Custo elevado do dinheiro dificulta negociação das dívidas

A grave crise econômica que afeta o país, a disparada dos juros bancários, a desvalorização do real e a elevação do custo de produção estão complicando a situação de unidades e grupos sucroenergéticos que possuem elevado índice de endividamento.

A luta tem sido árdua visando a diminuição do montante de dívidas. Em dezembro, já se falava em um endividamento total acima de R$ 90 bilhões, segundo o economista Mário Ferreira Campos Filho, presidente da Siamig – Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais. Existem estimativas em relação a este valor – observa.

“A condição de endividamento é muito diferente entre as usinas do país. É preciso separar as unidades em alguns grupos: as que estão bem, aquelas que estão mais ou menos e as que estão muito mal”, constata.

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