Crise de crédito pode atrasar biocombustíveis, diz empresário

O problemático cenário global de crédito pode afetar o desenvolvimento e a chegada ao mercado de novas tecnologias para biocombustíveis, afirmou o presidente-executivo da BlueFire Ethanol, empresa americana de etanol celulósico.

O problemático cenário global de crédito pode afetar o desenvolvimento e a chegada ao mercado de novas tecnologias para biocombustíveis, afirmou o presidente-executivo da BlueFire Ethanol, empresa americana de etanol celulósico.

» Confira mais notícias sobre Economia

A crise de crédito, que atingiu mais vítimas do setor bancário nesta segunda-feira, aumentou os custos de financiamento dos projetos e tornou a idéia de substituir os combustíveis fósseis por fontes de energia renovável menos viável.

“A longo prazo, sim… o fluxo de capital deve nos atrasar”, disse Arnold Klann. A BlueFire Ethanol espera que investidores alternativos, incluindo fundos de hedge, possam aliviar eventual escassez nos empréstimos bancários, acrescentou ele.

A BlueFire Ethanol planeja mais de 84 fábricas até 2022 produzindo mais de 4 bilhões de galões anualmente da segunda geração de biocombustível, que não afeta os preços dos alimentos como é o caso da soja e do milho.

O candidato democrata à presidência dos EUA, Barack Obama, declarou na sexta-feira que ele possivelmente teria que reavaliar seus planos de investimento em energia, caso eleito, de forma a colaborar com a pagamento do plano de socorro de US$ 700 bilhões.

Obama não detalhou quais aspectos do seu plano seriam alterados. Ele havia prometido investir US$ 150 bilhões ao longo da próxima década para desenvolver fontes de energia renováveis e carvão limpo, uma solução energética a longo prazo melhor do que novas explorações de petróleo no mar.

Os EUA possuem uma política energética que inclui a meta de produção de etanol celulósico de 16 bilhões de galões por ano até 2022, para aliviar a pressão dos biocombustíveis sob as áreas de cultivo agrícola.

Isso comparado a quase 150 bilhões de galões de gasolina consumidos anualmente no país hoje, finalizou Klann.

Crise de crédito pode atrasar biocombustíveis, diz empresário

A crise de crédito, que atingiu mais vítimas do setor bancário nesta segunda-feira, aumentou os custos de financiamento dos projetos e tornou a idéia de substituir os combustíveis fósseis por fontes de energia renovável menos viável.

“A longo prazo, sim… o fluxo de capital deve nos atrasar”, disse Arnold Klann. A BlueFire Ethanol espera que investidores alternativos, incluindo fundos de hedge, possam aliviar eventual escassez nos empréstimos bancários, acrescentou ele.

A BlueFire Ethanol planeja mais de 84 fábricas até 2022 produzindo mais de 4 bilhões de galões anualmente da segunda geração de biocombustível, que não afeta os preços dos alimentos como é o caso da soja e do milho.

O candidato democrata à presidência dos EUA, Barack Obama, declarou na sexta-feira que ele possivelmente teria que reavaliar seus planos de investimento em energia, caso eleito, de forma a colaborar com a pagamento do plano de socorro de US$ 700 bilhões.

Obama não detalhou quais aspectos do seu plano seriam alterados. Ele havia prometido investir US$ 150 bilhões ao longo da próxima década para desenvolver fontes de energia renováveis e carvão limpo, uma solução energética a longo prazo melhor do que novas explorações de petróleo no mar.

Os EUA possuem uma política energética que inclui a meta de produção de etanol celulósico de 16 bilhões de galões por ano até 2022, para aliviar a pressão dos biocombustíveis sob as áreas de cultivo agrícola.

Isso comparado a quase 150 bilhões de galões de gasolina consumidos anualmente no país hoje, finalizou Klann.

X