DOUTORES DA CANA — Entrevista: André Cândido de Paula

André Cândido de Paula é diretor, ao lado do irmão Alexandre Cândido de Paula, da ACP Bioenergia, uma das maiores fornecedoras de cana-de-açúcar no estado de São Paulo, no Pontal do Paranapanema, em Teodoro Sampaio, SP. Formado em Administração de empresas, André ama o setor sucroenergético, onde trabalha há dez anos. Sua empresa especializou-se no cultivo de cana-de-açúcar e conta com mais de 13 mil hectares de terra. Gera acima de 400 empregos diretos, com produção de mais de 1 milhão de toneladas de cana.

Para ele, a lucratividade está automaticamente associada à longevidade, com produtividade, da lavoura. As práticas culturais corretas, como preservação das soqueiras e monitoramento da fertilidade por meio de tecnologias agrícolas avançadas e de precisão são ferramentas fundamentais neste processo. Confira sua entrevista:

JornalCana — Qual sua visão sobre a importância da produtividade agrícola dentro do processo produtivo sucroenergético?

André Cândido de Paula — É fundamental para a viabilidade de qualquer fornecedor de cana. Mas não podemos nos basear somente neste aspecto, pois a lucratividade nesse modelo de negócio só é possível quando obtemos longevidade na lavoura. Todo o nosso foco hoje está em buscar longevidade, mantendo o potencial produtivo das áreas.

Quais decisões vêm sendo tomadas que refletem na manutenção das altas produtividades dos canaviais?

Dentre as principais atitudes que temos implementado, estão o investimento na melhora dos tratos e preservação da soqueira, monitorando a fertilidade e aplicando corretivos anualmente, quando necessário; inclui-se aqui também o planejamento melhorado da sistematização das áreas e de definição de um projeto de implantação da lavoura, investimento em um bom preparo de solo e melhor conhecimento de toda a área cultivada.

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