Indústria deve criar opções de energia para não interromper produção

O gás natural vem sendo implantado nos últimos anos com grande crescimento de seu uso, principalmente devido ao custo acessível. Entretanto, as empresas já conhecem os riscos de haver um “apagão do gás” proveniente da Bolívia.

O gás natural vem sendo implantado nos últimos anos com grande crescimento de seu uso, principalmente devido ao custo acessível. Entretanto, as empresas já conhecem os riscos de haver um “apagão do gás” proveniente da Bolívia. O Brasil não tem estrutura para atender toda a demanda de uso do combustível e a energia elétrica também está em seu limite, com risco de não atender a demanda futura com o crescimento da atividade industrial no país.

A indústria nacional atualmente tem consumo de energias na forma elétrica, gás natural – estas em grande quantidade -, carvão e lenha, consumos regionais principalmente no sul do país. A grande maioria possui pelo menos duas formas de geração em suas empresas a fim de minimizar estes riscos – não tendo uma, recorre-se a outra, pois o impacto da energia dentro do setor é vital.

Para evitar a ameaça de parar a produção, alternativas estão sendo criadas pelas corporações e algumas usinas de cana e açúcar atualmente partem para a construção de termoelétricas, onde grande parte de seu faturamento provém desta fonte, já para atender esta demanda que ocorre em épocas de apagão.

Nesse sentido, as alternativas de energias são: energia elétrica gerada por fonte eólica, solar, grandes e pequenas centrais hidroelétricas; energia gerada pelo uso de derivados de petróleo, tais como óleo combustível e gás; energia gerada por lenha e carvão e derivados da biomassa (energia proveniente de plantas verdes); e energia oriunda de geradores e motores de combustão.

As grandes hidrelétricas demoram para ficar prontas e muitas vezes estão ligadas a questões políticas. Porém, são as que trazem maior solução em longo prazo. As pequenas também são excelentes opções, pois se apresentam de forma rápida e eficiente para promover a expansão da energia elétrica, possibilitando um melhor atendimento às necessidades de carga de pequenos centros urbanos e regiões rurais, complementando o fornecimento realizado pelo sistema interligado.

Já o biocombustível é uma excelente solução em âmbito global. Para o Brasil, é ainda maior, pois o país tem condição de liderar a produção internacionall promovendo a substituição de até 60% da demanda mundial atual do óleo diesel mineral. Este estudo foi feito pela NBB (National Biodiesel Board) americana em pesquisa recente. Por outro lado, o meio político, as diversidades sociais, econômicas e ambientais geram distintas motivações regionais para a produção. A indústria não pode correr o risco de iniciar processos que se utilizem deste tipo de energia sem antes ter a segurança que este recurso não faltará quando o consumo aumentar. A cadeia de produção deve ser sólida e bem elaborada até a chegada da energia ao consumidor final.

Do ponto de vista ambiental, o uso energético está determinado basicamente pelo custo e disponibilidade. “Quanto custa?” é sempre a primeira pergunta, seguida de “Para quê será utilizada?”. Em termos gerais, os derivados de petróleo e a eletricidade são predominantes, seguidos pelo consumo de biomassa, lenha/carvão vegetal e gás natural. Com o crescimento do país, são estas opções que mais se desenvolverão. Com o risco de apagão iminente para os próximos anos, a melhor estratégia é estar sempre calcado em duas fontes diferentes e de custos e disponibilidade mais baixos. Lembrando que novas opções podem surgir num momento de crise, como a última, onde não faltaram empresas vendendo geradores para quem não estava preparado.

Indústria deve criar opções de energia para não interromper produção

O gás natural vem sendo implantado nos últimos anos com grande crescimento de seu uso, principalmente devido ao custo acessível. Entretanto, as empresas já conhecem os riscos de haver um “apagão do gás” proveniente da Bolívia.

O gás natural vem sendo implantado nos últimos anos com grande crescimento de seu uso, principalmente devido ao custo acessível. Entretanto, as empresas já conhecem os riscos de haver um “apagão do gás” proveniente da Bolívia. O Brasil não tem estrutura para atender toda a demanda de uso do combustível e a energia elétrica também está em seu limite, com risco de não atender a demanda futura com o crescimento da atividade industrial no país.

A indústria nacional atualmente tem consumo de energias na forma elétrica, gás natural – estas em grande quantidade -, carvão e lenha, consumos regionais principalmente no sul do país. A grande maioria possui pelo menos duas formas de geração em suas empresas a fim de minimizar estes riscos – não tendo uma, recorre-se a outra, pois o impacto da energia dentro do setor é vital.

Para evitar a ameaça de parar a produção, alternativas estão sendo criadas pelas corporações e algumas usinas de cana e açúcar atualmente partem para a construção de termoelétricas, onde grande parte de seu faturamento provém desta fonte, já para atender esta demanda que ocorre em épocas de apagão.

Nesse sentido, as alternativas de energias são: energia elétrica gerada por fonte eólica, solar, grandes e pequenas centrais hidroelétricas; energia gerada pelo uso de derivados de petróleo, tais como óleo combustível e gás; energia gerada por lenha e carvão e derivados da biomassa (energia proveniente de plantas verdes); e energia oriunda de geradores e motores de combustão.

As grandes hidrelétricas demoram para ficar prontas e muitas vezes estão ligadas a questões políticas. Porém, são as que trazem maior solução em longo prazo. As pequenas também são excelentes opções, pois se apresentam de forma rápida e eficiente para promover a expansão da energia elétrica, possibilitando um melhor atendimento às necessidades de carga de pequenos centros urbanos e regiões rurais, complementando o fornecimento realizado pelo sistema interligado.

Já o biocombustível é uma excelente solução em âmbito global. Para o Brasil, é ainda maior, pois o país tem condição de liderar a produção internacionall promovendo a substituição de até 60% da demanda mundial atual do óleo diesel mineral. Este estudo foi feito pela NBB (National Biodiesel Board) americana em pesquisa recente. Por outro lado, o meio político, as diversidades sociais, econômicas e ambientais geram distintas motivações regionais para a produção. A indústria não pode correr o risco de iniciar processos que se utilizem deste tipo de energia sem antes ter a segurança que este recurso não faltará quando o consumo aumentar. A cadeia de produção deve ser sólida e bem elaborada até a chegada da energia ao consumidor final.

Do ponto de vista ambiental, o uso energético está determinado basicamente pelo custo e disponibilidade. “Quanto custa?” é sempre a primeira pergunta, seguida de “Para quê será utilizada?”. Em termos gerais, os derivados de petróleo e a eletricidade são predominantes, seguidos pelo consumo de biomassa, lenha/carvão vegetal e gás natural. Com o crescimento do país, são estas opções que mais se desenvolverão. Com o risco de apagão iminente para os próximos anos, a melhor estratégia é estar sempre calcado em duas fontes diferentes e de custos e disponibilidade mais baixos. Lembrando que novas opções podem surgir num momento de crise, como a última, onde não faltaram empresas vendendo geradores para quem não estava preparado.

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