Ministério da Agricultura confirma redução no número de unidades

Em 1996 o Brasil contava com 320 unidades produtoras em seu parque sucroalcooleiro. Atualmente, 28 delas desapareceram. A confirmação é do Departamento de Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura, onde a explicação é de que com a desregulamentação do setor no final da década de 90, acabando com o protecionismo estatal e dos seus recursos, sobreviveu quem ainda mantém elevado nível de competitividade.

O coordenador do Departamento, José Nilton de Souza, explica que “não

temos praticamente nenhum registro de encerramento de atividades de usinas, e a redução aconteceu basicamente entre as destilarias”. Isso significa que alguns tinham duas unidades e concentraram a produção em apenas uma; outros investiram transformando destilarias em usinas, e as pequenas destilarias, a maioria, tiveram o número de unidades reduzido por terem sido compradas pelas grandes, ou simplesmente desapareceram porque não tiveram condições de competir no mercado.

No caso das destilarias, a redução foi de 170 para 50. “No caso das destilarias, produzir açúcar passou a ser uma alternativa para os empresários do setor, principalmente diante da contração do mercado de álcool até três anos atrás”, acrescenta Souza. Ainda assim, para o Departamento de Açúcar e Álcool, a tendência atual é de reativação do setor, inclusive com o crescimento do mercado interno e externo do álcool.

Ministério da Agricultura confirma redução no número de unidades

Em 1996 o Brasil contava com 320 unidades produtoras em seu parque sucroalcooleiro. Atualmente, 28 delas desapareceram. A confirmação é do Departamento de Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura, onde a explicação é de que com a desregulamentação do setor no final da década de 90, acabando com o protecionismo estatal e dos seus recursos, sobreviveu quem ainda mantém elevado nível de competitividade.

O coordenador do Departamento, José Nilton de Souza, explica que “não

temos praticamente nenhum registro de encerramento de atividades de usinas, e a redução aconteceu basicamente entre as destilarias”. Isso significa que alguns tinham duas unidades e concentraram a produção em apenas uma; outros investiram transformando destilarias em usinas, e as pequenas destilarias, a maioria, tiveram o número de unidades reduzido por terem sido compradas pelas grandes, ou simplesmente desapareceram porque não tiveram condições de competir no mercado.

No caso das destilarias, a redução foi de 170 para 50. “No caso das destilarias, produzir açúcar passou a ser uma alternativa para os empresários do setor, principalmente diante da contração do mercado de álcool até três anos atrás”, acrescenta Souza. Ainda assim, para o Departamento de Açúcar e Álcool, a tendência atual é de reativação do setor, inclusive com o crescimento do mercado interno e externo do álcool.

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