Ipea reduz projeção de saldo da balança no 2º semestre

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reduziu em 30% sua projeção de saldo da balança comercial para o segundo semestre deste ano. O superávit esperado encolheu US$ 1 bilhão, de US$ 3,3 bilhões para US$ 2,3 bilhões no semestre. A lenta recuperação da economia global levou o instituto a rever a expectativa das vendas externas até o fim do ano. “As exportações estão caindo e a expectativa é de que não vão crescer tanto quanto estávamos esperando. Prevíamos uma recuperação mais forte em volumes e preços, o que não está acontecendo aparentemente”, comentou o economista Hamilton Kai, do Grupo de Acompanhamento Conjuntural (Gac), do Ipea. O instituto, que antes previa crescimento de 10,3% nas exportações no segundo semestre, agora projeta que estas vendas serão iguais às do ano passado. A performance das exportações anulou o efeito que a revisão para baixo do crescimento do País em 2002 poderia ter sobre o superávit. O Ipea reviu o crescimento do PIB brasileiro de 2% para 1,8%. O crescimento menor da atividade econômica reduz a necessidade de importações, o que ajuda no aumento do saldo. A previsão de superávit para este ano caiu dos US$ 5,3 bilhões anteriores para US$ 4,9 bilhões. A nova previsão para o ano leva em conta a atualização dos dados da balança. Na prática, o novo número se aproxima mais da média esperada pelo mercado.

O boletim Focus, um levantamento feito pelo Banco Central junto a instituições financeiras, mostra que a estimativa de saldo da balança avançou de US$ 4,5 bilhões para US$ 4,6 bilhões, conforme edição desta segunda-feira. (O Estado de SP)

Ipea reduz projeção de saldo da balança no 2º semestre

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reduziu em 30% sua projeção de saldo da balança comercial para o segundo semestre deste ano. O superávit esperado encolheu US$ 1 bilhão, de US$ 3,3 bilhões para US$ 2,3 bilhões no semestre. A lenta recuperação da economia global levou o instituto a rever a expectativa das vendas externas até o fim do ano. “As exportações estão caindo e a expectativa é de que não vão crescer tanto quanto estávamos esperando. Prevíamos uma recuperação mais forte em volumes e preços, o que não está acontecendo aparentemente”, comentou o economista Hamilton Kai, do Grupo de Acompanhamento Conjuntural (Gac), do Ipea. O instituto, que antes previa crescimento de 10,3% nas exportações no segundo semestre, agora projeta que estas vendas serão iguais às do ano passado. A performance das exportações anulou o efeito que a revisão para baixo do crescimento do País em 2002 poderia ter sobre o superávit. O Ipea reviu o crescimento do PIB brasileiro de 2% para 1,8%. O crescimento menor da atividade econômica reduz a necessidade de importações, o que ajuda no aumento do saldo. A previsão de superávit para este ano caiu dos US$ 5,3 bilhões anteriores para US$ 4,9 bilhões. A nova previsão para o ano leva em conta a atualização dos dados da balança. Na prática, o novo número se aproxima mais da média esperada pelo mercado.

O boletim Focus, um levantamento feito pelo Banco Central junto a instituições financeiras, mostra que a estimativa de saldo da balança avançou de US$ 4,5 bilhões para US$ 4,6 bilhões, conforme edição desta segunda-feira. (O Estado de SP)

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