Commodities Agrícolas

Influência do petróleo – Os esforços dos líderes europeus para conter a crise da dívida no bloco ajudaram no movimento de alta das cotações do açúcar na bolsa de Nova York. Os contratos para maio encerraram o pregão com valorização de 61 pontos a 23,70 centavos de dólar a libra-peso. Segundo especialistas ouvidos pela Bloomberg, além de razões macroeconômicas, os futuros de açúcar subiram sustentados pela alta do petróleo. “A valorização do combustível fóssil sinaliza que mais cana-de-açúcar será direcionada para produção de etanol”, disse Michael McDougall, vice-presidente da Newedge Group sobre a relação entre os preços internacionais dos dois combustíveis. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal fechou em alta de 0,41%, a R$ 64,18 a saca de 50 quilos.

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Oferta preocupa A revisão das estimativas para a produção de cana-de-açúcar no Brasil refletiu-se nos preços do açúcar em Nova York. Ontem, os contratos para entrega em março subiram 57 pontos, a 26,89 centavos de dólar por libra-peso. De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a região Centro-Sul vai colher uma safra de 510 milhões de toneladas, 4,4% menor do que a estimada em julho. “É um dado percebido como positivo para o mercado”, disse Jeff Bauml, analista da R.J. O´Brien & Associates, à agência Bloomberg. Os preços do açúcar acumulam alta de 54% nos últimos 12 meses, em grande parte impulsionados pela preocupação com o tamanho da safra brasileira. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq caiu 0,10%, a R$ 68,75 por saca de 40 quilos.

Correção de mercado Os preços do café tiveram um dia de forte reação no mercado futuro de Nova York ontem. Os contratos de arábica para entr ega em dezembro fecharam em alta de 570 pontos, cotados a US$ 2,4405 por libra-peso. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, a commodity foi puxada por compras de torrefadoras, que voltaram ao mercado depois que as cotações recuaram para o patamar mais baixo em seis meses e meio nesta semana. Dados sobre a oferta também tiveram influência. Ontem, a Federação dos Produtores de Café da Colômbia cortou em 5,3% sua estimativa para a safra deste ano, para 9 milhões de sacas, com as lavouras afetadas pelo clima desfavorável pelo quarto ano seguido. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq subiu 2,45%, a R$ 456,42 por saca.

Alta “climática” Os preços futuros do suco de laranja congelado e concentrado tiveram ontem a maior alta em sete semanas na bolsa de Nova York. Os contratos para entrega em novembro fecharam com valorização de 430 pontos, cotados a US$ 1,5705 por libra-peso. Segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, o mercado foi influenciado pela formação de tempestades tr opicais a caminho da Costa Leste dos Estados Unidos, onde se concentra a segunda maior produção mundial de laranjas. O suco vem de uma sequência de seis pregões em queda, período no qual sofreu uma desvalorização de 21% – a maior desde 1970. A preocupação com a demanda tem pressionado a commodity. Em São Paulo, a laranja pera ao produtor subiu 0,68%, a R$ 10,37 por caixa, segundo o Cepea/Esalq.

Produção maior A previsão de maior colheita de algodão para os Estados Unidos na safra 2011/12 fez os futuros da pluma recuarem com força ontem na bolsa de Nova York. Os papéis com vencimento em dezembro fecharam o pregão a 96,52 centavos de dólar por libra-peso, queda de 128 pontos. Ontem, a despeito da seca em regiões produtoras americanas, o Departamento de Agricultura (USDA) revisou para cima a previsão de colheita. O órgão prevê agora uma produção de 18,3 milhões de toneladas, ante as 17,6 milhões previstos em julho. Com isso, os estoques finais sobem para 3,6 milhões de toneladas, ante os 3,3 milhões previstas mês passado. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a pluma registrou queda de 1,43%, para R$ 1,7785 por libra-peso.

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Conjuntura econômica Sinais de que um novo plano do Banco Central americano (Fed) poderá ajudar a recuperar a economia dos Estados Unidos e a demanda por commodities ajudaram a valorizar as cotações do açúcar ontem na bolsa de Nova York. Os contratos para março fecharam em 26,23 centavos de dólar por libra-peso, alta de 28 pontos. Analistas ouvidos pela Bloomberg disseram que membros do Fed se reuniriam ontem e que havia a expectativa de que fosse discutido um novo plano de estímulo à recuperação da economia do país. No Brasil, a consultoria Datagro voltou a divulgar estimativas de queda na safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul, que representa 89% da moagem do país. O indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal fechou em alta de 0,07% com a saca de 50 quilos a R$ 68,95.

Rolagem de posições As cotações do café encerraram a terça-feira em alta na terça-feira e recuperaram parte das fortes perdas observa das na segunda, primeiro dia de negociações após o rebaixamento da nota dos papéis da dívida americana pela agência de avaliação de risco Standard & Poor´s. Analistas consultados pela agência Dow Jones Newswires realçaram, entretanto, que a recuperação esteve mais ligada a um movimento de rolagem de posições do que propriamente a uma retomada da confiança dos investidores nesse mercado. Os contratos do arábica com vencimento em dezembro fecharam a US$ 2,3850 por libra-peso, em alta de 55 pontos. No mercado interno, a saca de 60,5 quilos do café de boa qualidade ficou entre R$ 440 e R$ 450, segundo o Escritório Carvalhaes, de Santos.

Liquidação em NY A liquidação de contratos futuros de suco de laranja congelado e concentrado (FCOJ, na sigla em inglês) continuou ontem na bolsa de Nova York e as cotações recuaram ao menor patamar desde abril, conforme a agência Dow Jones Newswires. Os papéis para entrega em novembro fecharam a US$ 1,6275 por libra-peso, em baixa de 360 pontos. Na segunda, dia de pânico nos mercados, a queda já havia sido de 790 pontos. Como a temporada americana de furacões parece não ameaçar gravemente os pomares da Flórida, disseram analistas, houve espaço de sobra para a continuidade da liquidação de contratos. Em São Paulo, a caixa de 40,8 quilos da laranja pera in natura saiu, em média, por R$ 10,31 ao produtor, de acordo com o Cepea/Esalq.

Pressão externa Mesmo com notícias preocupantes em relação às lavouras de algodão do Texas, os futuros da pluma não resistiram à conjuntura global negativa e fecharam em queda ontem na bolsa de Nova York. Os contratos para dezembro encerraram o pregão a 95,80 centavos de dólar por libra-peso, queda de 192 pontos. “O mercado chegou a ter uma modesta recuperação no meio do pregão em um momento em que ocorreram algumas transações”, disse à Dow Jones Newswires o analista independente Mike Stevens. Com pouco efeito no mercado, o USDA divulgou que 61% das lavouras de algodão do Texas estavam em condições “pobres ou muito pobres” na semana encerrada em 7 de agosto, ante 57% uma semana antes. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq fechou em baixa de 0,36%, a R$ 1,8604 por libra-peso.

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Oferta menor Os contratos futuros do açúcar registraram a maior alta em uma semana no pregão de ontem em Nova York. Papéis com vencimento em novembro encerraram o dia a US$ 2,872 por libra-peso, com alta diária de 68 pontos. Segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg, o movimento altista se deveu a sinais de que a produção brasileira de cana-de-açúcar não corresponderá às estimativas. Para Luiz Carlos Correa Carvalho, diretor da Canaplan, a produção do Centro-Sul brasileiro deverá ficar em 520 milhões de toneladas nesta safra, um resultado inferior à estimativa de 533 milhões de toneladas de 13 de julho. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar (saca de 50 quilos) ficou em R$ 67,92, com alta de 0,86%.

Nova queda Os preços futuros do café arábica sofreram ontem a sexta queda seguida na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em dezembro caíram 250 pontos e fecharam a US$ 2,4490 por libra-peso. Segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg, o mercado continua a ceder diante do cenário mais favorável para a colheita da safra brasileira. A ameaça de geada, que impulsionou as cotações nas últimas semanas, foi praticamente descartada à medida que as temperaturas se mantêm elevadas e a colheita se encaminha para o fim. Apesar disso, o balanço entre oferta e demanda continua apertado, o que deve dar sustentação aos preços no longo prazo. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq recuou 0,73% e fechou a R$ 444,42 reais por saca.

Liquidação técnica O mercado futuro de suco de laranja congelado e concentrado acompanhou o desempenho de outras commodities agrícolas e também fechou o dia no vermelho na bolsa de Nova York. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, a preocupação com o impasse sobre o limite da dívida dos Estados Unidos e a ausência de furacões e tempestades capazes de ameaçar os pomares da Flórida abriram espaço para que especuladores operassem com base em indicadores técnicos de preço. Os contratos com vencimento em novembro terminaram o dia cotados a US$ 1,8535 por libra-peso, uma desvalorização de 205 pontos. No Brasil, o preço médio da laranja pera, pago ao produtor de São Paulo, caiu 1,20%, para R$ 10,70 por caixa, de acordo com o Cepea/Esalq.

Troca de fornecedor Sinais de que a demanda global pelo trigo americano está arrefecendo mais uma vez nortearam o mercado, que fechou novamente em baixa ontem. Na bolsa de Chicago, os contratos futuros para dezembro fecharam a US$ 7,1675 por bushel, queda de 18,50 centavos. Em Kansas, papéis para o mesmo período ficaram em US$ 7,9825 por bushel, queda de 18,75 centavos. Segundo a Bloomberg, a demanda menor pelo produto americano se explica pelo fato de outros grandes produtores mundiais estarem elevando a sua produção e oferecendo preços mais baixos. E o impacto no mercado se explica porque os EUA, por sua vez, são os maiores exportadores de trigo do mundo. No mercado interno, a saca de 60 quilos do trigo ficou em R$ 26,43, estável, segundo o Deral.

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Moagem brasileira Sinais de que a safra de cana-de-açúcar no Brasil será menor do que a prevista inicialmente voltaram a elevar as cotações do açúcar na bolsa de Nova York. Os papéis com vencimento em março encerraram o pregão a 26,94 centavos de dólar por libra-peso, alta de 44 pontos. Dados da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica), citados pela Bloomberg, indicam que a produção do Centro Sul do Brasil recuou quase 25% nesta safra na comparação com a temporada anterior. Citando informações da consultoria Datagro, a Bloomberg informa que a oferta de cana na região vai declinar pela primeira vez em dez anos no país. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal fechou ontem com alta de 0,81%, R$ 58,31 por saca.

Dia de alta Os contratos futuros do grão arábica negociados no mercado americano encerraram em alta no pregão de ontem. Na bolsa de Nova York, os papéis com vencimento em setembro fecharam a US$ 2,6960 por libra-peso, com alta diária de 595 pontos. Segundo analistas ouvidos pela agência Dow Jones Newswires, foi a maior alta em três semanas. O resultado, afirmam eles, mostra que ainda há alguma “vida” no mercado de café, que teve a pior queda em quase cinco meses no mês passado. Mas a continuidade do período altista nos preços não é certa, já que não há expectativa de grandes novidades no mercado. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o café (saca de 60 quilos) ficou em R$ 473,99, com alta diária de 0,96%. No mês, o grão acumula perda de 5,50%.

Demanda asiática As condições das lavouras de milho dos EUA melhoraram na semana passada. De acordo com o Departamento de Agricultura do país (USDA), citado pela Bloomberg, cerca de 69% da área plantada estava em condições boas ou excelentes até o domingo, comparado aos 68% da semana anterior e aos 71% do mesmo período do ano passado. O USDA afirmou ainda que a reprodução do cereal já ocorre em 6% da área plantada em 18 Estados americanos, contra a média de 12% entre 2006 e 2010. Em Chicago, os papéis para setembro encerraram com alta de 18,75 centavos de dólar, a US$ 6,2550 por bushel, devido à demanda asiática, segundo a Dow Jones. No mercado doméstico, o indicador Cepea/ BM&FBovespa o milho ficou em R$ 30,92 por saca, com alta de 0,62%.

Clima nos EUA O receio de que o tempo úmido possa reduzir o ritmo de colheita de trigo nas grandes planícies americanas fez com que os contratos futuros do cereal tivessem o maior ganho em quase sete semanas nas bolsas americanas. Em Chicago, o contrato para entrega em setembro fechou a US$ 6,3550 o bushel, com valorização de 23,25 centavos de dólar. Em Kansas, onde se negocia o trigo de melhor qualidade, o mesmo vencimento teve alta de 15,25 centavos e fechou a US$ 7,36 por bushel. Segundo especialistas ouvidos pela Bloomberg, parte de Kansas, o maior Estado produtor de trigo de inverno dos Estados Unidos, pode ter fortes tempes tades por dois dias. No mercado do Paraná, o trigo caiu 0,41% e fechou a R$ 26,65 por saca, segundo o Deral, da Secretaria de Agricultura do Estado.

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Os contratos futuros do açúcar atingiram ontem seu maior valor em oito semanas, mais uma vez impulsionados pela expectativa de escassez do produto no Brasil, maior produtor do mundo. A agência Bloomberg informou que, segundo a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, a produção no Centro-Sul do país deverá totalizar 33 milhões de toneladas na safra atual, um volume abaixo das expectativas. A Unica, entidade que representa as usinas, trabalha com 34,6 milhões. “A produção no Brasil é a grande notícia do momento”, disse Jimmy Tintle, analista da Transworld Futures. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal subiu 0,35% e alcançou R$ 53,90. No mês, há queda de 1,62%.

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Perdas no Paquistão

Os futuros de açúcar subiram ontem na bolsa de Nova York depois que o Paquistão anunciou que terá um déficit de 1,2 milhão de toneladas do produto no próximo ano. Os papéis com vencimento em março fecharam em 23,24 centavos de dólar por libra-peso, alta de 51 pontos. Uma comissão no Paquistão foi criada para avaliar a necessidade de importação e dará um parecer em uma semana, informou Ministério da Indústria do país à Bloomberg. As inundações destruíram cerca de 200 mil acres de cana-de-açúcar no Paquistão, segundo associação de produtores locais. O Paquistão consome cerca de 4 milhões de toneladas de açúcar por ano. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de açúcar ficou em R$ 56,67, alta de 1,72% no dia.

Mais vendas Dando continuidade ao movimento de realização de lucros, os preços futuros do café voltaram a cair na quinta-feira na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em dezembro fecharam o dia cotados a US$ 1,918 por libra-peso, uma desvalorização de 235 pontos em relação ao pregão anterior. Segundo a Dow Jones Newswires, os contratos chegaram a operar em alta e atingiram durante o dia a máxima da semana em US$ 1,976 por libra-peso. Para alguns analistas, esse movimento é um sinal de que podem finalmente ter encontrado seu teto, perto do patamar mais elevado dos últimos 13 anos. No mercado interno os preços do café seguiram no sentido oposto. O indicador Cepea/Esalq terminou a quinta-feira com valorização de 0,44%, a R$ 333,07 por saca.

Oferta restrita A pressa das indústrias beneficiadoras para adquirir algodão em um mercado com oferta reduzida fez com que os preços futuros da pluma subissem ontem para o patamar mais elevado dos últimos 15 anos em Nova York. Os contratos com vencimento em dezembro terminaram o dia cotados a 95,76 centavos de dólar por libra-peso, em alta de 214 pontos. Segundo a Bloomberg, as vendas americanas de algodão na semana encerrada no último dia 9 somaram 570,2 mil fardos, quase seis vezes mais que na semana anterior, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No mercado interno os preços recuaram. Ontem, em Primavera do Leste (MT), a arroba do algodão ficou em R$ 67,60, com uma queda de 1,5%, segundo o Imea.

Realização de lucros Depois de três dias consecutivos de altas, os preços da soja terminaram a quinta-feira em queda na bolsa de Chicago. O resultado negativo se deve a um movimento de realização de lucros por parte dos investidores, que elevaram as compras nos últimos dias na esteira da valorização dos preços do milho e do trigo no mercado internacional. Os contratos de soja com vencimento em janeiro terminaram o dia a US$ 10,46 por bushel, queda de 6,75 centavos de dólar. Segundo a Dow Jones Newswires, o mercado ainda segue atento à seca que atinge as regiões produtoras do Brasil e deve atrasar o plantio da safra que será colhida em 2011. Em Rondonópolis (MT), a saca de soja terminou o dia cotada a R$ 39,20, queda de 0,8% segundo informações do Imea.

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Demanda aquecida. Os preços do álcool combustível seguem firmes, com o suporte da menor oferta de cana e boa demanda pelo produto no mercado. Na sexta-feira, o litro do hidratado fechou a R$ 0,9007 (sem impostos), ligeira alta de 0,49%. O anidro encerrou a R$ 1,0610 (sem impostos), elevação de 2,57%, segundo levantamento semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A expectativa é de que as cotações sigam firmes durante a entressafra. A produção de etanol acumulada nesta safra (de abril a setembro) é de 16,43 bilhões de litros, 3,08 % inferior sobre o mesmo período do ciclo anterior. Até o fim de setembro, o mix de produção ficou em 43,7% para o açúcar e 56,3% para o etanol, segundo a Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar).

Consolidação em NY. O suporte oferecido por mais um dia de enfraquecimento do dólar às commodities em geral alavancou também as cotações do açúcar on! tem na bolsa de Nova York, segundo relato d agência Dow Jones Newswires. Os contratos com vencimento em março encerraram a sessão negociados a 21,63 centavos de dólar por libra-peso, em alta de 39 pontos, enquanto os papéis para entrega em maio subiram 33 pontos e alcançaram 20,88 centavos de dólar. Traders nova-iorquino consideraram os movimentos observados como uma consolidação do mercado, cujos preços continuam em elevado patamar. No Brasil, o índice Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal caiu 0,78% na sexta-feira, para R$ 57,05. Em outubro, a variação negativa acumulada é de 0,23%.

Compras especulativas. A queda do dólar abriu espaço para compras especulativas de contratos futuros de café, o que puxou ontem nova alta do preço da commodity, disseram traders à Dow Jones Newswires. O feriado de ontem no Brasil, e também em outros países produtores, reduziu a oferta do grão e foi um fator adicional para o avanço das cotações. Na bolsa de Nova York, os contrat! os de arábica com vencimento em março fecharam em alta de 255 pontos, a US$ 1,4090 por libra-peso. Em Londres, a alta dos contratos de robusta para janeiro foi de US$ 13, para US$ 1.498 por tonelada. No mercado paulista, na sexta-feira, o preço da saca de 60 quilos de café caiu 1,31%, para R$ 260,17, segundo o índice Cepea/Esalq. Em outubro, em contrapartida, a alta acumulada é de 2,88%.

Produção em queda. Na sessão de ontem, os investidores mantiveram-se atentos à estimativa de produção de laranja na Flórida apresentada na sexta-feira pelo Departamento de Agricultura americano (USDA). A previsão é de colheita de 136 milhões de caixas na temporada 2009/10 na Flórida – segundo maior produtor da fruta no mundo, depois de São Paulo -, volume 16% menor que o da safra 2008/09 e também mais baixo que os prognósticos que têm circulado no mercado. Em Nova York, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado avançaram ontem 340 pontos, para US$ 1,1525 por libra-peso. No mer! cado paulista, a caixa de laranja de 40,8 quilos vendida às indústrias foi negociada na sexta-feira por R$ 5,72, de acordo com o Cepea/Esalq.

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Compra especulativa. Os preços futuros do café fecharam em alta na sexta-feira, puxados pelo movimento de compras especulativas, atingindo o maior patamar dos últimos seis meses, segundo analistas ouvidos pela agência Dow Jones Newswires. Na bolsa de Londres, os contratos para julho encerraram a US$ 1.498 a tonelada, com aumento de US$ 8. Na bolsa de Nova York, os contratos para julho fecharam o pregão a US$ 1,2670 a libra-peso, com elevação de 210 pontos. Os fundamentos para o café seguem altistas, uma vez que a oferta e demanda mundial segue apertada. A menor oferta de grão de qualidade da Colômbia, terceiro maior exportador, tem dado suporte aos preços. Em São Paulo, a saca de 60 quilos de boa qualidade está cotada entre R$ 270 a R$ 275, segundo o Escritório Carvalhaes.

Área ampliada nos EUA. O plantio de soja nos Estados Unidos deverá ser 3% maior que o previsto pelo Departamento de Agricultura americano (USDA) em março, segundo projeção apresentada pela consultoria Informa. A semeadura da oleaginosa ocorrerá em 31,7 milhões de hectares na atual temporada, que está em fase inicial dos trabalhos nos EUA, diz a Informa – em março, o USDA previu plantio em 30,8 milhões de hectares. Na sexta-feira, o preço da soja subiu novamente, acumulando ganho pela segunda semana seguida. Os contratos de soja para julho avançaram 9,50 centavos de dólar na bolsa de Chicago, US$ 11,1150 por bushel. Em Sorriso (MT), a saca de soja de 60 quilos foi negociada na sexta-feira por R$ 40, de acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (Imea).

Nova semana de alta. Assim como ocorrido nos negócios com a soja, o preço do milho no mercado internacional subiu novamente na semana passada, a segunda semana consecutiva de valorização. Na sexta-feira, a cotação do grão também avançou. O sentimento dos investidores era de que o pior da crise econômica já ficou para trás, o que deve dar nova vida à demanda por commodities agrícolas, tanto para uso na alimentação humana quanto na voltada à fabricação de rações e biocombustíveis. Na bolsa de Chicago, os contratos de milho com vencimento em julho fecharam em alta de 9 centavos de dólar, aos US$ 4,21 por bushel. No mercado doméstico, o preço da saca de milho de 60 quilos subiu 0,09%, para R$ 22,44, de acordo com o indicador Esalq/BM&FBovespa.

Atraso do plantio. Os preços futuros do trigo fecharam em alta nas bolsas americanas, na sexta-feira, como reflexo do atraso no plantio do cereal na região norte das Grandes Planícies americanas, por conta do clima úmido e das inundações daquela região. Na bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em julho encerraram o dia a US$ 5,91 o bushel, com aumento de 20,75 centavos. Na bolsa de Kansas, os contratos também com vencimento em julho fecharam a US$ 6,33 o bushel, com aumento de 19,25 centavos. Cerca de 23% da área de trigo foi plantada até o dia 3 de maio, contra 55% do mesmo período do ano passado, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No mercado paranaense, a saca de 60 quilos do trigo fechou a R$ 28,66, segundo o Deral.

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Venda especulativa. Os contratos futuros de suco de laranja fecharam em queda na sexta-feira, na bolsa de Nova York, pressionados por vendas especulativas, a fraqueza no segmento de commodities e um dólar mais firme. No pregão mais curto após o feriado de Ação de Graças, os contratos de março recuaram 255 pontos a 78,80 centavos de dólar por libra-peso. A falta de notícias altistas e o pequeno volume de negócios pressionaram, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. Perdas no mercado de petróleo também estimularam vendas especulativas, inclusive no suco, produto que já está pressionado pela demanda fraca e estoques elevados. Conforme o Cepea/Esalq, o preço da caixa de laranja destinada à indústria fechou em R$ 8,17 na sexta-feira.

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Influência cambial. Os contratos futuros do açúcar negociados no mercado americano registraram ontem a maior queda em duas semanas, em resposta direta à valorização do dólar, que diminuiu a atratividade pelas commodities comercializadas na moeda americana. “O dólar mais alto está pressionando o açúcar”, disse à Bloomberg Alexandre Oliveira, broker da Newedge USA LLC. “O petróleo recuou e as demais commodities o acompanharam”. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em março caíram 19 pontos, fechando a 11,61 centavos de dólar por libra-peso e acumulando perdas de 3,3% na semana. Já no mercado doméstico, a saca de 50 quilos ficou em R$ 30,76, alta de 0,39%, segundo o Cepea/Esalq. Por aqui, a queda já é de 0,52 % na semana.

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Os temores continuam. Os preços futuros do açúcar negociados na bolsa de Nova York caíram ontem pelo segundo pregão consecutivo, mais uma vez motivados por temores de que a desaceleração econômica dos Estados Unidos arrefeça a demanda mundial pelas commodities agrícolas. “O açúcar está sendo fortemente influenciado por essa preocupação com a demanda global”, afirmou à agência Bloomberg Jim Cassidy, trader de açúcar da Newedge USA LLC, de Nova York. Os contratos com vencimento em maio de 2009 fecharam com recuo de 27 pontos, a 11,55 centavos de dólar por libra-peso. No mercado doméstico, a saca de 50 quilos do açúcar cristal fechou o dia cotado a R$ 31,26, com queda diária de 0,03%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a commodity acumula alta de 0,51%.

Compras alavancadas. Os preços futuros do algodão reverteram a queda de 6,7% na segunda-feira e fecharam em alta ontem em Nova York. Segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, o resultado ruim do dia anterior levou à elevação nas encomendas externas. Os importadores costumam elevar suas aquisições quando a moeda americana cai em relação a outras moedas. “Ocorreram muitas compras à noite”, explicou Ron Lawson, diretor-gerente da Lawson O”Neill Global Institutional Commodity Advisors, na Califórnia. Assim, os papéis para entrega em março fecharam a 53,56 centavos, alta de 117 pontos. No mercado doméstico, a libra-peso do algodão fechou a R$ 1,2334, com queda diária de 0,03%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação da fibra é de 0,18%.

Economia enfraquecida. Os preços futuros do milho caíram ontem, alcançando o menor patamar de uma semana, pressionados por notícias de que a retomada do aquecimento da economia global deverá levar mais tempo, o que poderá provocar um recuo na demanda por grãos no mercado internacional, segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg. A alta do dólar em relação a outras moedas estrangeiras também ajudou a tirar suporte das cotações dos grãos nas bolsas americanas. Na bolsa de Chicago, os contratos para março encerraram o pregão a US$ 4,2775 o bushel, com recuo de 8,50 centavos. No mercado paulista, a saca de 60 quilos fechou a R$ 22,35, segundo o índice Esalq/BM&F. Os produtores brasileiros estão negociando sua produção, à medida que necessitam fazer caixa.

Queda da demanda. A alta do dólar em relação a outras moedas estrangeiras pressionou as cotações do trigo nas bolsas americanas. Analistas ouvidos pela agência Bloomberg acreditam que a valorização do dólar pode provocar um recuo na demanda pelo trigo dos Estados Unidos, os maiores exportadores globais. Na bolsa de Kansas, os contratos para março encerraram o pregão a US$ 5,9925 o bushel, com recuo de 12,75 centavos. Na bolsa de Chicago, os contratos para março fecharam a US$ 5,69 o bushel, com baixa de 14,75 centavos. Dados do USDA mostram que as exportações de trigo da semana encerrada no dia 16 devem recuar 34% sobre a semana anterior. No mercado paranaense, a saca de 60 quilos encerrou ontem a R$ 26,69, segundo o Deral.

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Os temores continuam. Os preços futuros do açúcar negociados na bolsa de Nova York caíram ontem pelo segundo pregão consecutivo, mais uma vez motivados por temores de que a desaceleração econômica dos Estados Unidos arrefeça a demanda mundial pelas commodities agrícolas. “O açúcar está sendo fortemente influenciado por essa preocupação com a demanda global”, afirmou à agência Bloomberg Jim Cassidy, trader de açúcar da Newedge USA LLC, de Nova York. Os contratos com vencimento em maio de 2009 fecharam com recuo de 27 pontos, a 11,55 centavos de dólar por libra-peso. No mercado doméstico, a saca de 50 quilos do açúcar cristal fechou o dia cotado a R$ 31,26, com queda diária de 0,03%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a commodity acumula alta de 0,51%.

Compras alavancadas. Os preços futuros do algodão reverteram a queda de 6,7% na segunda-feira e fecharam em alta ontem em Nova York. Segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, o resultado ruim do dia anterior levou à elevação nas encomendas externas. Os importadores costumam elevar suas aquisições quando a moeda americana cai em relação a outras moedas. “Ocorreram muitas compras à noite”, explicou Ron Lawson, diretor-gerente da Lawson ONeill Global Institutional Commodity Advisors, na Califórnia. Assim, os papéis para entrega em março fecharam a 53,56 centavos, alta de 117 pontos. No mercado doméstico, a libra-peso do algodão fechou a R$ 1,2334, com queda diária de 0,03%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação da fibra é de 0,18%.

Economia enfraquecida. Os preços futuros do milho caíram ontem, alcançando o menor patamar de uma semana, pressionados por notícias de que a retomada do aquecimento da economia global deverá levar mais tempo, o que poderá provocar um recuo na demanda por grãos no mercado internacional, segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg. A alta do dólar em relação a outras moedas estrangeiras também ajudou a tirar suporte das cotações dos grãos nas bolsas americanas. Na bolsa de Chicago, os contratos para março encerraram o pregão a US$ 4,2775 o bushel, com recuo de 8,50 centavos. No mercado paulista, a saca de 60 quilos fechou a R$ 22,35, segundo o índice Esalq/BM&F. Os produtores brasileiros estão negociando sua produção, à medida que necessitam fazer caixa.

Queda da demanda. A alta do dólar em relação a outras moedas estrangeiras pressionou as cotações do trigo nas bolsas americanas. Analistas ouvidos pela agência Bloomberg acreditam que a valorização do dólar pode provocar um recuo na demanda pelo trigo dos Estados Unidos, os maiores exportadores globais. Na bolsa de Kansas, os contratos para março encerraram o pregão a US$ 5,9925 o bushel, com recuo de 12,75 centavos. Na bolsa de Chicago, os contratos para março fecharam a US$ 5,69 o bushel, com baixa de 14,75 centavos. Dados do USDA mostram que as exportações de trigo da semana encerrada no dia 16 devem recuar 34% sobre a semana anterior. No mercado paranaense, a saca de 60 quilos encerrou ontem a R$ 26,69, segundo o Deral.

Commodities Agrícolas

A desvalorização do dólar e o encarecimento dos custos da energia, que pode estimular a demanda pelo etanol obtido a partir da cana, puxaram ontem a alta do preço do açúcar no mercado futuro, segundo analistas ouvidos pela Bloomberg. A queda do dólar aumenta a procura pelas chamadas “soft commodities”, negociadas em Nova York. Ontem, o barril do petróleo fechou pela primeira vez acima de US$ 120 o barril. Em Nova York, os contratos de açúcar com vencimento em outubro avançaram 43 pontos, para 12,73 centavos de dólar por libra-peso. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é superior a 27%. No mercado doméstico, o preço da saca de 50 quilos fechou em baixa de 0,51%, a R$ 27,40, segundo o índice Cepea/Esalq. No mês, a queda é de 1,01%.

Os contratos futuros da soja caíram ontem na bolsa de Chicago, anulando os ganhos anteriores, diante de especulações de que a alta na produção dos EUA e América do Sul irá colocar no mercado mais grãos que as indústrias de alimentos e rações podem consumir. O cultivo de soja pode ser 18% maior que a previsão divulgada pelo governo americano em março. Segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, o plantio de milho foi prejudicado pelas chuvas, e a cultura poderia ser substituída pela soja. “A produção de soja pode dobrar os estoques dos EUA até a safra 2009”, afirmou Dale Durchholz, do AgriVisor Services. Em Chicago, julho recuou 9 centavos, para US$ 1,277 por bushel. No mercado interno, a saca ficou em R$ 43,68, alta de 0,58%, segundo o Cepea/Esalq.

O último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre o andamento da safra de milho do país ratificou a lentidão do plantio e acentuou ainda mais o cenário de aperto da commodity. Na segunda-feira, o USDA informou que 27% da safra estava plantada nos 18 principais Estados produtores até 4 de maio – a média dos cinco anos anteriores foi de 59% para o mesmo período. É o ritmo mais lento desde 1995, motivado pelo excesso de chuvas nas lavouras ocupadas pelo grão. Com isso, os contratos de milho que vencem em julho negociados na bolsa de Chicago subiram 12,25 centavos de dólar, para US$ 6,0625 por bushel. No mercado interno, o preço da saca de 60 quilos do milho subiu 1,16%, para R$ 28,02, segundo o indicador Esalq/BM&F.

A seqüência de quedas da cotação do trigo pode aumentar a demanda no mercado americano, o que puxou a alta do preço da commodity ontem nos mercados futuros, segundo analistas ouvidos pela Bloomberg. Até a última segunda-feira, o trigo acumulou baixa de 40% na comparação com o patamar recorde de US$ 13,4950 por bushel, atingido em 27 de fevereiro. Na bolsa de Chicago, os contratos de julho com vencimento em julho subiram ontem 12,50 centavos de dólar, para US$ 8,18 por bushel. Em Kansas, que comercializa o trigo de melhor qualidade, a alta foi de 8 centavos de dólar, para US$ 8,64 por bushel. No mercado interno, o preço da saca de 60 quilos permaneceu ontem em R$ 41,98, sem variação, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral).

Commodities Agrícolas

Os preços futuros do açúcar fecharam com forte alta na sexta-feira em Nova York, impulsionados pela disposição do Brasil de produzir mais álcool do que açúcar na safra 2007/08. Em Nova York, os contratos para março fecharam a 10,29 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 17 pontos, atingindo a maior cotação desde março último. Em Londres, os contratos para outubro encerraram o dia a US$ 311,40 a tonelada, com baixa de US$ 0,10. Desde o início da safra no centro-sul do país, as usinas aumentaram a produção de álcool e reduziram a de açúcar. Mesmo com os recentes aumentos, os preços internacionais do açúcar continuam com desvalorização de 40% sobre o mesmo período de 2006. No mercado paulista, a saca de 50 quilos fechou a R$ 24,13, segundo o Cepea/Esalq.

Commodities Agrícolas

Um movimento de rolagem de posições determinou a queda dos preços do açúcar ontem na bolsa de Nova York. Os papéis com vencimento em julho fecharam a 8,92 centavos de dólar por libra-peso, em baixa de 32 pontos – menor patamar em um mês e meio no mercado -, ao passo que outubro caiu 27 pontos, para US$ 9,19 centavos de dólar. Chamaram a atenção de traders ouvidos pela agência Dow Jones Newsiwres, ainda que sem maior influência sobre a direção das cotações, notícias ligadas ao evento de etanol realizado ontem em São Paulo. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal registrou variação negativa de 0,04%, para R$ 26,34. Em maio, o indicador registrou queda acumulada de 17,51%.

Commodities Agrícolas

Uma onda de compras de tradings e possivelmente consumidores fez os preços futuros do açúcar demerara subirem na bolsa de Nova York na sexta-feira, segundo analistas ouvidos pela agência Reuters. Há expectativa, no entanto, que os preços voltem a recuar com vendas de produtores nesta semana. O contrato para outubro subiu 37 pontos, para 9,45 centavos de dólar por libra-peso, maior valor em um mês. Hoje a bolsa ficará fechada por conta do feriado de Memorial Day nos EUA. Na bolsa de Londres, os preços do refinado também valorizaram com compras de especuladores e fundos. O contrato para outubro subiu US$ 4,60, para US$ 324,60 a tonelada. No Brasil, o indicador Esalq/BM&F para a saca subiu 0,71% no dia, para R$ 26,97. No mês, a queda acumulada chega a 16,14%.

Commodities Agrícolas

Os preços futuros do açúcar voltaram a subir ontem na bolsa de Nova York, devido a especulações de que os embarques da Índia, o segundo maior produtor do mundo, poderão desacelerar até que o país comece a subsidiar os produtores para reduzir os custos de transporte. O governo indiano informou que poderá pagar até 1.450 rúpias (US$ 33) por tonelada para compensar os altos custos de escoamento do açúcar até os portos do país. A decisão poderá vir só em maio. Em Nova York, os contratos para julho subiram 11 pontos, ou 1,1%, para 9,89 centavos de dólar por libra-peso. No pregão anterior, haviam recuado 2%. No mercado interno, a saca de 50 quilos do açúcar ficou em R$ 34,49, queda de 0,17% sobre terça-feira, segundo o indicador Cepea/Esalq.

Commodities Agrícolas

A Índia, segundo maior produtor mundial de açúcar, suspendeu uma proibição à exportação de açúcar, que vigorou por seis meses, devido a sua produção recorde, informou a agência Bloomberg. A decisão poderá agravar a superoferta prevista para o mercado mundial. “A proibição foi suspensa em vista do aumento da produção e do nível confortável dos estoques”, disse Palaniappan Chidambaram, ministro da Fazenda da Índia. A produção de açúcar da Índia poderá alcançar 24 milhões de toneladas. No mercado internacional, os preços futuros da commodity caíram ontem (dia 11). Em Nova York, os contratos para maio fecharam a 11,15 centavos de dólar por libra-peso, queda de 8 pontos. Em São Paulo, a saca de 50 quilos fechou a R$ 36,98, segundo o Cepea/Esalq.

Commodities Agrícolas

Os preços futuros do açúcar fecharam com forte queda na sexta-feira, no mercado internacional, atingindo os menores patamares dos últimos 12 meses. A queda foi atribuída ao recuo dos preços das commodities de energia, sobretudo o petróleo. A saída dos investidores dos contratos de outubro também tirou o suporte das cotações. Em Nova York, os contratos para março fecharam a 11,38 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 97 pontos. Em Londres, os contratos de março fecharam a US$ 342 a tonelada, baixa de US$ 19,40. Em fevereiro deste ano, os preços do açúcar atingiram a máxima dos últimos 25 anos. A maior oferta de países produtores tirou a sustentação dos preços. No mercado paulista, a saca de 50 quilos fechou a R$ 37,94, segundo o Cepea/Esalq.

Commodities Agrícolas

Vendas de especuladores, estimuladas pelas quedas nos mercados de petróleo, ouro e outras commodities, fizeram as cotações do açúcar despencar ontem na bolsa de Nova York, segundo a Dow Jones Newswires. O movimento acentuou a queda decorrente da vendas de países produtores, disseram analistas. O contrato de outubro recuou 46 pontos a 17,48 centavos de dólar por libra-peso em NY. Em Londres, o contrato teve recuo de US$ 8,00 a US$ 477 por tonelada. Em outras notícias do mercado, o Paquistão comprou açúcar refinado, sendo 100 mil toneladas da Índia e 50 mil de Cingapura. A China irá leiloar 200 mil toneladas de suas reservas oficiais e também irá ofertar açúcar cubano para consumidores domésticos. No Brasil, a saca de 50 quilos fechou em R$ 47,87, alta de 0,10% no dia, segundo o indicador Cepea/Esalq.

Commodities Agrícolas

Os preços futuros de açúcar fecharam o pregão de ontem com ligeira queda, na bolsa de Nova York, pressionados vendas especulativas. Segundo a Reuters, o “Sugar Dinner”, evento que acontece nesta semana e reúne os principais representantes internacionais do setor de açúcar, esvaziou as negociações ontem. Os contratos de julho recuaram 9 pontos, para 17,38 centavos de dólar por libra-peso em Nova York, enquanto os contratos de outubro fecharam a 17,71 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 10 pontos. Na Bolsa de Londres, os preços também caíram seguindo o desempenho em Nova York. Os papéis para outubro tiveram queda de US$ 2,40, para US$ 471,60 por tonelada. Na BM&F, o contrato de julho fechou a US$ 20,45 por saca, recuo de 0,20%.

Commodities Agrícolas

Os preços do açúcar no mercado físico continuam com pouca firmeza, em São Paulo, pressionados pelo avanço da colheita da nova safra de cana no Centro-Sul do país. A saca de 50 quilos é negociada em R$ 25, de acordo com Alexandre Mourani, da Ágora Senior. Ontem, as negociações das usinas ficaram praticamente paradas no mercado. “A desvalorização do dólar enfraquece os negócios”, afirma Mourani. As indústrias de alimentos e bebidas estão comprando em poucos volumes. Até o dia 1º de maio, as usinas do Centro-Sul tinham processado cerca de 15,5 milhões de toneladas de cana da nova safra, ante 8,5 milhões de toneladas de cana no mesmo período da safra passada, de acordo com dados preliminares da Unica (União da Agroindústria Canavieira de São Paulo).

Commodities Agrícolas

Os preços futuros do açúcar fecharam em alta ontem, impulsionados por movimentos de especuladores e dos fundos no mercado. Os contratos para maio encerraram o dia a 9,15 centavos de dólar por libra-peso, com aumento de 9 pontos, ou 1%, em relação ao pregão anterior. Segundo Alexandre Mourani, da Ágora Senior, as previsões continuam altistas para a commodity. A colheita de cana no Centro-Sul do Brasil deverá ser prorrogada por mais um mês, estendendo-se até dezembro, por conta das chuvas que ocorreram entre maio e junho, no início da safra 2004/05. O índice Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos de açúcar encerrou o dia a R$ 27,42, no mercado paulista. As negociações do produto no mercado interno seguem lentas, uma vez que as indústrias estão bem estocadas.

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