FS Bioenergia lança pedra fundamental de nova usina em novembro

A FS Bioenergia, joint venture entre a brasileira Tapajós Participações e o grupo americano Summit Agricultural Group, programa para a primeira semana de novembro o lançamento da pedra fundamental de sua segunda unidade produtora de etanol de milho no Brasil.

A previsão é de que o lançamento seja no dia 07.

“Investimos no Brasil e continuamos investindo”, disse Henrique Ubrig, Executive Chairman da FS, ao anunciar o lançamento da pedra fundamental na noite de segunda-feira (29/10) durante o evento MasterCana Award, realizado pela ProCana na capital paulista.

Durante o evento, Ubrig foi laureado na categoria Ethanol Distillery of the Year.

Assim como a unidade produtora em operação desde 2017 em Lucas do Rio Verde, também no Mato Grosso, a futura unidade da FS em Sorriso também produzirá etanol exclusivamente a partir do cereal.

A previsão é que o empreendimento seja inaugurado na metade de 2020, com investimentos de R$ 800 milhões.

A planta de Sorriso deverá produzir 530 milhões de litros de etanol à base de milho por ano com uma geração de mais de 1.500 empregos diretos e indiretos.

A futura unidade terá uma área maior do que primeira planta de etanol produzido exclusivamente do milho e, assim, a FS ampliará a atuação no Estado do Mato Grosso e no Brasil, produzindo mais etanol, DDGS (concentrado proteico) e energia.

Com capacidade de armazenar 400 mil toneladas de milho, a previsão é que sejam utilizadas 1.2 milhão de toneladas do grão por ano para uma produção anual de 340 mil toneladas de farelo de milho e 17 mil toneladas de óleo de milho.

Capacidade total 

Com as duas usinas combinadas, a FS Bioenergia terá capacidade de produção acima de 1.06 bilhão de litros de etanol, 680 mil toneladas de farelo de milho e 34 mil toneladas de óleo de milho por ano.

A utilização da biomassa será proveniente de uma floresta de 30 mil hectares de eucaliptos plantados, a ser formada com a colaboração da FS Bioenergia.

Em Sorriso, a nova fábrica terá uma capacidade prevista de cogeração de energia de 160 mil MWh por ano, suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 70 mil habitantes.

 

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