Conheça 5 inovações tecnológicas industriais que aumentam a receita das usinas

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A máxima eficiência nos processos industriais é a tônica do trabalho dos gestores e técnicos de qualidade das usinas de cana. Por conta disso avanços técnicos e inovações tecnológicas nas áreas de processos, tratamento de caldo, filtragem, fermentação, destilação e tratamento de vinhaça, são indispensáveis para se obter o máximo aproveitamento da cana-de-açúcar que entra na indústria.

Leia mais: “Reduzir custo no tratamento do caldo, a qualquer custo, gera prejuízo”, afirma engenheiro químico

Conheça a seguir cinco inovações tecnológicas e metodologias que prometem reduzir de custos, melhorar a qualidade dos subprodutos e otimizar a produção de açúcar e etanol gerando mais recente para as usinas.

1. Minimização de perdas e incêndios em destilarias e tanques de etanol

Thales Barreto, presidente da Velho Barreto e Associados Consultoria e Projetos possui um sistema de prevenção que acaba de vez com a perda de etanol na estocagem, que a reboque dá fim aos incêndios causados nos tanques. “Minimização de perdas é um assunto comum, mas estamos fazendo um link entre a minimização de perdas com a prevenção de incêndio. Esta é a imperdível novidade”, ressalta o especialista.

2. Tratamento de caldo adequado para obter açúcar do Tipo 2 (Branco)

O consultor do Instituto de Tecnologia Canavieira, Alberto Shintaku afirma que são os cuidados tomados pelo técnico de qualidade da usina durante o processo de tratamento de caldo que garantem açúcar de boa qualidade. “No atual momento do mercado, onde as usinas visam atender a demanda interna e rentabilizar mais, é preciso produzir açúcar de melhor qualidade. Para isso há alguns segredos na forma de tratar o caldo que quero revelar”, anuncia.

3. Sistema de otimização online fez com que usina paranaense obtivesse 700 mil reais

Uma usina localizada em Cidade Gaúcha (PR) conseguiu na safra 2016/17 obter ganhos da ordem de 700 mil reais em seu no processo de fermentação. Fazendo um controle online a unidade produtora conseguiu reduzir em cerca de 5% a temperatura nas dornas. “O controle da temperatura e da carga da dorna de fermentação gerou aumento do rendimento fermentativo e fez com que se consumisse menos insumos no processo”, conta o engenheiro químico Douglas Castilho Mariani, da Soteica.

4. Controle e monitoramento de contaminação na fermentação fez usina economizar 2,60 reais p/ m3 de etanol

Fazendo uso de uma técnica que automatizou o processo de controle e monitoramento de fermentação etanólica de uma usina do interior paulista, a diretora técnica da Alsukkar, Eloisa Mocheuti Kronka, fez com que a unidade produtora obtivesse redução de custo de 2,60 reais por metro cúbico de etanol. A técnica é preventiva e promete quebrar antigos paradigmas do processo de fermentação para produção de etanol em usinas de cana.

5. Metodologia que reduz uso de ácido sulfúrico reduziu custo no processo de fermentação da Usina Rio Pardo

O coordenador de produção da Usina Rio Pardo, de Cerqueira César (SP), Bruno Henrique Francisco utilizou durante a safra 2016/17 e na atual 2017/18 um sistema que identifica alguns dos males que a dosagem excessiva de ácido sulfúrico causa na morfologia da levedura durante o seu tratamento. A aplicação do processo resultou em uma redução relevante no custo do processo de fermentação.

Essas e outras metodologias e inovações tecnológicas serão reveladas e detalhadas durante o 5º Curso de Processos, Fermentação e Produção de Etanol, que acontece em Sertãozinho (SP) no dia 20 de setembro.

Leia mais: Biosev diz que está mudando mix de produção para favorecer etanol. O que isso significa para o setor?

Conheça a programação completa do curso e a forma de se inscrever acessando o site www.sinatub.com.br. Para mais informações fale com a Thaís.

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