La Niña tem 60% de chances de ocorrer. E deve afetar os canaviais pela seca

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canaO fenômeno climático La Niña, caracterizado pela elevação gradual do resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, tem grandes chances de chegar a regiões canavieiras de estados brasileiros.

Especialistas em climatologia e a consultoria Datagro estimam entre 55% e 60% de probabilidade de ocorrência do fenômeno a partir da primavera no Hemisfério Sul.

“Os impactos serão severos aos canaviais por meio da seca”, afirmou Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro, durante entrevista online na terça-feira (09/08).

Segundo Nastari, os impactos do La Niña serão mais severos em áreas canavieiras dos estados de Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e em Minas Gerais, principalmente no Triângulo Mineiro.

Projeções

Estimativas recentes indicam percentual menor que os 60% de chances para instalação do fenômeno. Para a Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e o instituto australiano Bureau of Meteorology, as simulações meteorológicas apontam um percentual em torno dos 55% para ocorrência do La Niña a partir da primavera no Hemisfério Sul.

Assim, caso o fenômeno ocorra seu impacto só deverá ser sentido diretamente no verão de 2017. Motivo: no fim do inverno e início da primavera se estará na condição de transição do fenômeno. Para se confirmar a sua atuação, são necessários seis meses consecutivos de temperaturas 0,5ºC abaixo da média nas águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial.

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