Mecanização do plantio exige cuidado redobrado com o raquitismo

Renato Anselmi, De Campinas

Em processo acelerado de transformação, os canaviais brasileiros correm o risco de enfrentar “epidemias” e suas consequências, assumindo a versão agrícola de um roteiro nada desejado – que é inclusive muito sério – de saúde urbana devido aos transtornos causados pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

Nos dois casos, existe pelo menos uma semelhança: a falta de prevenção. E isto ocorre, no setor sucroenergético, principalmente em relação ao raquitismo da soqueira, doença sistêmica disseminada pela falta de sanidade das mudas e toletes. E o problema tem gerado maior preocupação, principalmente a partir da expansão da cultura, nos últimos anos, que utilizou até mesmo cana de segundo e terceiro corte no plantio.

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