Governo apoiará o uso do B-20 já em 2015

O governo brasileiro apoiará a solicitação da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio) de ampliar a participação do biodiesel no diesel em 20% – o chamado B-20 – em 2015. A afirmação foi feita ontem pelo secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota.

Hoje, a mistura do biodiesel no diesel derivado de petróleo no País é de 4% e, a partir de 1º de janeiro de 2010, esse percentual será ampliado para 5%, meta esperada apenas para 2013. “Estamos vivendo um período de transição. Por isso é importante aumentar antes para B-5, B-10, B-15, fazer as alterações aos poucos”, disse.

Ele argumentou que, ampliando a fatia aos poucos não só a indústria automotiva se adapta às mudanças, como também é possível garantir o fornecimento do produto. O secretário afirmou que quanto maior o uso do combustível limpo em participação com o diesel comum, maiores serão o! s ganhos não só para o meio ambiente, mas também na área econômica. “Mas há uma diferença muito grande entre a permissão da variação do uso do biodiesel e a sua obrigação”, disse.

Para Mota, o programa do biodiesel, que começou em 2006, já pode ser considerado um sucesso. Ele lembrou que o primeiro carro a álcool produzido no Brasil foi ao final da década de 70. De lá para cá, o setor passou por altos e baixos nas três décadas de funcionamento, enquanto o segmento de biodiesel tende a crescer sem os mesmos impasses. “O sucesso do etanol passou por um longo período até chegar aqui.”

Governo apoiará o uso do B-20 já em 2015

O governo brasileiro apoiará a solicitação da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio) de ampliar a participação do biodiesel no diesel em 20% – o chamado B-20 – em 2015. A afirmação foi feita ontem pelo secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota.

Hoje, a mistura do biodiesel no diesel derivado de petróleo no País é de 4% e, a partir de 1º de janeiro de 2010, esse percentual será ampliado para 5%, meta esperada apenas para 2013. “Estamos vivendo um período de transição. Por isso é importante aumentar antes para B-5, B-10, B-15, fazer as alterações aos poucos”, disse.

Ele argumentou que, ampliando a fatia aos poucos não só a indústria automotiva se adapta às mudanças, como também é possível garantir o fornecimento do produto. O secretário afirmou que quanto maior o uso do combustível limpo em participação com o diesel comum, maiores serão o! s ganhos não só para o meio ambiente, mas também na área econômica. “Mas há uma diferença muito grande entre a permissão da variação do uso do biodiesel e a sua obrigação”, disse.

Para Mota, o programa do biodiesel, que começou em 2006, já pode ser considerado um sucesso. Ele lembrou que o primeiro carro a álcool produzido no Brasil foi ao final da década de 70. De lá para cá, o setor passou por altos e baixos nas três décadas de funcionamento, enquanto o segmento de biodiesel tende a crescer sem os mesmos impasses. “O sucesso do etanol passou por um longo período até chegar aqui.”

X