Falta de infraestrutura barra o desenvolvimento

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O superintendente do Sindicato das Indústrias sucroalcooleiras do Estado (Sindálcool), Jorge dos Santos, lembra que segmento que representa é fortemente prejudicado pela ausência de infraestrutura. “Hoje, 15% do valor do etanol é frete para levar do Estado até Paulínia (SP), quando o ideal é 5%. Nossa produção não cresce pela falta de logística e a falta dela impede novos investimentos. Com o modal dutoviário, por exemplo, o frete atual do frete poderia ser reduzido em 30%”.

Para o presidente em exercício da Fiemt, Jandir Milan, o Estado trabalha com foco na competitividade e os eixos apontados são a garantia do caminho certo para o Estado atingir a meta de ser líder em todos os segmentos da produção em que atua.

O governador Silval Barbosa, ao receber a “Agenda Mínima” e assistir à apresentação da Macrologística, reforçou que é “parceiro” d os segmentos produtivos e que será interlocutor dessas demandas em Brasília. Ele disse também que a presidente eleita, Dilma Rousseff, já afirmou, que obras como a ferrovia da Integração Centro-Oeste, que corta vários municípios produtores do Estado e chega a Lucas do Rio Verde (360 quilômetros ao norte de Cuiabá), é prioridade para União. “Viabilizando a logísticas, atraímos empresas novas para o Estado e assim geramos empregos e renda. Somos um Estado que mal começou a despontar e já oferta a maior produção nacional de grãos do Brasil, ocupando menos de 10% do território com a agropecuária”. Silval reafirmou outro compromisso, assumido ainda durante a campanha eleitoral, de levar uma ligação asfáltica para cada um dos 45 municípios que não contam com este benefício. (MP)

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