Feira “iluminada”

A crise que abalou o mundo recheia de dúvidas a cabeça do brasileiro. Em especial do alagoano que vive no entorno do setor sucroenergético: será esta a maior crise da história? Será uma marolinha ou um maremoto? Algumas respostas virão nos próximos meses. Especialmente para as usinas alagoanas. Sem acesso ao crédito tradicional das tradings que costumavam antecipar pagamentos de açúcar e álcool, algumas empresas passaram a enfrentar sérios problemas de caixa. Para sobreviver, as empresas cortaram as gorduras, cortaram a carne e já tem gente cortando até o osso.

A entressafra no setor sucroalcooleiro de Alagoas é recheada de lamúrias, de reclamações. E nem adianta dizer que é choradeira de usineiros, a crise é tão real que o mercado já acena com a venda de algumas unidades. Isso para não falar dos repetidos protestos de trabalhadores fechando as rodovias para tentar receber salários atrasados. Nesse cenário de incertezas, de “escuridão” a 6ª Fersucro ( Feira Regional sucroalcooleira) e o 26º Simpósio da Agroindústria da Cana-de-açúcar de Alagoas chegaram trazendo luz.

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