“A luta nunca paraou”

Mesmo depois de sete anos da morte de seu marido Jaime Lacerda, Gilvanize Lacerda continua o trabalho que foi começado por ele há mais de 60 anos. Assim, mantém viva a memória e a honra de um dos ícones do setor sucroenergético.

Ainda assim, entretanto, não escapa de ataques sexistas. Mas mantendo-se firme, de cabeça erguida e espinha ereta, tem conquistado o respeito e a admiração por qualquer usina que visite ou evento do qual participe.

Gilvanize conta que há muito tempo o tabu sobre a presença das mulheres em posições de destaque nas empresas vem sendo quebrado, mas o muro ainda não foi totalmente demolido.

Dentro do setor sucroenergético as mulheres representam aproximadamente 10% das vagas da área agrícola, e 12% quando somadas as áreas industriais e administrativas. Mas ainda há diferenças, especialmente salariais. Seus contracheques, não raro para as mesmas funções, trazem sempre valores menores do que os dos seus colegas.

Gilvanize Lacerda hoje faz consultoria para várias empresas. Mas conta que precisou de muito esforço nessa caminhada. Embora não esconda que o setor sugou muito de sua família, em razão das ausências de Jaime, hoje ela afirma que é apaixonada pelo setor.

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