, uma vez que, os fundamentos principais que moldam o futuro do setor persistem e continuarão a persistir no horizonte de médio e longo prazo”.

Esta é a opinião do head corporativo para o segmento sucroenergético da Siemens, Ricardo Muniz Ferreira. Ele observa que atualmente o setor sucroenergético ainda se recupera dos efeitos negativos da crise financeira do fim da última década. Ao endividamento elevado, somam-se safras de clima adverso, aumento estrutural dos custos e consequentemente o achatamento da rentabilidade das empresas.

De acordo com Ricardo Muniz Ferreira, o mercado de hoje diante de suas dificuldades recentes na política de preços dos combustíveis gerou distorções, o que resultou em um aumento de incertezas e na falta de confiança para a realização de novos investimentos.

Porém, com a melhor remuneração do açúcar no mercado internacional e a recuperação dos preços do etanol no mercado interno dos últimos meses, os grupos atuantes deste setor estão em fase de recuperação financeira, que têm como prioridade sanar suas dívidas contraídas.

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