Multiplicar ações é desafio para o Brasil manter liderança no setor de bioenergia

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O sucesso do carro flex, que movimenta a escolha por combustível mais competitivo nos postos do país, confirma as vantagens econômicas do etanol.

As últimas iniciativas na Europa e nos Estados Unidos evidenciam que estão superadas as incertezas quanto ao potencial de crescimento da demanda internacional.

O desafio agora é preparar o Brasil para assegurar a liderança no setor em curto, médio e longo prazos.

Essa evolução depende da definição clara de uma matriz energética. Essa é a condição fundamental para a estruturação de planos como a logística competitiva para o escoamento da produção.

Nos próximos anos, as empresas devem preparar-se para reforçar investimentos em pesquisa e inovação, estimular fornecedores de bens de capital e formar operadores de máquinas de última geração em tempo recorde.

Não são tarefas fáceis. A definição de política energética de longo prazo depende de amplo e cuidadoso estudo que estabeleça o papel e a importância de cada fonte de energia no futuro do país.

A transparência desse planejamento garantirá a confiabilidade de investimentos pelos mercados interno e externo. A construção de um sistema logístico integrado é um desafio latente. É preciso unir forças para criar um alcoolduto que leve a produção de etanol do Centro-Oeste para outros centros consumidores.

Os benefícios do projeto, avaliado em R$ 2 bilhões, envolvem a redução do custo de transporte, do uso de diesel e da emissão de CO2, além de ser indispensável o reforço na infraestrutura para a abertura dos mercados internacionais.

É essencial o fortalecimento das empresas de bens de capital para que elas acompanhem o crescimento do setor de bioenergia.

A indústria precisa redinamizar sua gestão, criando uma estrutura de capital adequada, financeiramente sólida e capaz de prover novas tecnologias que elevem a competitividade do etanol.

Hoje, o Brasil é o país mais competitivo na produção de energia renovável e é destaque na área de P&D, por meio de institutos como o Centro de Tecnologia da Cana.

Multiplicar tais ações é imperativo estratégico para manter a liderança. É importante que os produtores aproximem-se ainda mais de iniciativas públicas e privadas que invistam na evolução de soluções biotecnológicas.

Respeitáveis conquistas foram comemoradas nos últimos anos, mas o setor precisa de mais.

O espaço do etanol entre os grandes consumidores mundiais depende da iniciativa do Brasil em impulsionar sua produção em outros países, garantindo confiabilidade, exportando experiências e tecnologia.

Todos esses desafios precisam ser superados para que o país consolide a liderança e assuma o papel de protagonista mundial na produção de energia limpa e renovável.

Por José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia.

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Multiplicar ações é desafio para o Brasil manter liderança no setor de bioenergia

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A relevância conquistada pelo setor brasileiro de bioenergia é indiscutível.

O sucesso do carro flex, que movimenta a escolha por combustível mais competitivo nos postos do país, confirma as vantagens econômicas do etanol.

As últimas iniciativas na Europa e nos Estados Unidos evidenciam que estão superadas as incertezas quanto ao potencial de crescimento da demanda internacional.

O desafio agora é preparar o Brasil para assegurar a liderança no setor em curto, médio e longo prazos.

Essa evolução depende da definição clara de uma matriz energética. Essa é a condição fundamental para a estruturação de planos como a logística competitiva para o escoamento da produção.

Nos próximos anos, as empresas devem preparar-se para reforçar investimentos em pesquisa e inovação, estimular fornecedores de bens de capital e formar operadores de máquinas de última geração em tempo recorde.

Não são tarefas fáceis. A definição de política energética de longo prazo depende de amplo e cuidadoso estudo que estabeleça o papel e a importância de cada fonte de energia no futuro do país.

A transparência desse planejamento garantirá a confiabilidade de investimentos pelos mercados interno e externo. A construção de um sistema logístico integrado é um desafio latente. É preciso unir forças para criar um alcoolduto que leve a produção de etanol do Centro-Oeste para outros centros consumidores.

Os benefícios do projeto, avaliado em R$ 2 bilhões, envolvem a redução do custo de transporte, do uso de diesel e da emissão de CO2, além de ser indispensável o reforço na infraestrutura para a abertura dos mercados internacionais.

É essencial o fortalecimento das empresas de bens de capital para que elas acompanhem o crescimento do setor de bioenergia.

A indústria precisa redinamizar sua gestão, criando uma estrutura de capital adequada, financeiramente sólida e capaz de prover novas tecnologias que elevem a competitividade do etanol.

Hoje, o Brasil é o país mais competitivo na produção de energia renovável e é destaque na área de P&D, por meio de institutos como o Centro de Tecnologia da Cana.

Multiplicar tais ações é imperativo estratégico para manter a liderança. É importante que os produtores aproximem-se ainda mais de iniciativas públicas e privadas que invistam na evolução de soluções biotecnológicas.

Respeitáveis conquistas foram comemoradas nos últimos anos, mas o setor precisa de mais.

O espaço do etanol entre os grandes consumidores mundiais depende da iniciativa do Brasil em impulsionar sua produção em outros países, garantindo confiabilidade, exportando experiências e tecnologia.

Todos esses desafios precisam ser superados para que o país consolide a liderança e assuma o papel de protagonista mundial na produção de energia limpa e renovável.

JOSÉ CARLOS GRUBISICH é presidente da ETH Bioenergia.

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