Lançado instituto no Congresso da Abag

Foi lançado ontem, durante o 2º Congresso Brasileiro de Agribusiness, o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). Marcos Jank, presidente do instituto, informou que o Icone levantará cotas tarifárias, barreiras sanitárias, estudo de biotecnologia nos principais mercados em que o Brasil deve atuar. Durante o encontro, o presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Carlo Lovatelli, disse que o o grande desafio do País no setor será criar uma estrutura de transporte e armazenamento para conseguir colocar essa produção no mercado. “A agropecuária tem gerado grandes superávits na balança comercial e o governo tem se mostrado sensível a apoiar a infra-estrutura necessária para o setor”, destacou Lovatelli. Outro ponto que ele considera essencial é uma negociação mais forte em acordos internacionais, como a da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), União Européia e Mercosul. Na opinião dele, o Brasil deveria pressionar mais em áreas fortes de produção, como soja, suínos e frutas cítricas. Na cerimônia de abertura, o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, destacou a importância da pesquisa, da logística, do crédito e do marketing como formas de alavancarem o agronegócio.

Lançado instituto no Congresso da Abag

Foi lançado ontem, durante o 2º Congresso Brasileiro de Agribusiness, o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). Marcos Jank, presidente do instituto, informou que o Icone levantará cotas tarifárias, barreiras sanitárias, estudo de biotecnologia nos principais mercados em que o Brasil deve atuar. Durante o encontro, o presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Carlo Lovatelli, disse que o o grande desafio do País no setor será criar uma estrutura de transporte e armazenamento para conseguir colocar essa produção no mercado. “A agropecuária tem gerado grandes superávits na balança comercial e o governo tem se mostrado sensível a apoiar a infra-estrutura necessária para o setor”, destacou Lovatelli. Outro ponto que ele considera essencial é uma negociação mais forte em acordos internacionais, como a da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), União Européia e Mercosul. Na opinião dele, o Brasil deveria pressionar mais em áreas fortes de produção, como soja, suínos e frutas cítricas. Na cerimônia de abertura, o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, destacou a importância da pesquisa, da logística, do crédito e do marketing como formas de alavancarem o agronegócio.

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