Mecanização avança com Protocolo Agroambiental

O Protocolo Agroambiental, lançado em junho de 2007 pelas secretarias de Agricultura e Meio Ambiente de São Paulo e pela Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar), com o objetivo de antecipar o fim das queimadas na colheita da cana no Estado, já fez importantes progressos.

Segundo a Unica, o programa impulsionou a mecanização da cultura e conteve as emissões de gases de efeito estufa, de acordo com balanço apresentado em 26 de novembro.

Segundo Marcos Jank, presidente da Unica, a mecanização já representa 54% no Estado, ante 34% à época da assinatura do protocolo.

Em 2007, a área colhida totalizava 3,2 milhões de hectares, dos quais 1,1 milhão de hectares de cana crua. Na safra atual, afirmou, são 4,3 milhões de hectares no total, sendo 2,28 milhões de cana crua.

O acordo entre o governo paulista e os usineiros estabeleceu a antecipação do fim das queimadas em áreas mecanizadas para 2014. Para as áreas não-mecanizáveis, o limite final é 2017, e em novas áreas de plantio a mecanização é obrigatória.

Com a redução das queimadas na colheita de cana e a tendência de ampliação cogeração de energia a partir do bagaço, a Unica estima que 62,5 milhões de tonelada

Mecanização avança com Protocolo Agroambiental

O Protocolo Agroambiental, lançado em junho de 2007 pelas secretarias de Agricultura e Meio Ambiente de São Paulo e pela Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar), com o objetivo de antecipar o fim das queimadas na colheita da cana no Estado, já fez importantes progressos.

Segundo a Unica, o programa impulsionou a mecanização da cultura e conteve as emissões de gases de efeito estufa, de acordo com balanço apresentado dia 26 de novembro.

Segundo Marcos Jank, presidente da Unica, a mecanização já representa 54% no Estado, ante 34% à época da assinatura do protocolo.

Em 2007, a área colhida totalizava 3,2 milhões de hectares, dos quais 1,1 milhão de hectares de cana crua. Na safra atual, afirmou, são 4,3 milhões de hectares no total, sendo 2,28 milhões de cana crua.

O acordo entre o governo paulista e os usineiros estabeleceu a antecipação do fim das queimadas em áreas mecanizadas para 2014. Para as áreas não-mecanizáveis, o limite final é 2017, e em novas áreas de plantio a mecanização é obrigatória.

Com a redução das queimadas na colheita de cana e a tendência de ampliação cogeração de energia a partir do bagaço, a Unica estima que 62,5 milhões de toneladas de CO2 deixarão de ser emitidas até 2017.

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