“Nossa realidade, infelizmente, é incerta”, diz presidente da Abag

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O presidente da Abag – Associação Brasileira de Agronegócio, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, também conhecido como Caio, fez uma análise da atual situação do setor sucroenergético na manhã desta quarta-feira, 5, em Ribeirão Preto (SP).

Sobre a retomada do segmento já na safra 2013/14, Caio citou os inúmeros fatores que interferem na produtividade da cana. “Convivemos com influências políticas, climáticas e também de custos. Estes último, cresceu de uma forma impressionante nos últimos anos”, explicou.

O representante também falou dos desafios do etanol. Para ele, a falta de incentivo vivida nos últimos anos tem desanimado os grandes grupos produtores a ter um mix mais alcooleiro. “No Centro-Sul, as usinas autônomas, que são as destilarias, representam 17% da moagem. Contudo, produzem 57% do álcool hidratado e 42% do anidro. Esse é um dado importante, pois mostra que parte das unidades não estão acreditando no biocombustível”.

Caio abordou também a necessidade de políticas públicas efetivas. “Estamos passando por uma crise diferente. Há demanda, que é o mais difícil, mas não existe oferta pelo etanol. A Cide – Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico – sobre a gasolina oferecia folego ao etanol, mas foi retirada. Nossa realidade, infelizmente, é incerta”, finalizou.

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