Consultor da Unica expõe causas da redução nas vendas de carros a álcool

Crise de abastecimento, baixos preços do petróleo, estratégia das montadoras são alguns dos motivos que levou à redução nas vendas de carros a álcool no país ao longo dos anos e a queda do interesse do consumidor. Essa é a opinião do consultor da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo – Unica, Alfred Szwarc, que participou ontem do Encontro Nacional dos Municípios Canavieiros em Sertãozinho (SP).

Szwarc afirmou que na década de 80 mais de 90% das vendas do país eram de carros a álcool. “O Brasil atravessou uma crise de abastecimento no final dos anos 80, mas teve boa recuperação no ano passado”, lembrou.

Para ele, outros fatores causaram essa redução, entre eles, a opção das montadoras por veículos a gasolina com a fabricação de veículos leves; abertura de mercado para importações de carros a gasolina e diesel; poucos modelos fabricados a álcool e grandes prazos de entrega desses veículos.

Das 19 montadoras existentes no país, apenas três produzem carros a álcool.

Atualmente, segundo o consultor, há muitas contradições no mercado. “As montadoras querem exportar veículos a gasolina, o país tem grande oportunidades para direcionar a produção para o açúcar, o consumidor quer segurança de abastecimento e valor de revenda dos veículos a álcool, há um grande sucatemento da frota a álcool e falta incentivos fiscais por parte do governo”, diz.

Com todas essas confusões, o famoso “rabo de galo” continua sendo uma alternativa para os consumidores em função dos preços.

Neste contexto, Szwarc defende os veículos flex fuel. “O flex fuel surgiu como uma das alternativas para o setor sucroalcooleiro e para os consumidores”, garante.

Consultor da Unica expõe causas da redução nas vendas de carros a álcool

Crise de abastecimento, baixos preços do petróleo, estratégia das montadoras são alguns dos motivos que levou à redução nas vendas de carros a álcool no país ao longo dos anos e a queda do interesse do consumidor. Essa é a opinião do consultor da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo – Unica, Alfred Szwarc, que participou ontem do Encontro Nacional dos Municípios Canavieiros em Sertãozinho (SP).

Szwarc afirmou que na década de 80 mais de 90% das vendas do país eram de carros a álcool. “O Brasil atravessou uma crise de abastecimento no final dos anos 80, mas teve boa recuperação no ano passado”, lembrou.

Para ele, outros fatores causaram essa redução, entre eles, a opção das montadoras por veículos a gasolina com a fabricação de veículos leves; abertura de mercado para importações de carros a gasolina e diesel; poucos modelos fabricados a álcool e grandes prazos de entrega desses veículos.

Das 19 montadoras existentes no país, apenas três produzem carros a álcool.

Atualmente, segundo o consultor, há muitas contradições no mercado. “As montadoras querem exportar veículos a gasolina, o país tem grande oportunidades para direcionar a produção para o açúcar, o consumidor quer segurança de abastecimento e valor de revenda dos veículos a álcool, há um grande sucatemento da frota a álcool e falta incentivos fiscais por parte do governo”, diz.

Com todas essas confusões, o famoso “rabo de galo” continua sendo uma alternativa para os consumidores em função dos preços.

Neste contexto, Szwarc defende os veículos flex fuel. “O flex fuel surgiu como uma das alternativas para o setor sucroalcooleiro e para os consumidores”, garante.

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