Dólar abre em alta de 3,17% na Argentina

O dólar abriu em alta na Argentina, cotado a 3,25 pesos após nove dias sem operações cambiais devido ao feriado bancário.

Nos bancos a moeda norte-americana tem valorização de 3,17% em relação ao último fechamento, em 19 de abril, quando foi negociado a 3,15 pesos para a venda. E para a compra o dólar é negociado a 3,15 pesos, com alta de 3,3%.

Para analistas, a cotação do dólar não deve avançar muito além desse patamar. Enquanto isso, o novo ministro da Economia, Roberto Lavagna, e o presidente do Banco Central, Mario Blejer, discutem instrumentos para manter o câmbio próximo a 3 pesos para US$ 1.

A readoção do sistema de câmbio fixo cogitada pelo governo nos últimos dias foi descartada por Lavagna. Durante todo o final de semana, o novo ministro tratou de persuadir o governo de desistir de um regime de câmbio fixo afirmando que a medida traria dificuldades ao país nas negociações com o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Explicações – Neste momento, Lavagna e Carlos Ruckauf, ministro das Relações Exteriores, estão reunidos com os embaixadores dos países do G-7 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Itália e Canadá).

Na reunião, eles apresentam formalmente os 14 pontos da carta de intenções firmada na semana passada entre os governadores provinciais e o presidente, Eduardo Duhalde. Os ministros também vão expor as primeiras medidas do plano de Lavagna.

Na semana passada, o G-7 respaldou a decisão do FMI que condiciona a ajuda à Argentina a um drástico corte nos gastos públicos. (Folha Online)

Dólar abre em alta de 3,17% na Argentina

O dólar abriu em alta na Argentina, cotado a 3,25 pesos após nove dias sem operações cambiais devido ao feriado bancário.

Nos bancos a moeda norte-americana tem valorização de 3,17% em relação ao último fechamento, em 19 de abril, quando foi negociado a 3,15 pesos para a venda. E para a compra o dólar é negociado a 3,15 pesos, com alta de 3,3%.

Para analistas, a cotação do dólar não deve avançar muito além desse patamar. Enquanto isso, o novo ministro da Economia, Roberto Lavagna, e o presidente do Banco Central, Mario Blejer, discutem instrumentos para manter o câmbio próximo a 3 pesos para US$ 1.

A readoção do sistema de câmbio fixo cogitada pelo governo nos últimos dias foi descartada por Lavagna. Durante todo o final de semana, o novo ministro tratou de persuadir o governo de desistir de um regime de câmbio fixo afirmando que a medida traria dificuldades ao país nas negociações com o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Explicações – Neste momento, Lavagna e Carlos Ruckauf, ministro das Relações Exteriores, estão reunidos com os embaixadores dos países do G-7 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Itália e Canadá).

Na reunião, eles apresentam formalmente os 14 pontos da carta de intenções firmada na semana passada entre os governadores provinciais e o presidente, Eduardo Duhalde. Os ministros também vão expor as primeiras medidas do plano de Lavagna.

Na semana passada, o G-7 respaldou a decisão do FMI que condiciona a ajuda à Argentina a um drástico corte nos gastos públicos. (Folha Online)

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