Commodities Agrícolas – Açúcar

Influência da seca – O açúcar demerara iniciou o pregão de ontem em baixa na bolsa de Nova York, mas logo o temor com o clima no Brasil voltou a dominar as atenções e os preços subiram e alcançaram o maior patamar em quatro meses. Os papéis para julho fecharam a 18,36 centavos de dólar por libra-peso, com ganhos de 42 pontos. O déficit hídrico em importantes regiões produtoras de cana do Centro-Sul brasileiro continua a preocupar o mercado. Os problemas no país, ainda que possam diminuir com as chuvas dos últimos dias, já afetaram as estimativas de produção da safra 2014/15. Contudo, a oferta global da commodity continua relativamente confortável. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal registrou alta de 0,56% e atingiu R$ 51,78.

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Temor com o Brasil A volta das preocupações com a estiagem no Brasil impulsionou os preços do açúcar demerara na bolsa de Nova York, após as perdas registradas na sessão de quarta-feira. Os contratos para maio fecharam em forte elevação de 40 pontos ontem, a 18,07 centavos de dólar por libra-peso. Os mapas meteorológicos indicam chuvas para este fim de semana em importantes áreas canavieiras do Brasil. Contudo, como o tempo tem estado muito seco e quente, a percepção é de que os produtores do país terão dificuldade em realizar novos plantios de cana, o que tende a prejudicar a safra 2015/16. A safra 2014/15 começará a ser colhida em abril. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 51,62, alta de 0,33%.

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Superávit menor – A perspectiva de uma menor sobra de açúcar na safra 2014/15 influenciou os futuros da commodity na sexta-feira na bolsa de Nova York. Os contratos para maio, os de maior liquidez no momento, subiram 38 pontos, ou 2,27%, a 17,07 centavos de dólar por libra-peso. A Organização Internacional do Açúcar (ISO, na sigla em inglês) reduziu, pela primeira vez em seis anos, as perspectivas de produção global de açúcar. Como resultado, a entidade diminuiu também a sua previsão para o superávit mundial do setor para 4,2 milhões de toneladas. A estimativa anterior era de 4,7 milhões de toneladas. Além disso, as previsões climáticas no Brasil, onde a seca prejudica os canaviais, ainda são altistas para o preços. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal subiu 0,08%, a R$ 50,44 a saca de 50 quilos.

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Ainda a seca Mais uma vez, o clima seco que assola as lavouras de cana do Brasil impulsionou as cotações do açúcar na bolsa de Nova York. Os lotes da commodity para maio encerraram o pregão de ontem cotados a 16,85 centavos de dólar a libra-peso, valorização de 2,1% ou 35 pontos. De acordo com analistas, a clima seco que atinge o Brasil criou um suporte para os preços do açúcar, que sofrem pressão devido ao excedente global de oferta remanescente da temporada 2013/14. Se a seca no Brasil não tivesse ocorrido, os preços do açúcar estariam entre 1 e 2 centavos de dólar por libra-peso mais baixos que os atuais, avaliam analistas. Em São Paulo, indicador do Cepea/Esalq para o açúcar cristal subiu 0,7% ontem, a R$ 50,57 a saca de 50 quilos. No acumulado do mês, a alta é ainda maior, de 1,24%, conforme o levantamento.

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Clima quente e seco – Os contratos futuros de açúcar demerara dispararam ontem na bolsa de Nova York, novamente em virtude dos problemas climáticos no Brasil. Os papéis para maio subiram 51 pontos, a 16,50 centavos de dólar por libra-peso. O tempo quente e seco que assola o Centro-Sul do Brasil já há meses vem danificando as lavouras de cana e reduzindo o teor de açúcar nas plantas. Nesta semana, a entidade que representa as usinas da região (Unica) estimou que a estiagem deverá reduzir em até 40 milhões de toneladas a oferta de cana na safra 2014/15. “Apesar de haver previsão de superávit, esse problema climático pode dar um pequeno impulso à commodity”, disse o Commerzbank, em relatório. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal negociado em São Paulo subiu 0,62%, para R$ 50,22 a saca de 50 quilos.

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Pressão das chuvas – A expectativa de chuvas em regiões produtoras de cana do Brasil pesaram sobre as cotações do açúcar demerara na bolsa de Nova York ontem. Os contratos com vencimento em maio encerraram em baixa de 7 pontos, a 16,04 centavos de dólar por libra-peso. Nas últimas semanas, o calor e a estiagem no Brasil (maior fornecedor mundial de açúcar) vinham preocupando o mercado e colaboraram para dar sustentação aos preços da commodity. Apesar da previsão de chuvas, a percepção dos analistas é de que elas não serão suficientes para recompor a umidade do solo nos canaviais brasileiros. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 50,09, com ligeira valorização de 0,04%.

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Incentivo na Índia – Apesar da oficialização do incentivo às exportações de açúcar da Índia, os preços da commodity avançaram na bolsa de Nova York ontem. Os papéis com entrega em maio encerraram em forte elevação de 38 pontos, cotados a 16,11 centavos de dólar por libra-peso. O governo do país (segundo maior fornecedor global de açúcar, atrás do Brasil) confirmou que dará US$ 54 por cada tonelada de açúcar demerara exportada como compensação às usinas nacionais, que adquirem cana de agricultores a preços elevados e determinados pelo governo. Conforme traders, a tendência é que os preços do açúcar, que já estão em baixa, caiam ainda mais com a medida. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 50,07, avanço de 0,54%.

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Quarta queda seguida O açúcar demerara voltou a cair ontem na bolsa de Nova York, pela quarta sessão seguida. Os papéis com entrega em março fecharam a 15,73 centavos de dólar por libra-peso, em queda de 20 pontos. Apesar da curva descendente, os danos às lavouras de cana que podem ser provocados pelo clima quente e seco no Brasil (maior fornecedor mundial de açúcar) continuam a deixar o mercado em alerta. Previsões apontam que o cenário de poucas precipitações e muito calor deverá continuar a dar o tom durante os próximos sete dias em São Paulo. Independentemente disso, o cenário global ainda aponta para mais uma temporada de oferta superior à demanda. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal negociada em São Paulo caiu 0,72%, para R$ 49,80.

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Atenção à Índia – Os preços do açúcar demerara voltaram a perder força na sexta-feira em Nova York, depois que as autoridades indianas adiaram a decisão sobre os incentivos às exportações da commodity. Os contratos para maio fecharam em baixa de 10 pontos, a 16,02 centavos de dólar por libra-peso. A Índia é o segundo maior produtor mundial de açúcar, atrás do Brasil. O governo indiano propôs dar US$ 32 por cada tonelada de açúcar exportada para compensar as usinas locais, mas as indústrias pleiteiam quase o dobro do valor. Se aprovada, a medida pode adicionar pressão aos já robustos estoques mundiais – prevê-se um superávit de 4,7 milhões de toneladas em 2013/14. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 50,10, alta de 0,32%.

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Influência do clima – As cotações do açúcar na bolsa de Nova York fecharam ontem em alta puxadas pela seca que atinge as principais áreas canavieiras do Brasil. Os contratos para maio subiram 1,14% (18 pontos), a 15,94 centavos de dólar por libra-peso. Segundo especialistas, as chuvas de verão são importantes para o crescimento da cana, que será colhida no Brasil a partir de abril, e o tempo seco pode reduzir a produtividade. Segundo a Somar Meteorologia, as chuvas nas principais regiões produtoras do país estão abaixo da média há mais de quatro meses. Não há ainda, previsão de que esse déficit seja normalizado em fevereiro. No mercado interno, o indicador para o açúcar cristal Cepea/Esalq, em São Paulo, ficou em R$ 49,90 a saca de 50 quilos, queda de 0,10% sobre o dia anterior.

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Estiagem preocupa – Os preços do açúcar demerara reagiram após as perdas da sessão passada e avançaram na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em maio encerraram em elevação de 25 pontos, a 15,20 centavos de dólar por libra-peso. Há certa preocupação com o clima nas principais regiões produtoras de cana do Brasil, que é o maior fornecedor mundial de açúcar. Previsões climáticas indicam que o tempo permanecerá seco ao longo de fevereiro e um maior volume de chuvas deve ocorrer apenas em abril. Esse cenário aumenta a cautela das usinas, tendo em vista que a colheita de cana tem início justamente em abril, e as precipitações atrapalham os trabalhos a campo. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 49,84, baixa de 0,68%.

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Recuo em Nova York – Depois de subir na terça-feira na bolsa de Nova York, as cotações do açúcar voltaram à “normalidade” no pregão de ontem. Os contratos para maio encerraram o dia em desvalorização de 28 pontos, a 14,95 centavos de dólar a libra-peso. Segundo o Commerzbank, não há reviravolta prevista para o açúcar diante da quarta safra consecutiva com superávit. A Organização Internacional de Açúcar prevê um excedente de 4,7 milhões de toneladas em 2013/14. “O dólar em alta ante moedas como o real acrescenta pressão às cotações em Nova York”, diz o banco, em nota aos clientes. A moeda mais fraca estimula as exportações, porque os produtores recebem mais em real, vendendo menor quantidade do produto em dólar. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal subiu 0,48%, a R$ 50,18 a saca de 50 quilos.

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Pequeno alívio – Depois de cair ao menor valor em mais de três anos e meio na bolsa de Nova York na sessão passada, o açúcar demerara voltou a avançar no pregão de ontem. Os contratos com vencimento em maio subiram 20 pontos, a 15,23 centavos de dólar por libra-peso. Apesar da reação, o cenário continua de baixa. Conforme analistas, o horizonte para os preços é negativo por conta das previsões de superávit global de açúcar, com a abundante colheita de cana no Brasil, na Índia e na Tailândia. A produção mundial de açúcar deve superar a demanda em 4,7 milhões de toneladas na atual safra 2013/14, segundo a Organização Internacional do Açúcar (ISO, na sigla em inglês). No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal teve alta de 0,345, a R$ 49,94 a saca de 50 quilos.

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Excedente e câmbio – Depois de avançar nos dois últimos pregões, o açúcar demerara caiu ao menor valor em mais de três anos e meio em Nova York. Os papéis para maio fecharam em baixa de 26 pontos ontem, a 15,03 centavos de dólar por libra-peso. A previsão de que haja um superávit mundial na atual safra 2013/14 voltou a pesar sobre os preços. Boas colheitas de cana no Brasil, na Índia e na Tailândia elevaram as expectativas de oferta abundante este ano. A desvalorização das moedas de países emergentes – caso do Brasil – foi fator adicional de pressão. A queda do real ante o dólar encoraja as vendas por parte do Brasil, na medida em que cresce a rentabilidade com as exportações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 49,77, alta de 0,18%.

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Oferta elevada – A ampla oferta global pressionou as cotações do açúcar ontem. Os contratos futuros da commodity com vencimento em maio fecharam o pregão cotados a 14,25 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 16 pontos. Os preços dos açúcar vêm sofrendo forte pressão diante da grande produção de Brasil e Tailândia, os maiores exportadores do produto. Em relatório divulgado ontem, a consultoria Safras & Mercado estimou que a colheita de cana-de-açúcar vai aumentar 2,7% no ciclo 2014/15 – que tem início em abril -, para 675 milhões de toneladas de cana. Além disso, a desvalorização do dólar ante o real é um fator adicional de pressão sobre as cotações do açúcar. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo teve leve alta de 0,08%, a R$ 49,66 a saca de 50 quilos.

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Oferta limita ganhos – Em meio ao feriado em homenagem a Martin Luther King, nos EUA, e o consequente fechamento das bolsas no país, as atenções se voltaram ontem à bolsa de Londres (Liffe), onde os preços do açúcar refinado reagiram depois de atingirem o menor valor em mais de três anos e meio na sexta-feira. Os papéis para maio encerraram com um ganho modesto de US$ 0,40, a US$ 424,20 por tonelada. Quaisquer valorizações da commodity, porém, tendem a ser limitadas pela ampla oferta. A estimativa da Organização Internacional do Açúcar (ISO, na sigla em inglês) é de um superávit de 4,7 milhões de toneladas na atual temporada 2013/14. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 49,57, baixa de 0,20%.

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Ligeira queda – O excesso de oferta global de açúcar voltou a pressionar as cotações da commodity na sexta-feira. Os papéis para maio encerraram a 15,40 centavos de dólar por libra-peso na bolsa de Nova York, baixa de 22 pontos. Maior produtor e exportador mundial de açúcar, o Brasil está moendo mais cana nesta safra 2013/14 (que se encerra no fim de março) do que no período anterior. Conforme a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a região Centro-Sul do país processou 594,1 milhões de toneladas no acumulado até 1º de janeiro, 12% acima do mesmo período do ciclo anterior. A produção de açúcar totalizou 34,3 milhões no intervalo, alta de 0,6%. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 49,67, queda de 1,23%.

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Pressão da oferta – O açúcar demerara caiu ontem ao menor patamar em três anos e meio na bolsa de Nova York, sob a contínua pressão da grande oferta mundial. Os contratos para maio encerraram em baixa de 24 pontos, a 15,42 centavos de dólar por libra-peso. A produção no Brasil (maior fornecedor mundial da commodity) tem avançado, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). Na segunda-feira, a entidade divulgou que o país produziu 252,4 mil toneladas na segunda quinzena de dezembro no Centro-Sul, alta de 129%. No acumulado da safra 2013/14, até o fim de dezembro, a produção soma 34,27 milhões de toneladas, 0,58% acima da temporada anterior. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 50,21, queda de 0,50%.

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Ainda a oferta – As cotações do açúcar demerara registraram o segundo pregão seguido de ganhos na bolsa de Nova York, embora a elevação tenha sido modesta. Os contratos com vencimento em maio encerraram ontem com uma ligeira alta de 2 pontos, cotados a 15,74 centavos de dólar por libra-peso. Entretanto, o cenário continua baixista. Os elevados estoques no Brasil, principal fornecedor mundial, e a colheita em curso na Índia e na Tailândia (que ocupam a vice-liderança na produção e na exportação de açúcar, respectivamente) adicionam pressão ao mercado. A Organização Internacional do Açúcar prevê um superávit de 4,7 milhões de toneladas nesta temporada 2013/14. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou a R$ 50,63, alta de 0,18%.

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Real fraco – Depois de cair por três pregões consecutivos, o açúcar demerara avançou na sexta-feira na bolsa de Nova York. Os papéis para maio subiram 8 pontos a 15,72 centavos de dólar por libra-peso. Apesar da reação, os preços estão em seus menores níveis nos últimos 3 anos e meio. O Commerzbank destacou, em nota, que o real mais fraco contribui para a pressão de venda. A alta do dólar ante a moeda brasileira estimula as vendas por parte do Brasil (maior fornecedor mundial de açúcar), na medida em que eleva a receita com as exportações. Além disso, a colheita de cana está em curso na Índia e da Tailândia, o que amplia a pressão sobre as cotações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal caiu na sexta-feira 0,55%, a R$ 50,65 a saca de 50 quilos.

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Ligeira recuperação – O açúcar demerara fechou com preços estáveis ontem depois de onze dias seguidos de queda em Nova York. Os contratos para maio encerraram a quinta-feira a 16,80 centavos de dólar por libra-peso. Durante a maior parte do dia, porém, os preços operaram em baixa. Relatórios de analistas citam pressão negativa extra por conta de declarações da brasileira Coopersucar. A empresa informou que as previsões de exportação para este ano e 2014 estão mantidas, apesar do incêndio que atingiu seu armazém no Porto de Santos em outubro. A cana-de-açúcar da Índia começa a ser processada e qualquer problema de oferta no país está, por enquanto, descartado. O indicador Esalq/Cepea para o produto no Estado de São Paulo recuou 0,14% para R$ 51,71 a saca de 50 quilos.

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Demanda fraca – Em meio a um cenário que os analistas classificam como “desencorajador”, os preços do açúcar demerara fecharam ontem em queda na bolsa de Nova York. Os contratos para maio tiveram desvalorização de 15 pontos, encerrando o pregão a 17,09 centavos de dólar por libra-peso. Sem sinais de aumento na demanda pelo produto, os agentes seguem repercutindo as projeções de sobreoferta da commodity, estimada em 4,7 milhões de toneladas no atual ciclo. A produção firme no Brasil e na Tailândia, primeiro e segundo maiores exportadores de açúcar do mundo, respectivamente, colabora com o pessimismo em relação aos preços. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal subiu 0,17% ontem, a R$ 51,72 a saca de 50 quilos.

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Influência do câmbio – O açúcar refinado recuou na sessão passada na bolsa de Londres, em meio ao baixo volume de negócios, reflexo do fechamento da bolsa de Nova York em função do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos. Os contratos com entrega em maio encerraram em queda de 0,10%, a US$ 467,30 por tonelada. A commodity foi pressionada pela valorização do dólar em relação ao real. O Brasil é o maior fornecedor mundial de açúcar e o fortalecimento da moeda americana incentiva as vendas por parte dos produtores do país, na medida em que cresce a rentabilidade com as exportações. A elevada oferta mundial colabora para manter os preços do açúcar no campo negativo. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 52,00, queda de 0,33%.

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Ladeira abaixo O açúcar demerara ensaiou uma reação na bolsa de Nova York ontem, mas os preços não resistiram e fecharam no vermelho pelo sétimo pregão seguido. Os contratos com vencimento em maio encerraram em queda de 6 pontos, a 17,32 centavos de dólar por libra-peso. Analistas dizem que o mercado precisa de notícias de aumento de demanda para vencer a pressão baixista. O cenário de ampla oferta é reforçado pelo clima favorável à produção nas principais regiões produtoras. No Brasil, principal fornecedor mundial, previsões indicam que chuvas nos próximos sete dias em São Paulo devem ajudar no desenvolvimento da cana-de-açúcar. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilosde açúcar ficou em R$ 52,17, com valorização de 0,64%.

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Excedente global – O excedente na oferta global de açúcar levou a commodity a registrar queda pelo segundo pregão seguido na bolsa de Nova York. Os contratos futuros com entrega para maio recuaram 11 pontos na sexta-feira, a 17,47 centavos de dólar. Conforme analistas, a desvalorização fez com que o açúcar rompesse o suporte técnico e psicológico de 17,50 centavos de dólar, num movimento que pode abrir espaço para novas quedas, rumo aos 17 centavos. Há, ainda, temor com a estratégia de empresas de grande porte, que estão plantando mais cana, apesar de não fazer sentido processar cana para a produção de açúcar no atual nível de preços. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal se valorizou 0,25% na sexta-feira, a R$ 51,87 a saca de 50 quilos. No mês, há queda acumulada de 1,11%.

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Reação em NY Os contratos futuros do açúcar demerara subiram ontem na bolsa de Nova York, após recuarem ao menor valor em oito anos no pregão anterior. Os contratos para maio fecharam em alta de 17 pontos (0,97%), a 17,67 centavos de dólar por libra-peso. Traders teriam optado por cobrir posições vendidas, que indicavam apostas de que os preços cairiam. A desvalorização do dólar em relação ao real também colaborou para a alta. Sendo Brasil o maior fornecedor mundial de açúcar, o enfraquecimento da moeda americana leva a um ajuste das cotações, que se elevam. No mercado doméstico, o movimento foi oposto. O indicador Cepea/ Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal registrou uma pequena retração de 0,06%, a R$ 52,18.

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Piso em cinco semanas O açúcar demerara caiu ontem ao menor valor em mais de cinco semanas na bolsa de Nova York, pressionado pelo aumento da oferta da Tailândia e da Índia. Assim, os lotes com entrega em maio tiveram queda de 12 pontos, a 17,97 centavos de dólar por libra-peso. O excedente previsto para a atual temporada 2013/14 será menor do que o registrado no ciclo anterior, no entanto, segue adicionando pressão às cotações. A projeção da Organização Internacional do Açúcar (ISO, na sigla em inglês) é que a oferta vai superar a demanda em 4,5 milhões de toneladas. Na safra 2012/13, já havia sido registrado um excedente recorde de 10 milhões de toneladas. No mercado interno, a demanda pelo açúcar cristal está desaquecida. O indicador Cepea/Esalq para o produto teve nova queda de 0,48%, a R$ 51,85 a saca.

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Queda em NY – Depois da estabilidade de quinta-feira, os preços do açúcar demerara recuaram na sexta na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega em maio encerraram a sessão em queda de 9 pontos, a 18,10 centavos de dólar por libra-peso. Há duas semanas, um incêndio que destruiu 180 mil toneladas de açúcar em armazéns da Copersucar no porto de Santos (SP) fez os preços da commodity dispararem, com alta de mais de 5%. Mas, apesar de os embarques de açúcar a partir do porto de Santos terem diminuído, outros importantes fornecedores mundiais, como Índia e Tailândia, têm oferta disponível e atraíram compradores. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal registrou queda de 0,36%, para R$ 52,26.

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Liquidação em NY – O açúcar demerara registrou perdas ontem na bolsa de Nova York, em meio ao enfraquecimento da demanda e a um movimento de liquidações de posições, depois que a commodity não conseguiu se sustentar acima do nível de resistência técnico e psicológico de 19 centavos de dólar por libra-peso na sessão passada. Os contratos para maio encerraram o pregão em queda de 42 pontos, a 18,31 centavos de dólar por libra-peso. As tensões que surgiram há 11 dias no mercado, com o incêndio que destruiu 180 mil toneladas de açúcar no terminal da Copersucar no porto de Santos (SP), já se dissiparam. A Índia e a Tailândia também estão com a produção de açúcar em curso, o que incentiva os traders a se voltarem para essas origens. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal caiu 0,09%, a R$ 52,65 a saca de 50 quilos.

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Queda em NY – O açúcar demerara devolveu ontem os ganhos de segunda-feira na bolsa de Nova York hoje. Os lotes com entrega em maio fecharam com perdas de 13 pontos, a 19,05 centavos de dólar por libra-peso. Os preços se estabilizaram em torno do patamar de 19,50 centavos, nível considerado de resistência técnica e psicológica, após terem superado 20 centavos de dólar na sexta-feira, reflexo do incêndio que destruiu 180 mil toneladas de açúcar que estavam nos armazéns da Copersucar no porto de Santos, em São Paulo. Mas a empresa, maior comercializadora de açúcar do mundo, informou que esteiras e shiploaders não sofreram danos. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal subiu 0,36%, para R$ 52,47. No mês, a alta chega a 11,38%.

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Impulso climático – O preço internacional do açúcar registrou ontem a maior alta do mês, mais uma vez impulsionado pelo clima no Brasil. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em maio fechou com valorização de 27 pontos ou 1,4%, a 18,86 centavos de dólar por libra-peso. No mês, o ativo acumula ganho de 3,97%, o maior entre as commodities agrícolas. Segundo analistas, as cotações são sustentadas pelas chuvas que atrapalham a colheita da cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil. A expectativa de um cenário mais equilibrado entre oferta e demanda no mercado mundial em 2013/14 também dá sustentação aos preços da matéria-prima. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal entregue em São Paulo subiu 0.98%, a R$ 50,64 por saca de 50 quilos.

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Realização de lucros Os preços do açúcar demerara cederam ontem no mercado futuro de Nova York. Os contratos com vencimento em março, mais negociados, fecharam em baixa de 35 pontos (1,83%), a 18,70 centavos de dólar por libra-peso. Segundo analistas, especuladores foram às vendas a fim de embolsar parte dos lucros acumulados nos dias anteriores, quando as cotações foram impulsionadas pela desvalorização do dólar em relação ao real. O real forte tende a restringir a oferta de açúcar no mercado internacional, uma vez que reduz a rentabilidade das exportações brasileiras. Vendas baseadas em indicadores técnicos também pesaram sobre as cotações. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal em São Paulo recuou 0,32%, a R$ 50,15 por saca de 50 quilos.

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Impulso cambial – O dólar enfraquecido em relação ao real serviu de impulso aos preços do açúcar demerara na bolsa de Nova York na sexta-feira. Os contratos com vencimento em maio (a segunda posição de entrega, normalmente a mais negociada) fecharam em elevação de 19 pontos, cotados a 18,80 centavos de dólar por libra-peso. A desvalorização da moeda americana desestimula as exportações do Brasil, maior produtor mundial da commodity, o que dá sustentação às cotações internacionais. Parte dos agentes de mercado também manifesta preocupação com o tempo chuvoso nas regiões produtoras do Brasil, o que atrasa a colheita e o processamento de cana-de-açúcar. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 49,97, em ligeira alta de 0,08%.

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Atenção à colheita – O atraso na colheita e na moagem de cana no Brasil voltou a dar suporte aos preços do açúcar demerara ontem em Nova York. Os lotes para maio fecharam em alta de 14 pontos, a 18,61 centavos de dólar por libra-peso. Porém, perto do fim do pregão, a União da Indústria de cana-de-Açúcar (Unica) informou que as usinas do Centro-Sul do Brasil produziram 2,29 milhões de toneladas de açúcar na segunda quinzena de setembro, 3,88% a mais do que em igual período de 2012. Ainda assim, analistas dizem que preocupa a lentidão na colheita de beterraba na Rússia, na Ucrânia, no Reino Unido e na França, o que prejudica a produção de açúcar (que, nesses países, é feita a partir dessa matéria-prima). No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 49,93, alta de 0,58%.

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Teto em seis meses – As cotações do açúcar demerara voltaram ontem a alcançar o maior patamar em mais de seis meses na bolsa de Nova York, como já havia acontecido na semana passada. Os contratos com vencimento em maio fecharam a 18,48 por libra-peso, ganho de 11 pontos. O suporte é oferecido pelas chuvas em regiões produtoras do Brasil, maior produtor e exportador mundial da commodity, que alimentam tensões nesta reta final da colheita no Centro-Sul do país. O excesso de umidade atrapalha os trabalhos e o processamento de cana. Além disso, o fato de a safra atual ser mais “alcooleira” segue também a oferecer sustentação ao mercado. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos registrou alta de 1,29% e alcançou R$ 49,39.

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Safra no Brasil – As cotações do açúcar demerara estão no maior nível em seis meses e meio na bolsa de Nova York. Ontem, os contratos com vencimento em maio fecharam em alta de 2 pontos, a 18,40 centavos de dólar por libra-peso. Segundo analistas, a lentidão da colheita e da moagem de cana-de-açúcar no Brasil devido às chuvas tem trazido preocupação ao mercado. Além disso, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) reduziu na terça-feira sua projeção para a produção doméstica de açúcar na safra 2013/14 em meio a uma queda de produtividade causada por problemas climáticos. Contudo, os amplos estoques globais da commodity limitam o espaço para altas sustentadas. Ontem, o indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal subiu 0,06%, a R$ 48,39 por saca.

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Tensão com oferta – O açúcar demerara avançou ontem para o maior valor em seis meses em Nova York, impulsionado pela maior entrega física da commodity na bolsa em 24 anos. Os lotes para março fecharam em alta de 18 pontos, a 18,32 centavos de dólar por libra-peso. As entregas referentes ao contrato de outubro na bolsa de Nova York (que venceu na segunda-feira) totalizaram 29,34 mil lotes, a um valor aproximado de US$ 574,5 milhões. Para analistas, esse grande volume de entregas indica preocupação com a safra do Brasil. Ontem, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) reduziu em 3,66% a estimativa para a produção de açúcar no Centro-Sul do país em 2013/14, para 34,20 milhões de toneladas. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar ficou em R$ 47,49 por saca, alta de 0,81%.

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Colheita lenta – A preocupação com a lentidão da colheita e do processamento de cana no Brasil deu impulso ao açúcar demerara na bolsa de Nova York ontem. Os contratos com entrega em março fecharam em alta de 40 pontos, a 18,14 centavos de dólar por libra-peso. O Brasil é o maior produtor mundial de açúcar e as chuvas dos últimos dias têm atrapalhado os trabalhos nos canaviais e nas usinas. A desvalorização do dólar ante o real foi um impulso adicional às cotações da commodity. A perda de força da moeda americana desestimula as vendas por parte dos produtores do Brasil, na medida em que diminui a rentabilidade das exportações. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos de açúcar cristal ficou em R$ 47,11, com valorização de 0,38%.

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Realização de lucros – A recente escalada nos preços do açúcar demerara estimulou os especuladores a realizar lucros na sexta-feira em Nova York. Os contratos para março fecharam em baixa de 45 pontos, a 17,74 centavos de dólar por libra-peso. A commodity havia alcançado durante a semana o maior valor em quase seis meses, depois que a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) reportou uma queda na produção do Brasil na primeira quinzena de setembro. A valorização do dólar ante o real foi fator adicional de pressão. O Brasil é o maior fornecedor mundial de açúcar e o dólar firme incentiva as vendas por parte dos produtores, na medida em que cresce a rentabilidade com as exportações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal ficou em US$ 20,91 por saca, alta marginal de 0,05%.

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Chuvas e oferta – As chuvas que atingem as principais regiões produtoras de cana do Brasil deram impulso à cotações do açúcar demerara, que subiram ontem ao maior valor em mais de quatro meses em Nova York. Os papéis para março encerraram em alta de 17 pontos, a 17,93 centavos de dólar por libra-peso. O excesso de umidade nas lavouras atrapalha a colheita e a moagem de cana. Relatório divulgado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) perto do fim do pregão contribuiu para a valorização da commodity. O relatório indicou uma queda de 5,56% na produção de açúcar no Centro-Sul do Brasil na primeira quinzena de setembro, para 2,961 milhões de toneladas. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 46,17, avanço de 0,35%.

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Influência externa – As cotações do açúcar demerara em Nova York foram favorecidas pela melhora do humor nos mercados financeiros, depois de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido, na quarta-feira, manter os estímulos monetários no país. Assim, os lotes de açúcar para março fecharam em alta de 26 pontos ontem, a 17,74 centavos de dólar por libra-peso. As moedas de países emergentes, caso do real brasileiro, fortaleceram-se em relação ao dólar ontem. Esse cenário sustenta as cotações porque inibe as vendas por parte dos produtores do Brasil (maior fornecedor mundial de açúcar), na medida em que diminui a rentabilidade com as exportações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 45,57, avanço de 0,73%.

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Suporte cambial Depois de cair ao menor nível em mais de uma semana na terça-feira, o preço do açúcar demerara se recuperou ontem na bolsa de Nova York, puxado pela desvalorização do dólar em relação ao real. Os contratos com vencimento em março fecharam em alta de 8 pontos, a 17,48 centavos de dólar por libra-peso. O dólar caiu ontem para o menor patamar em quase três meses em relação à moeda brasileira. O movimento torna menos rentáveis e, portanto, desestimula as exportações do Brasil, o que dá sustentação às cotações internacionais do açúcar. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da commodity. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal entregue em São Paulo subiu 0,53%, a R$ 45,24.

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Maior oferta na Índia O açúcar demerara registrou perdas pelo segundo pregão seguido ontem em Nova York, pressionado pela elevação na expectativa de produção na Índia. Os lotes para março fecharam em baixa de 15 pontos, a 17,53 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a Associação das Usinas Indianas de Açúcar, a produção no ciclo 2013/14, que começa em 1º de outubro, deverá ser 5,5% maior que o indicado em uma projeção anterior, em função do aumento na área destinada à cana e do bom período de monções. A expectativa é que a Índia, segundo maior país produtor da commodity, oferte 25 milhões de toneladas, ante as 23,7 milhões previstas anteriormente. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos subiu 0,31%, para R$ 44,98.

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Influência do câmbio – As cotações do açúcar demerara voltaram a ser pressionadas pelo câmbio na bolsa de Nova York, com a valorização do dólar em relação ao real. Os lotes para março encerraram em baixa de 5 pontos na última sessão, a 17,68 centavos de dólar por libra-peso. O dólar mais forte ante o real estimula as vendas por parte dos produtores brasileiros, na medida em que cresce a rentabilidade com as exportações. Entretanto, a consultoria Kingsman cortou na sexta-feira a perspectiva para o excedente global de açúcar em 3% na temporada 2013/14 em relação à previsão anterior, por conta da melhora na demanda – o que pode dar novo impulso aos preços. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 44,84, baixa de 0,09%.

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Recuo na produção – Dados divulgados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) sobre a produção brasileira impulsionaram ontem os preços do açúcar na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em março fecharam em alta de 14 pontos, a 17,63 centavos de dólar por libra-peso. De acordo com a Unica, a produção de açúcar recuou 3,74% no Centro-Sul do Brasil na segunda quinzena de agosto, para 3,213 milhões de toneladas. Ainda assim, no acumulado da temporada 2013/14, o volume total da commodity alcança 19,961 milhões de toneladas, avanço de 6,96% em relação a igual intervalo do ciclo passado. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 44,72, com ligeira valorização de 0,09%.

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Impulso cambial – O preço do açúcar demerara avançou para o maior patamar em mais de três semanas na bolsa de Nova York ontem impulsionado pela desvalorização do dólar em relação ao real. Os contratos com vencimento em março, mais negociados, encerraram em alta de 19 pontos, cotados a 17,49 centavos de dólar por libra-peso. A recuperação da moeda brasileira é vista com um fator altista para a commodity, uma vez que o câmbio forte desestimula as exportações de açúcar do Brasil, maior produtor mundial. Ainda assim, a abundante oferta mundial aguardada para a temporada 2013/14 continua como fator de pressão sobre os preços. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 44,68, com elevação de 0,38%.

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Influência do câmbio – Os preços do açúcar demerara subiram pelo segundo pregão consecutivo na sexta-feira em Nova York. Os contratos com vencimento em março encerraram em alta de 22 pontos, a 17,30 centavos de dólar por libra-peso. A valorização do real em relação à moeda americana foi decisiva para elevar as cotações da commodity. O Brasil é o maior produtor mundial de açúcar, por isso a situação do real em relação ao dólar tem tanta influência sobre os preços. A moeda brasileira em alta desestimula as vendas por parte dos produtores, na medida em que diminui a rentabilidade das exportações, por isso as cotações cederam na sessão passada. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 44,51, alta diária de 0,07%.

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Pressão baixista – Os preços do açúcar demerara voltaram a cair ontem na bolsa de Nova York, ainda pressionados pela desvalorização do real em relação ao dólar. Os contratos com vencimento em março fecharam com desvalorização de 3 pontos, a 17,07 centavos de dólar por libra-peso. O enfraquecimento do câmbio estimula as exportações de açúcar do Brasil, maior fornecedor mundial da commodity, o que induz o preço internacional a cair para reequilibrar oferta e demanda. O avanço da colheita brasileira de cana-de-açúcar e a perspectiva de um grande excedente global na atual temporada também pesam sobre o mercado futuro. No mercado físico, o indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal em São Paulo subiu 0,14%, para R$ 43,30 por saca de 50 quilos.

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Teto em 4 semanas Os preços do açúcar alcançaram ontem o maior patamar em quase quatro semanas na bolsa de Nova York, impulsionados pela entrada de novos investidores e por liquidações de posições vendidas. Os contratos com vencimento em março fecharam com valorização de 37 pontos, a 17,43 centavos de dólar por libra-peso. “Coberturas de posições vendidas entraram em jogo”, disse Boyd Cruel, da Visional Financial Markets, em Chicago. Na semana encerrada em 23 de julho, fundos especulativos fecharam quase 12 mil contratos com os quais apostavam na queda da commodity, segundo a Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC). No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos negociada em São Paulo caiu 0,14%, para R$ 43,88.

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Colheita no Brasil O atraso da colheita de cana no Centro-Sul do Brasil provocado pelas chuvas voltou a motivar a alta açúcar na sexta-feira na bolsa de Nova York. Os papéis para novembro subiram 3 pontos, para 16,47 centavos de dólar por libra-peso. Mas, apesar dessa valorização, os fundamentos do açúcar continuam “muito fracos”, conforme afirmou o chefe-executivo da Sarhan Capital, Adam Sarhan. A Organização Mundial do Açúcar estima que o excedente global da commodity deverá alcançar um recorde da ordem de 10 milhões de toneladas nesta temporada 2012/13, que termina em 30 de setembro. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos caiu 0,41%, para R$ 43,94. Neste mês de julho, a queda acumulada do indicador chegou a 2,42%.

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Produção em alta – Os preços do açúcar acompanharam a tendência das demais commodities e cederam ontem na bolsa de Nova York. Os contratos de demerara com vencimento em março de 2014 fecharam em baixa de 18 pontos ou 1%. a 16,84 centavos de dólar por libra-peso. A valorização do dólar em relação ao real (que estimula as usinas a exportarem açúcar) pressionou as cotações, assim como os dados divulgados sobre o avanço da produção no Brasil. De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a produção de açúcar das usinas do Centro-Sul cresceu 21,2% entre abril e 15 de julho, para 11,3 milhões de tonelada, reforçando a expectativa de safra recorde. O indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal em São Paulo caiu 0,57%, para R$ 43,80 a saca.

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Chuvas no Brasil – O açúcar registrou ontem a maior cotação em duas semanas na bolsa de Nova York. Os contratos do produto bruto para entrega em março fecharam em alta 11 pontos, a 17,09 centavos de dólar por libra-peso. O mercado de açúcar tem sido sustentado pelas chuvas que interromperam o processo de colheita e moagem da cana-de-açúcar em algumas regiões produtoras no Brasil. A ligeira queda do dólar em relação ao real também ajudou a sustentar as cotações. Apesar disso, o cenário ainda é predominantemente baixista para os preços diante dos enormes excedentes globais de produção. De acordo com a Organização Internacional do Açúcar, o mundo deve encerrar a temporada 2012/13 com um superávit de 10 milhões de toneladas.

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Os futuros de açúcar recuaram ontem na bolsa de Nova York pressionados pela valorização do dólar perante o real. Alguns vencimentos chegaram a ser negociados ao longo do dia abaixo de 16 centavos de dólar por libra-peso pela primeira vez em três anos. O contrato para entrega em março de 2014 teve queda de 16 pontos, a 16,76 centavos de dólar por libra-peso. De acordo com o vice-presidente da corretora Newedge, Michael McDougall, a retração está “apenas relacionada com o câmbio”. Com a moeda brasileira mais fraca durante o pregão, o “mercado ficou sobre pressão mais uma vez”, afirmou o analista à Dow Jones Newswires. No mercado interno, a pressão da maior oferta da safra segue reduzindo preços. O indicador Cepea/Esalq para o cristal teve queda de 0,4%, a R$ 44,29 a saca de 50 quilos.

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Grande oferta – As projeções de grande superávit global de açúcar seguem pressionando os futuros da commodity em Nova York. O contrato com vencimento em março do ano que vem encerrou o pregão em queda de 15 pontos a 16,90 centavos de dólar por libra-peso. Os contratos com vencimento em outubro, de maior liquidez no momento, fecharam ao menor preço desde 30 de junho de 2010, a 16,10 centavos de dólar por libra-peso. Especialistas disseram à Dow Jones Newswires que o mercado de açúcar continua a sofrer os efeitos da produção recorde do Brasil e da expectativa de um grande excedente global em 2012/13. A alta do dólar em relação ao real também pressiona as cotações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal recuou 0,95%, a R$ 44,86 a saca.

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Moagem no Centro-Sul – Assim como boa parte das ´soft´ commodities, o açúcar fechou o dia de ontem com perdas na bolsa de Nova York. O contrato com vencimento em março caiu 9 pontos a 17,05 centavos de dólar por libra-peso. Segundo especialistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, a commodity perdeu fôlego depois que a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) divulgou seus dados quinzenais de moagem de cana do Centro-Sul. Segundo a entidade, a região esmagou 29,1 milhões de toneladas de cana na segunda metade de junho, número que ficou no teto das projeções de mercado. Traders avaliam que, mantido o ritmo atual, os preços do açúcar podem ceder para a faixa de 15 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o cristal subiu 0,09%, para R$ 45,29 a saca de 50 quilos.

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Influência cambial Os preços do açúcar refinado recuaram ontem na bolsa de Londres. Os contratos com vencimento em outubro (a segunda posição de entrega, normalmente a mais negociada) fecharam em baixa de US$ 1,30, a US$ 475,10 por tonelada. Em pregão esvaziado pelo feriado nos Estados Unidos – a bolsa de Nova York, onde se negocia o açúcar demerara, não operou -, as cotações foram pressionadas pela valorização do dólar em relação ao real, que estimula as vendas por parte dos produtores do Brasil, disseram analistas à Dow Jones Newswires. O início das chuvas de monções na Índia, segundo maior produtor mundial de cana-de-açúcar, também pesou sobre os futuros da commodity. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal posto em São Paulo subiu 0,04%, a R$ 45,29 por saca de 50 quilos.

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Cobertura de posições – O preço do açúcar demerara voltou a subir na sexta-feira em Nova York, em um movimento de recuperação depois de atingir o menor patamar em quase três anos no início da semana. Os contratos para outubro fecharam em alta de 56 pontos, a 17,09 centavos de dólar por libra-peso. Jack Scoville, da Price Futures Group, disse à Dow Jones Newswires que os especuladores cobriram posições vendidas, o que tem um efeito altista sobre as cotações. Ordens de compra foram disparadas quando os preços atingiram 16,40 centavos, e depois 16,60 centavos de dólar nos contratos de primeira posição, o que acabou por impulsionar também os de segunda, para outubro. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos ficou em R$ 43,42, queda de 0,57%.

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Pressão da colheita: O açúcar demerara voltou a recuar ontem na bolsa de Nova York, pressionado pelo avanço da colheita de cana no Brasil (maior produtor mundial) e pela expectativa da elevada oferta mundial este ano. Os papéis para outubro fecharam em queda de 8 pontos, a 16,67 centavos de dólar por libra-peso. Ontem, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) informou que a produção de açúcar no Brasil continua em alta. Na segunda quinzena de maio, foram ofertadas 1,84 milhão de toneladas pela usinas do Centro-Sul do país, queda de 6,2% ante o mesmo período de 2012 – mas, no acumulado desde o início da safra 2013/14 até 1º de junho, há um crescimento de 59%. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 43,84, em baixa de 0,59%.

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Atraso na moagem: A pressão da elevada oferta de açúcar esperada do Brasil (maior fornecedor mundial da commodity) foi superada ontem pelos possíveis atrasos na colheita e no processamento no país. Os contratos para outubro fecharam em alta de 5 pontos, a 16,75 centavos de dólar por libra-peso. Em nota reproduzida pela Dow Jones Newswires, o Commerzbank afirmou que as quedas observadas recentemente nos preços do açúcar tendem a ser interrompidas. “A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), por exemplo, acredita que o processamento no Centro-Sul do Brasil pode ficar abaixo do recorde previsto de 590 milhões de toneladas, devido às chuvas que têm atrasado a moagem”, disse. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 44,23, alta de 0,29%.

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Efeito câmbio – A alta do dólar diante do real estimulou as vendas de açúcar do Brasil na última sexta-feira, derrubando as cotações da commodity na bolsa de Nova York. Os contratos futuros com vencimento em outubro encerraram o pregão a 16,90 centavos de dólar por libra-peso, retração de 3 pontos. “O que importa não é o preço do açúcar [em dólares], mas quantos reais eu ganho com as exportações” afirmou Alex Oliveira, analista da corretora Newedge, à Dow Jones Newswires. Segundo ele, também pesou sobre as cotações da commodity o excedente global recorde de açúcar, que somará 10 milhões de toneladas no fim da safra 2012/13, segundo dados da Organização Internacional do Açúcar. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal em São Paulo subiu 0,5%, para R$ 44,51 a saca.

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Produção farta – O açúcar demerara iniciou a sessão de ontem em alta em Nova York, mas perdeu força pouco antes do fechamento, sob o impacto dos novos números sobre a produção brasileira. Os contratos para outubro fecharam em baixa de 15 pontos, a 17,04 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a produção de açúcar no Brasil (maior fornecedor mundial) cresceu 100,8% na primeira quinzena de maio, para 2,06 milhões de toneladas. No acumulado da safra 2013/14, o avanço chega a 139% ante o mesmo intervalo do ano passado, a 3,76 milhões de toneladas. O dado reforça o temor em relação ao esperado excedente mundial da commodity. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 44,19, em alta de 0,30%.

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Pressão da oferta – O açúcar demerara seguiu ladeira abaixo ontem em Nova York, ainda sob os reflexos dos dados divulgados na segunda-feira pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), que indicaram alta de 210% na produção da commodity no Centro-Sul do Brasil, para 1,692 milhão de toneladas, desde o início da safra 2013/14 até 1º de maio. Assim, os contratos para outubro fecharam em baixa de 23 pontos, a 17,40 centavos de dólar por libra-peso. O tempo seco tem favorecido a colheita e o processamento de cana no Brasil, diferentemente do ano passado, quando chuvas fora de época atrasaram a safra no país, já que o solo encharcado atrapalhou a entrada das máquinas no campo. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 44,69, baixa de 0,73%.

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Excesso de oferta – A preocupação com o excesso de oferta de açúcar no mercado, reforçada pelos números divulgados ontem pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), voltaram a pressionar as cotações da commodity em Nova York. Ontem, os contratos de demerara para entrega em outubro fecharam em queda de 16 pontos, a 17,63 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a Unica, desde o início da safra 2013/14 de cana até 1º de maio, a produção de açúcar cresceu 210% no Centro-Sul do Brasil, para 1,69 milhão de toneladas. No ano passado, chuvas fora de época atrasaram a colheita brasileira, mas este ano o tempo seco tem favorecido a safra de cana-de-açúcar. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal teve ligeira queda de 0,02%, para R$ 45,02.

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Excesso de oferta – O preço do açúcar demerara oscilou na sexta-feira na bolsa de Nova York, numa tentativa dos investidos de fazer a cotação avançar após alguns dias em queda, mas acabou com perda marginal de 5 pontos (0,28%), a 17,79 centavos de dólar por libra-peso. A expectativa de ampla produção no Brasil (maior fornecedor mundial) em 2013/14, que vai manter o excedente global, tem segurado os preços da commodity. Nick Penney, analista do Sucden Financial´s, disse à Dow Jones Newswires, que a proximidade do Ramadã costuma elevar a demanda mundial por açúcar (com o fim do jejum, cresce o consumo de doces), mas isso ainda não aconteceu neste ano. Em São Paulo, o indicador para o açúcar cristal Cepea/Esalq ficou em R$ 45,03 na sexta-feira, estável em relação à cotação do dia anterior.

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Superoferta global – Os preços do açúcar demerara recuaram ontem na bolsa de Nova York. Os contratos para outubro (a segunda posição de entrega, normalmente a mais negociada) fecharam a 18 centavos de dólar por libra-peso, em baixa de 14 pontos. O mercado de açúcar tem refletido a preocupação com os grandes estoques mundiais da commodity. De acordo com a Organização Internacional do Açúcar, a produção global deve superar o consumo em 8,5 milhões de toneladas na temporada que se encerra em setembro. Além disso, o Brasil está apenas começando a colher e processar a safra 2013/14 de cana, o que deve manter o mercado superabastecido nos próximos meses. O indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal nas usinas paulistas caiu 0,18% ontem, para R$ 45,41 por saca.

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Sob pressão: O preço do açúcar demerara cedeu ontem na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em julho (a segunda posição de entrega, normalmente a mais negociada) encerraram o dia a 17,79 centavos de dólar por libra-peso, um recuo de 8 pontos. O mercado tem sido pressionado pelo início da colheita e processamento da cana-de-açúcar no Brasil, assim como pela previsão de um grande excedente na produção mundial da commodity. Na outra ponta, a expectativa de que as usinas destinem um maior volume de cana para a produção de etanol, restringindo o aumento da oferta de açúcar, impõe um limite para a baixa. Ontem, o indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal em São Paulo subiu 0,71%, para R$ 45,14 por saca de 50 quilos.

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Atraso na colheita – Os preços do açúcar ficaram praticamente estáveis na sexta-feira. No mercado futuro de Nova York, os contratos de demerara com vencimento em julho (a segunda posição de entrega, normalmente a mais negociada) fecharam em alta de 5 pontos, cotados a 17,84 centavos de dólar por libra-peso. Já os lotes para entrega em maio avançaram 19 pontos, 18,03 centavos de dólar. Segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, o movimento reflete a preocupação dos traders com o possível atraso na colheita brasileira de cana-de-açúcar por causa do tempo chuvoso, o que poderia restringir a oferta de açúcar no curto prazo. O indicador Cepea/Esalq para o preço do açúcar cristal entregue em São Paulo subiu 1,14%, a R$ 43,56 por saca de 50 quilos.

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Efeito chuva – Os preços internacionais do açúcar subiram ontem no mercado futuro. Em Nova York, os contratos para entrega em julho (o segundo vencimento, geralmente o mais negociado) fechou em alta de 16 pontos, cotados a 17,88 centavos de dólar por libra-peso. O movimento foi influenciado pelas chuvas que atrapalham a colheita e a moagem da cana-de-açúcar no Brasil. “As chuvas não são pesadas e sua cobertura não é extensa, mas incomodam. A ideia de que a colheita pode atrasar deixa o mercado vulnerável a uma cobertura de posições vendidas”, afirma Michael McDougall, vice-presidente da corretora Newedge, segundo a agência Dow Jones. O indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal posto em São Paulo subiu 0,96% ontem, a R$ 42,97 por saca de 50 quilos.

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De lado – À espera de informações consistentes sobre a produção brasileira de açúcar na safra 2013/14, os contratos futuros da commodity caíram na quinta-feira na bolsa de Nova York. Os contratos de segunda posição (com vencimento em julho) recuaram 12 pontos, para 17,7 centavos de dólar por libra-peso. “Não há razão para o mercado subir até que nós tenhamos informações mais substanciais do primeiro produtor mundial, o Brasil”, afirmou Hector Galvan, corretor sênior da R.J. O´Brien, baseado em Chicago. “Podemos ver o mercado de lado, até que a cotação do açúcar ultrapasse novamente os 18 centavos de dólar”, completa ele. No mercado doméstico, o indicador para o açúcar cristal Cepea/Esalq em São Paulo caiu 0,16% na última quinta-feira, para R$ 43,13 a saca de 50 quilos.

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Ampla oferta – O açúcar demerara caiu ontem na bolsa de Nova York abaixo do patamar psicológico de 18 centavos de dólar por libra-peso. Os contratos com vencimento em julho fecharam em 17,82 centavos de dólar por libra-peso, em queda de 18 pontos. Foi o quarto pregão consecutivo de baixa da commodity, que tem sido pressionada pela grande oferta no Brasil, maior fornecedor mundial. Apesar da queda, o número de contratos em aberto de açúcar cresceu 2,7% em Nova York entre 20 e 25 de março, o que significa que essa maior liquidez tem sido puxada por um aumento nos contratos de venda, o que indica uma aposta no recuo dos preços. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou em R$ 42,76, queda de 0,02%.

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Perto da resistência Em um pregão de poucos negócios, o açúcar demerera ficou estável ontem em Nova York. Os contratos para julho seguiram ontem a 18,75 centavos de dólar por libra-peso. “Muitos ainda dizem que uma elevada oferta de açúcar está chegando ao mercado”, disse Jack Scoville, do Price Futures Group, à Dow Jones Newswires. Segundo ele, a commodity enfrenta forte resistência no patamar de 19 centavos de dólar. Também ontem, a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) reportou que já foram produzidas no Brasil 34 milhões de toneladas de açúcar na safra 2012/13, até a segunda quinzena de fevereiro, aumento de 8,8% ante o mesmo período do ciclo passado. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 45,44, em queda de 4,18%.

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O açúcar demerara registrou ganhos ontem na bolsa de Nova York, depois da queda da sessão da sexta-feira. Os contratos com vencimento em julho fecharam em alta de 18 pontos, a 18,79 centavos de dólar por libra-peso. Michael McDougall, vice-presidente sênior da corretora Newedge USA, disse à agência Dow Jones Newswires que a commodity parece ter encontrado uma resistência no nível de 19 centavos de dólar, e que os preços seguem “estacionados” no intervalo entre 18 e 19 centavos de dólar por libra-peso. “Para encontrar alguma dinâmica mais positiva, nós teremos de ver um mau tempo durante a safra no Brasil”, afirmou. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos de açúcar cristal ficou em R$ 47,69, com uma valorização de 0,80%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

Pressão da oferta O excesso de oferta ao redor do mundo voltou a pressionar os preços do açúcar demerara na sessão passada em Nova York. Os contratos com vencimento em maio fecharam com uma perda de 4 pontos, a 18,05 centavos de dólar por libra-peso. Ontem, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) reportou que a produção de açúcar na temporada 2012/13 na região Centro-Sul do Brasil alcançou 34,08 milhões de toneladas, um crescimento de 8,89% em relação à safra anterior. Na semana passada, a Organização Internacional de Açúcar também elevou a previsão para o excedente global na safra 2012/13, de 6,2 milhões para 8,5 milhões de toneladas. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 47,46, em queda de 0,65%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

Um movimento de cobertura de posições vendidas impulsionou o açúcar demerara na sexta-feira em Nova York. Os contratos com vencimento em maio fecharam com um ganho de 25 pontos, a 18,15 centavos de dólar por libra-peso. Uma greve durante a manhã de sexta-feira em 30 portos do Brasil também colaborou para que os preços da commodity subissem. “Vemos um interesse muito maior em compras abaixo de 18 centavos do que em vendas acima de 18 centavos”, disse à Dow Jones Newswires o vice-presidente sênior da corretora Newedge USA, Michael McDougall, o que indicaria uma certa tendência de sustentação dos preços. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 48,05, com uma valorização de 0,21%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

Piso em 30 meses O açúcar demerara devolveu ganhos e fechou ontem no menor patamar em 30 meses na bolsa de Nova York, pressionado pelo dólar fortalecido ante uma cesta de moedas. Os contratos com vencimento em maio fecharam em forte baixa de 43 pontos, a 17,77 centavos de dólar por libra-peso – o menor valor desde 9 de agosto de 2010. De acordo com analistas, ordens de venda foram disparadas nesse patamar de 18 centavos de dólar, o que ajudou a derrubar as cotações. A ampla disponibilidade mundial do produto é fator adicional de pressão (a Organização Internacional do Açúcar estima um superávit de 6,2 milhões de toneladas na temporada 2012/13). No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 48,11, em alta de 0,48%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

Movimentos técnicos – Com a bolsa de Nova York fechada em razão de um feriado nos Estados Unidos (Dia do Trabalho), o açúcar refinado apresentou queda ontem na bolsa de Londres (The Liffe/ Nyse). Os contratos para março de 2013 fecharam em baixa de US$ 2,80, a US$ 555,30 por tonelada. Ainda assim, segundo a Marex Spectron, os prêmios pagos ao açúcar refinado sobre os preços do demerara negociado em Nova York subiram recentemente, o que não faz muito sentido em um mercado que está prestes a enfrentar um excedente de produção – indicando que este seja um momento de movimentos mais técnicos do que baseados em informações ligadas aos fundamentos. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 53,37, com uma ligeira valorização de 0,06%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

El Niño fraco – O açúcar demerara sentiu ontem a pressão do avanço do processamento de cana no Brasil, maior produtor mundial da commodity. Os contratos para março caíram 64 pontos em Nova York, a 20,53 centavos de dólar por libra-peso. Segundo Juliano Ferreira, da corretora Icap, alguns meteorologistas dizem que o El Niño não será tão forte este ano, de modo que o tempo seco pode permanecer na região Centro-Sul do Brasil além de setembro. “Isso significaria mais tempo para a colheita e a moagem de cana, e poderia permitir uma recuperação da produtividade”, disse à Dow Jones Newswires, ao lembrar que o excesso de chuvas prejudicou as lavouras há algumas semanas. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou a R$ 54,66, queda de 1,05%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

O açúcar demerara registrou ganhos pelo terceiro pregão seguido ontem na bolsa de Nova York. Os contratos para outubro fecharam em alta de 72 pontos, a 20,95 centavos de dólar por libra-peso. A lentidão na colheita de cana da safra 2012/13 no Brasil, por conta das chuvas sobre as regiões produtoras do país, ainda preocupa o mercado. Drew Geraghty, analista da corretora Icap, disse à Dow Jones Newswires que a elevação de ontem foi corretiva, depois da grande queda de sexta-feira. Terry Gabriel, líder de análises técnicas da Ideaglobal, vê potencial para ganhos adicionais, que poderiam chegar ao intervalo de 21,75 a 22,22 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal ficou a R$ 55,05, avanço de 0,16%.

Commodities Agrícolas – Açúcar

Os futuros do açúcar demerara andaram de lado ontem na bolsa de Nova York devido ao ritmo lento na safra de cana-de-açúcar do Centro-Sul do Brasil, que representa 90% da produção nacional da commodity. 

Os contratos para outubro encerraram o pregão a 20,83 centavos de dólar por libra-peso, em ligeira alta de 4 pontos. Segundo especialistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, o anúncio feito pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) de que a produção de açúcar na região brasileira sofreu uma queda de 33,77% em abril na comparação com igual período do ano passado não provocou grandes movimentações. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal teve queda de 0,09% para R$ 54,25 a saca de 50 quilos.

Commodities Agrícolas – Açúcar

A indicação de que as vendas de açúcar da Índia – segundo maior produtor mundial, atrás apenas do Brasil – poderão ser maiores que o previsto mexeu com os preços do produto ontem na bolsa de Nova York. Os contratos mais líquidos, com vencimento em julho, encerraram o dia a 22,01 centavos por libra-peso, baixa de 56 pontos. Segundo a agência Bloomberg, o mercado de açúcar também foi influenciado pela renovada preocupação de que a crise de dívida que atinge a Europa poderá prejudicar o crescimento econômico mundial, reduzindo a demanda por commodities como o açúcar. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal recuou 0,48%, a R$ 56,23 a saca de 50 quilos. No mês, o indicador acumula uma retração de 3,24%.

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