IAC comemora 115 anos com importantes descobertas

O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) comemorou ontem, dia 27, 115 anos. Durante esse longo período, tem se dedicado integralmente ao agronegócio brasileiro. Fundado em 1887, o instituto foi implantado inicialmente para pesquisar o café. À época, o grão era um dos principais motores da economia brasileira. E não parou por aí.

Durante esse período, o IAC foi responsável pelo lançamento de cerca de 500 cultivares mais produtivas e resistentes a doenças, nas mais diversas culturas do agronegócio do País, além de gerar e transferir tecnologia para a agricultura.

De acordo com a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, no último ano, o instituto criou novas variedades que irão estimular o avanço de diferentes cadeias produtivas, entre eles soja, cana, milho, algodão, banana, flores (antúrio), além de nova variedade de feijão, lançado este ano, e da uva, divulgada em dezembro passado.

Tradicional pesquisador em café, o IAC está coordenando o Projeto Genoma Café, iniciado este ano. Na área de citricultura, o instituto foi selecionado no Programa Institutos do Milênio, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, no final do ano passado, pela coordenação do projeto de ciências agrícolas.

Na cana, também tem papel de destaque. Neste ano, o Programa Cana IAC recebeu o Prêmio MasterCana 2001, em homenagem aos melhores do ano no setor sucroalcooleiro. O IAC foi selecionado por sua integração com os representantes do setor, por meio da criação do Grupo Fitotécnico de Cana-de-Açúcar, em 1992. Por meio desse trabalho, as pesquisas são compartilhadas com usinas e cooperativas, com treinamentos e orientações.

Outro orgulho do instituto são os cursos de pós-graduação. Desde 1999, a pós-graduação do IAC tem feito importantes descobertas em pesquisas de mestrado. Cultivares de soja resistentes à mosca branca, que também ataca culturas como tomate e feijão, foram confirmadas durante o curso de pós do instituto. No mesmo curso foi divulgada a tecnologia do cultivo hidropônico de morangueiro vertical, técnica desenvolvida para um melhor aproveitamento da área de estufa. Estes trabalhos servem de base para pesquisas no País.

Incentivador de pesquisas, o instituto também premia técnicos e pesquisadores. Criado em 1994, o prêmio IAC é a prova de reconhecimento de talentos nacionais.

IAC comemora 115 anos com importantes descobertas

O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) comemorou ontem, dia 27, 115 anos. Durante esse longo período, tem se dedicado integralmente ao agronegócio brasileiro. Fundado em 1887, o instituto foi implantado inicialmente para pesquisar o café. À época, o grão era um dos principais motores da economia brasileira. E não parou por aí.

Durante esse período, o IAC foi responsável pelo lançamento de cerca de 500 cultivares mais produtivas e resistentes a doenças, nas mais diversas culturas do agronegócio do País, além de gerar e transferir tecnologia para a agricultura.

De acordo com a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, no último ano, o instituto criou novas variedades que irão estimular o avanço de diferentes cadeias produtivas, entre eles soja, cana, milho, algodão, banana, flores (antúrio), além de nova variedade de feijão, lançado este ano, e da uva, divulgada em dezembro passado.

Tradicional pesquisador em café, o IAC está coordenando o Projeto Genoma Café, iniciado este ano. Na área de citricultura, o instituto foi selecionado no Programa Institutos do Milênio, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, no final do ano passado, pela coordenação do projeto de ciências agrícolas.

Na cana, também tem papel de destaque. Neste ano, o Programa Cana IAC recebeu o Prêmio MasterCana 2001, em homenagem aos melhores do ano no setor sucroalcooleiro. O IAC foi selecionado por sua integração com os representantes do setor, por meio da criação do Grupo Fitotécnico de Cana-de-Açúcar, em 1992. Por meio desse trabalho, as pesquisas são compartilhadas com usinas e cooperativas, com treinamentos e orientações.

Outro orgulho do instituto são os cursos de pós-graduação. Desde 1999, a pós-graduação do IAC tem feito importantes descobertas em pesquisas de mestrado. Cultivares de soja resistentes à mosca branca, que também ataca culturas como tomate e feijão, foram confirmadas durante o curso de pós do instituto. No mesmo curso foi divulgada a tecnologia do cultivo hidropônico de morangueiro vertical, técnica desenvolvida para um melhor aproveitamento da área de estufa. Estes trabalhos servem de base para pesquisas no País.

Incentivador de pesquisas, o instituto também premia técnicos e pesquisadores. Criado em 1994, o prêmio IAC é a prova de reconhecimento de talentos nacionais.

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