Nova disputa na África do Sul ameaça setor açucareiro

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Horas após o encerramento da greve dos trabalhadores das fábricas de açúcar na África do Sul, uma nova disputa virou assuntos nos jornais do país, de acordo com a Agência de Notícias Sul-Africana.
A Fawu- Food and Allied Workers Union, a mesma por trás dos trabalhadores em greve semana passada, disse que os 215 trabalhadores, pertencentes à sete plantações da refinaria Durban Tongaat-Hullet e do Instituto Sul-Africano de Pesquisa de Açúcar, podem entrar em greve a qualquer momento.
Na sexta-feira, uma greve envolvendo cerca de 5.500 pessoas, que trabalhavam na parte de refinação e moagem, em sua maioria afiliados da Fawu, resolveram encerrar a greve depois de fecharem um acordo de reajuste de 10% para trabalhadores em pior situação, um aumento de 9% para os da faixa do meio e 8,75% para a faixa dos mais bem remunerados. Entretanto, o sindicato estava ciente de que alguns membros da refinaria Durban Tongaat-Hullet Açúcar não estavam satisfeitos com o acordo e esperavam de fato um aumento salarial de pelo menos 10% em toda a linha.
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